-
Argentina renova acordo de swap cambial com a China por cinco anos
-
Sheinbaum pede que México seja incluído na visita do papa à América Latina
-
João Fonseca vence Tsitsipas e avança à 3ª rodada do Masters 1000 de Montreal
-
Noosha Aubel: Czy poradzi sobie z problemami Poczdamu?
-
Noosha Aubel: Είναι σε θέση να αντιμετωπίσει τα προβλήματα του Πότσδαμ;
-
Noosha Aubel: Klarar hon av Potsdams problem?
-
Noosha Aubel: Zvládne problémy Postupimi?
-
نوشا أوبيل: هل هي على مستوى التحديات التي تواجهها بوتسدام؟
-
Inter e Milan empatam (1-1) em amistoso na Austrália
-
Neymar se envolve em confusão na vitória do Santos sobre o Remo pela Copa do Brasil
-
Irã diz ter alcançado acordo com Omã sobre nova rota de navegação em Ormuz
-
Seis membros da mesma família são assassinados em Honduras por supostos vínculos com tráfico
-
Atacante ucraniano Mudryk volta a jogar pelo Chelsea após 21 meses de suspensão
-
Bayer Leverkusen contrata lateral Miguel Gutiérrez após saída de Grimaldo
-
Filhote de hipopótamo da colônia de Escobar é resgatado na Colômbia
-
Relações com Argentina seguirão 'rebaixadas' enquanto 'persistirem os ataques' de Milei, diz fonte do Itamaraty
-
Ataque de mulher com objeto pontiagudo deixa quatro feridos em Londres
-
Vulcão na Guatemala reduz atividade eruptiva, mas risco continua
-
Arsenal pagará cerca de R$ 518 milhões por Bruno Guimarães
-
Candidato progressista Abdul El-Sayed vence primárias democratas no Michigan
-
SpaceX despenca em Wall Street após publicação de seus resultados
-
Venda de acesso preferencial a Truth Social por Trump levanta suspeitas
-
Outrora próspera, indústria têxtil de Bangladesh sofre com demissões em massa
-
IA da Anthropic cria identidades falsas em teste no Reino Unido
-
Cinco fatos sobre os eclipses solares
-
Netanyahu diz que Israel discorda do plano dos EUA para Gaza
-
Papa viajará ao Uruguai, Argentina e Peru em novembro
-
Bombardeios russos contra Kiev e arredores deixam ao menos 17 mortos
-
努莎·奧貝爾:她能否應對波茨坦面臨的問題?
-
누샤 오벨: 그녀가 포츠담의 문제들을 해결할 수 있을까?
-
ヌーシャ・オーベル:彼女はポツダムの抱える問題に対処できるのか?
-
नूशा ऑबेल: क्या वह पॉट्सडैम की समस्याओं से निपटने के लिए तैयार हैं?
-
Нооша Аубель: Чи зможе вона впоратися з проблемами Потсдама?
-
Noosha Aubel: Será que está à altura dos problemas de Potsdam?
-
Trump afirma que Ormuz abrirá 'em breve' e Irã será 'duramente atingido'
-
Em pico de tensão bilateral, Brasil pede que Argentina retire seu embaixador
-
Buenos Aires diz que Brasil pediu saída do embaixador argentino
-
Homem armado foi preso em campo de golfe de Trump
-
Justiça autoriza novo inquérito envolvendo filho de Lula
-
EUA revoga visto de embaixadora do Brasil por disputa diplomática
-
Mais de mil pessoas são evacuadas na Guatemala após erupção vulcânica
-
Termina protesto que deixou mais de 150 navios parados em portos argentinos
-
EUA diz que espera acordo sobre Ormuz "muito em breve" e faz petróleo cair
-
Comando Sul dos EUA anuncia força militar com aliados da região
-
Alcaraz desiste do Masters 1000 de Cincinnati devido a lesão no punho
-
Novo comissário quer levar a MLS ao 'próximo nível'
-
Protesto de práticos deixa mais de 150 navios parados em portos argentinos
-
Cidades-sede da Copa do Mundo cobram milhões de dólares que a Fifa teria prometido
-
EUA revoga visto de embaixadora do Brasil por disputa diplomática com governo Lula
-
Receita da SpaceX aumenta 92% em primeiro balanço desde abertura de capital
Petróleo segue acima de US$ 100 e bolsas europeias fecham em queda
Os preços do barril de petróleo estavam ligeiramente acima de 100 dólares nesta sexta-feira (13), enquanto as bolsas registravam quedas após dias de forte volatilidade provocada pela guerra no Oriente Médio.
O Irã respondeu à ofensiva dos Estados Unidos e de Israel bloqueando o estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do comércio mundial de hidrocarbonetos, e atacou a infraestrutura energética no Golfo.
A situação pressionou os preços do petróleo que, apesar de uma liberação recorde de reservas estratégicas, superaram na quinta-feira a marca dos 100 dólares.
No entanto, o anúncio dos Estados Unidos de flexibilizar parcialmente as sanções ao petróleo russo parece ter freado por enquanto a alta do petróleo e, consequentemente, as perdas nas bolsas.
Por volta das 16h30 GMT (13h30 no horário de Brasília), o barril do Brent do Mar do Norte, referência do mercado europeu, era negociado em alta de 1,06%, a 102,03 dólares. O barril do WTI, referência americana, avançava 1,6%, a 97,30 dólares.
"Os mercados continuam dominados pelas tensões em torno do Estreito de Ormuz e pelas variações dos preços do petróleo", afirmaram analistas da Natixis.
No mesmo horário, os principais índices de Nova York operavam próximos do equilíbrio: Dow Jones (+0,1%), Nasdaq (-0,6%) e S&P 500 (-0,3%).
Na Europa, as principais bolsas fecharam em queda, afetadas pela continuidade da guerra. Paris recuou 0,91%, Londres perdeu 0,43%, Madri caiu 0,47%, Milão 0,31% e Frankfurt, 0,60%.
Algumas horas antes, a maioria das bolsas asiáticas havia encerrado o dia com perdas superiores a 1%.
- "Problema para os investidores" -
Com países do Golfo reduzindo a produção e petroleiros retidos na região, os preços de referência do petróleo subiram entre 40% e 50% desde o início do conflito.
O Estreito de Ormuz permanece praticamente fechado, e o novo líder supremo do Irã, o aiatolá Mojtaba Khamenei, afirmou na quinta-feira que o país continuará usando essa "carta".
"A estratégia iraniana de desorganizar o mercado de energia se confirma, com o fechamento de fato do estreito de Ormuz há duas semanas e ataques a petroleiros no golfo Pérsico e a portos de Omã além do Estreito", avaliou Xavier Chapard, estrategista da LBPAM.
"Por enquanto, não há perspectiva de fim do conflito, e esse é o problema para os investidores", afirmou à AFP Adam Sarhan, da empresa 50 Park Investments.
A Agência Internacional de Energia (AIE) advertiu que a guerra no Oriente Médio pode provocar "a maior interrupção do abastecimento" da história do setor.
Apesar disso, o presidente americano, Donald Trump, escreveu nas redes sociais que derrotar o "império do mal" do Irã era mais importante que os preços do petróleo.
Y.Bouchard--BTB