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Trump diz que negocia com Irã e suspende ataques previstos
Trump diz que EUA está em negociações com o Irã 'neste momento'
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, nesta terça-feira (24), que estão ocorrendo "neste momento" negociações com o Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio, apesar de Teerã não ter confirmado a informação e da promessa de Israel de seguir com sua ofensiva militar.
"Estamos em negociações neste momento", disse Trump a jornalistas no Salão Oval da Casa Branca, acrescentando que Teerã tem "muita vontade" de chegar a um acordo.
Ainda segundo o mandatário, o vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado Marco Rubio, o enviado Steve Witkoff e o genro do presidente Jared Kushner estão envolvidos nessas conversas.
Trump também disse aos jornalistas que o Irã lhe entregou um "presente muito grande" relacionado aos hidrocarbonetos e ao Estreito de Ormuz.
O anúncio enigmático ocorre um dia depois de o republicano adiar inesperadamente por "cinco dias" os ataques às centrais elétricas do Irã, que ameaçava lançar, e afirmar que Washington estava negociando com altos dirigentes iranianos, sem especificar quais.
- "Um presente muito grande" -
"Ontem fizeram algo que foi incrível, na verdade. Eles nos deram um presente e o presente chegou hoje. E foi um presente muito grande, que vale uma quantia de dinheiro tremenda", disse Trump aos jornalistas no Salão Oval.
"Isso significou uma coisa para mim: estamos tratando com as pessoas certas", disse.
Pouco antes, a Casa Branca admitiu que estava explorando "novas" opções diplomáticas, mas advertiu que sua ofensiva "continua sem cessar para atingir os objetivos militares".
A via diplomática foi ativada em diversas frentes para pôr fim a um confronto bélico que desestabilizou os mercados de energia.
Sehbaz Sharif, primeiro-ministro do Paquistão, país aliado do Irã, se disse disse disposto, nesta terça-feira, a sediar os diálogos, no momento em que a guerra entra em sua quarta semana, paralisando parte do transporte mundial de hidrocarbonetos.
Para Michael Kugelman, especialista em sudeste asiático no centro de estudos Atlantic Council, a implicação de Islamabad na mediação faria sentido porque o Paquistão "mantêm relações próximas tanto com Teerã quanto com Washington".
Outros países têm se mobilizado a favor do diálogo, como o Catar, que "apoia todos os esforços diplomáticos", mas não participa de forma "direta" deles.
O Egito parece estar jogando suas próprias cartas. Seu ministro das Relações Exteriores, Badr Abdelatty, conversou com Irã, Estados Unidos, Turquia e Paquistão nos últimos dias, segundo vários comunicados oficiais.
O Cairo está habituado a este papel de facilitador: no ano passado, sediou negociações entre Teerã e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
Mas para negociar é preciso que as duas partes estejam comprometidas e ninguém sabe quem representa o Irã. A única coisa clara é que não se trata do líder supremo, Mojtaba Khamenei.
Israel, por sua vez, não parece disposto a parar com a guerra.
O Exército israelense continua atuando e atingindo o Irã e o Líbano "segundo um plano inalterado", independentemente das possíveis negociações em curso para alcançar um acordo que ponha fim às hostilidades, declarou seu porta-voz na noite desta terça.
"Agimos e vamos continuar agindo. Agimos neste exato momento para aprofundar os ataques e eliminar as ameaças existenciais" e "atacamos tanto no Irã quanto no Líbano", acrescentou.
- Os combates continuam -
Assim, os combates continuam.
Um ataque atingiu um bairro nobre do norte de Tel Aviv, deixando quatro feridos. Mais tarde, dois adultos e um bebê ficaram feridos no sul de Israel.
Arábia Saudita, Bahrein e Kuwait também disseram que foram alvos de ataques com drones e mísseis, sem terem registrado vítimas.
No entanto, um civil marroquino que trabalhava para o Exército dos Emirados Árabes Unidos morreu devido ao impacto de um míssil iraniano no Bahrein.
O Exército israelense, por sua vez, lançou "uma série de bombardeios em larga escala (...) em várias regiões do Irã", inclusive em Isfahan.
Algumas instalações desta cidade do centro do país foram "parcialmente danificadas" e um projétil atingiu as imediações de uma usina de tratamento do gasoduto de Jorramshahr, no sudoeste do país, segundo a agência de notícias Fars.
Em Teerã, a população sofre com bombardeios constantes.
"É como se tivéssemos nos acostumado à situação. Os barulhos, as explosões e os mísseis fazem parte da nossa vida cotidiana", disse por telefone à AFP uma mulher de 35 anos, originária do Curdistão iraniano e moradora de Teerã.
- "Não vão voltar" -
Israel, também em guerra contra o movimento libanês pró-iraniano Hezbollah, anunciou, nesta terça, que vai se apoderar de uma vasta área do sul do Líbano para garantir sua segurança, enquanto continua atacando o restante do território libanês, com três mortos perto de Beirute e outros cinco no sul.
"As centenas de milhares de habitantes do sul do Líbano que foram evacuados para o norte não vão voltar para o sul do (rio) Litani até que não seja garantida a segurança dos habitantes do norte (de Israel)", advertiu o ministro da Defesa israelense, Israel Katz.
burx-dla-jvb/apz/erl/an/mvv/am
Y.Bouchard--BTB