-
Acidente com avião militar deixa mais de 30 mortos na Colômbia
-
Comissão Europeia pede fim imediato de hostilidades no Oriente Médio
-
Lens se opõe ao adiamento do jogo do campeonato francês contra o PSG
-
Governo dos EUA pede calma à indústria petrolífera, inquieta por guerra no Oriente Médio
-
Sabalenka vence Zheng e vai às quartas de final do WTA 1000 de Miami
-
Maduro se exercita na prisão antes de audiência, conta filho
-
Acidente com avião militar deixa oito mortos na Colômbia
-
Trump diz que negocia com Irã e suspende ataques previstos
-
EUA alcança acordo com TotalEnergies para trocar energia eólica por gás
-
Mbappé diz que lesão no joelho 'está superada' e quer enfrentar Brasil e Colômbia
-
Governo dos EUA pede calma ante alta do petróleo mas empresários mostram ceticismo
-
Bill Cosby deverá pagar US$ 19 milhões por acusações de abuso sexual
-
Audi Q9: Será que vai mesmo acontecer?
-
Governo da Itália sofre revés em referendo sobre reforma judicial
-
Avião militar cai com 125 pessoas a bordo e deixa 8 mortos na Colômbia
-
EUA envia agentes do ICE a aeroportos em meio a bloqueio orçamentário
-
Montiel é mais um desfalque por lesão para os amistosos da Argentina
-
Aeroporto LaGuardia de Nova York reabre após colisão fatal entre avião e caminhão na pista
-
Mundo deu a Israel 'licença para torturar' palestinos, diz especialista da ONU
-
Dacia Striker: Bonito e robusto?
-
Governo Trump pede calma ante alta do petróleo, mas empresários são céticos
-
Canobbio e Muslera são convocados por Bielsa para amistosos do Uruguai
-
Skoda Peaq: Novo SUV elétrico de 7 lugares
-
Cerúndolo vence Medvedev e avança às oitavas de final do Masters 1000 de Miami
-
Inglaterra será um termômetro para o Uruguai, diz Muslera
-
Aeropuerto LaGuardia de Nova York fecha após colisão fatal entre avião e caminhão na pista
-
Exploração nas bombas de gasolina
-
Número de vítimas da guerra no Irã segue incerto
-
Teste do Mercedes GLC elétrico
-
Alex Sandro e Gabriel Magalhães são cortados da Seleção por lesão
-
Trump afirma negociar o fim da guerra com alto cargo iraniano
-
Preço do petróleo cai após declarações de Trump sobre o Irã
-
Após eleições municipais, França se prepara para presidencial de 2027
-
Griezmann avança em negociação para deixar Atlético de Madrid rumo à MLS no meio do ano
-
Chiesa é cortado e vai desfalcar Itália na repescagem para Copa do Mundo
-
EUA e Irã encontraram 'pontos de acordo importantes', diz Trump
-
Último latino-americano campeão de Grand Slam, Del Potro elogia João Fonseca: 'Tem muito potencial'
-
Alex Sandro é cortado da Seleção por lesão e Ancelotti convoca Kaiki, do Cruzeiro
-
Trump adia ataques contra o Irã após conversas 'muito boas' com Teerã, que nega negociações
-
Sobreviventes da ditadura argentina recordam o horror após 50 anos do golpe
-
Guerra no Oriente Médio e Venezuela dominam fórum sobre petróleo em Houston
-
Antes da Copa do Mundo, pioneiras do futebol no México buscam driblar o esquecimento
-
Dois mortos em colisão de avião e veículo no aeroporto LaGuardia de Nova York
-
Ex-primeiro-ministro francês Lionel Jospin morre aos 88 anos
-
Petróleo opera em alta e Bolsas em queda após ultimato de Trump ao Irã
-
Cuba restabelece serviço de energia elétrica após segundo apagão em uma semana
-
Israel lança ataques contra Teerã; Irã ameaça instalações de energia do Golfo
-
Com 2 de Vini, Real Madrid vence clássico contra o Atlético; Barça segue líder isolado
-
Líder Inter cede empate com Fiorentina; Como emenda 5ª vitória seguida
-
Carlos Alcaraz é eliminado na 3ª rodada do Masters 1000 de Miami
Powell adverte sobre risco de inflação se Fed cortar taxas 'de forma muito agressiva'
O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, advertiu nesta terça-feira (23) que reduzir as taxas de juros rápido demais pode deixar a inflação em níveis elevados, embora tenha ressaltado que o banco central enfrenta desafios duplos pela frente.
“Não existe um caminho livre de riscos”, disse em um evento em Rhode Island. “Se afrouxarmos a política de forma muito agressiva, podemos deixar o trabalho da inflação inacabado e ter que reverter mais tarde para restaurar a meta de 2%.”
“Se mantivermos a política restritiva por muito tempo, o mercado de trabalho pode enfraquecer desnecessariamente”, acrescentou.
Na semana passada, o Fed fez o primeiro corte do ano, reduzindo a taxa básica em 25 pontos-base, em uma decisão amplamente esperada. A medida ocorreu sob forte pressão do presidente Donald Trump, que tem criticado Powell repetidamente — chegando a chamá-lo de “cabeça-dura” — por manter as taxas inalteradas.
As declarações do dirigente ressaltam o equilíbrio delicado que a instituição busca entre a estabilidade de preços e o pleno emprego, com a inflação ainda acima da meta de 2% e sinais de enfraquecimento no mercado de trabalho.
Somente o novo funcionário do Fed, Stephen Miran, indicado por Trump, votou contra a decisão e defendeu um corte maior, de 50 pontos-base.
Enquanto isso, embora parte dos dirigentes projete mais dois cortes até o fim do ano, outros não preveem reduções adicionais.
Powell destacou que a recente alta de preços de bens parece refletir sobretudo tarifas mais elevadas.
O repasse dessas tarifas ao consumidor ocorreu de forma mais lenta que o esperado, mas projeções apontam que pode se prolongar até o próximo ano.
Ele assegurou que o Fed atuará para evitar que o aumento pontual nos custos, causado pelas tarifas impostas por Trump, se transforme em problema inflacionário persistente.
A atual posição do banco central o deixa “bem colocado para responder a eventuais desenvolvimentos econômicos”, afirmou Powell. Mas reconheceu que a trajetória da inflação segue incerta, ao mesmo tempo em que aumentam os riscos no emprego, com queda acentuada na criação de postos de trabalho.
Os impactos mais amplos das mudanças na política comercial, migratória, fiscal e regulatória ainda permanecem incertos, acrescentou.
J.Horn--BTB