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EUA mantém pressão sobre Venezuela e apreende petroleiros no Atlântico Norte e Caribe
Os Estados Unidos anunciaram nesta quarta-feira (7) a apreensão de dois navios petroleiros sancionados, um que levava bandeira russa e foi abordado por forças militares no Atlântico Norte, e outro no Caribe, ambos em relação ao bloqueio imposto à Venezuela.
A captura do petroleiro no Caribe foi anunciada pelo Comando Sul (Southcom), enquanto o petroleiro no Atlântico Norte foi abordado nas proximidades da Islândia, após dias de perseguição, fato confirmado pelo Comando Europeu dos Estados Unidos.
"O bloqueio ao petróleo venezuelano sancionado e ilícito continua em PLENO VIGOR — em qualquer parte do mundo", declarou o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, na rede X.
Essas ações se inserem no âmbito da grande pressão à qual Washington submete Caracas para controlar a produção e a venda de petróleo.
A Rússia protestou contra a perseguição do navio no Atlântico Norte, mas a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse em entrevista coletiva que essa embarcação era "apátrida" e que sua bandeira era "falsa".
O Departamento do Tesouro mantém há anos uma lista de navios-tanque que atualiza regularmente e que são passíveis de apreensão, segundo a legislação dos Estados Unidos.
Uma multinacional americana, a Chevron, por sua vez, opera na Venezuela sem problemas, graças a uma autorização especial que a isenta das sanções dos Estados Unidos contra a indústria petrolífera venezuelana.
- As maiores reservas -
As operações se intensificaram repentinamente com o aumento da pressão sobre a Venezuela desde setembro. Os Estados Unidos começaram bombardeando embarcações suspeitas de tráfico de drogas que partiam da costa venezuelana. Os cerca de trinta ataques deixaram mais de cem mortos.
Em dezembro, o presidente Donald Trump anunciou o início do bloqueio do petróleo, que Caracas denunciou como interferência. As apreensões, protestou o presidente Nicolás Maduro na época, foram um ato de "pirataria".
Maduro e sua esposa foram capturados em 3 de janeiro em uma operação militar surpresa de madrugada em Caracas, que abalou o cenário diplomático no mundo.
Desde então, Trump afirmou que os Estados Unidos "governarão" a Venezuela e que empresas americanas controlarão seu petróleo. O país tem as maiores reservas comprovadas do mundo em volume.
A exploração de petróleo deve ser reaberta para multinacionais americanas e estrangeiras, disse Trump após a operação militar, mas sem fornecer mais detalhes.
Na terça-feira, ele afirmou que as "autoridades interinas da Venezuela" entregariam "entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo" aos Estados Unidos.
Nesta quarta-feira, o secretário de Energia, Chris Wright, afirmou que os Estados Unidos controlarão as vendas de petróleo venezuelano "indefinidamente".
- Petróleo venezuelano -
A operação no Atlântico Norte ilustra a complexidade do bloqueio contra a Venezuela e a falta de transparência do mercado paralelo de petróleo em todo o mundo.
O petroleiro estava sob sanções desde 2024 por supostos vínculos com o Hezbollah e o Irã e seguia para a Venezuela. Ele mudou de rumo, bandeira e nome enquanto fugia das forças militares e da Marinha americana no Caribe.
Foi renomeado Marinera e passou a hastear a bandeira russa. A perseguição chegou à costa da Islândia. A Rússia enviou um submarino para escoltar o petroleiro vazio, aparentemente sem sucesso.
A China, que até então recebia a maior parte do petróleo venezuelano, também expressou sua irritação com o bloqueio e as operações militares.
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, que assumiu o cargo após a deposição de Maduro, prometeu cooperar com os Estados Unidos em meio a temores de que Trump pudesse buscar uma mudança de regime mais ampla.
A petrolífera estatal venezuelana Pdvsa anunciou nesta quarta-feira que "uma negociação com os Estados Unidos para a venda de volumes de petróleo está em andamento".
I.Meyer--BTB