-
Com problemas respiratórios, Doku vai desfalcar a Bélgica contra o Irã
-
Al Jazeera anuncia morte de jornalista em bombardeio na Faixa de Gaza
-
Autoridade do Exército de Israel diz que recebeu ordem de trégua no Líbano
-
Países Baixos goleiam Suécia (5-1) e entram na briga pela liderança do Grupo F da Copa
-
Professores encerram 20 dias de protestos na Cidade do México
-
Zverev perde para Fritz e cai na semifinal do ATP 500 de Halle
-
Aos 46 anos, Ronaldinho retorna ao futebol para jogar na 3ª divisão italiana
-
Real Madrid nega contato para contratar Olise
-
Bolívia decreta estado de exceção e começa a remover barricadas
-
Brasil mostra nova cara contra o Haiti, enquanto aguarda enfrentar gigantes na Copa
-
Em meio ao caos geopolítico, Irã desafia a Bélgica em campo
-
Funeral de David Hockney foi realizado na mais estrita intimidade, diz assessora
-
Após decepção na estreia, Laporte acredita em virada de chave da Espanha contra Arábia Saudita
-
Sabalenka perde para Pegula e cai na semifinal do WTA 500 de Berlim
-
Uruguai busca reação contra Cabo Verde para avançar na Copa do Mundo
-
Irã anuncia fechamento do Estreito de Ormuz em resposta aos ataques de Israel no Líbano
-
Espanha tem teste decisivo contra a Arábia Saudita no domingo
-
Juiz espanhol determina julgamento e apreensão do passaporte de esposa de Sánchez
-
Presidente Paz decreta estado de exceção na Bolívia após mais de seis semanas de protestos
-
Vini Jr. assume papel de líder na Seleção que sonha com o hexa
-
Copa do Mundo chega a 1.000 partidas e Alemanha pode voltar a um mata-mata
-
Paraguai sofre com um a menos mas vence Turquia (1-0), que está eliminada da Copa do Mundo
-
Paraguaio Almirón é o primeiro expulso por tapar a boca na Copa do Mundo
-
Brasil fez uma 'partida completa', diz Ancelotti, que espera Neymar contra Escócia
-
Brasil ganhou 'confiança' para a Copa com 'atuação excelente' contra o Haiti, diz Vini Jr
-
Brasil elimina Haiti (3-0) e lidera Grupo C da Copa do Mundo
-
Governo da Bolívia e central sindical fecham acordo para levantar protestos
-
Curaçao deve aproveitar Copa do Mundo com realismo, diz técnico Dick Advocaat
-
Estado de saúde de Raoni é grave, mas estável, informa hospital
-
Técnico do Equador pede cautela contra Curaçao: 'Não somos a Alemanha'
-
Timber está fora e De Jong é dúvida na seleção holandesa contra a Suécia
-
Governo da Bolívia e central sindical fecham acordo após semanas de crise
-
Marrocos vence Escócia (1-0) pelo grupo do Brasil na Copa
-
James Burrows, diretor de 'Friends', morre aos 85 anos
-
Neutralizar 'velocidade' da Costa do Marfim será fundamental para vitória, diz técnico da Alemanha
-
Bradley Barcola agita concorrência no ataque da França
-
Yan Diomandé, da Costa do Marfim, vive Copa do Mundo como homenagem à irmã falecida
-
Kane diz que viveu um de seus melhores momentos com a seleção da Inglaterra ao som de 'Wonderwall'
-
Museu de IA oferece imersão sensorial na Floresta Amazônica
-
Embalada, Suécia enfrenta seleção holandesa pressionada no Grupo F da Copa
-
Estados Unidos vencem Austrália (2-0) e se classificam para próxima fase da Copa do Mundo
-
Israel e Hezbollah concordam com cessar-fogo no Líbano
-
EUA recebe novo Air Force One doado pelo Catar
-
Uruguai precisará ter paciência contra uma seleção de Cabo Verde 'muito física', diz Bentancur
-
Koné passa por cirurgia e está fora da Copa do Mundo
Uganda prende 20 'colaboradores' de rebeldes islamitas após massacre em escola
A polícia de Uganda anunciou nesta segunda-feira (9) que prendeu 20 supostos "colaboradores" de rebeldes islamitas após o massacre perpetrado por jihadistas contra uma escola, que deixou ao menos 42 mortos.
"Prendemos 20 supostos colaboradores das ADF", as Forças Aliadas Democráticas, uma milícia que jurou lealdade ao grupo Estado Islâmico em 2019, afirmou Fred Enanga, porta-voz da polícia, durante uma coletiva de imprensa.
Em nota, a polícia afirmou que, entre os detidos estão o coordenador e o diretor do colégio. Pouco antes, as autoridades anunciaram a detenção de três pessoas, que estavam sendo interrogadas pelo ataque, ocorrido na madrugada de sábado.
Ao menos 42 pessoas, em sua maioria estudantes, morreram no ataque ao colégio em Lhubiriha em Mpondwe, uma localidade do oeste do país, situada perto da fronteira com a República Democrática do Congo (RDC), reduto da milícia de filiação jihadista.
A vítima mais jovem tinha 12 anos e a mais velha, 95. Morreram com golpes de facão, a tiros ou queimados quando os agressores incendiaram um dormitório coletivo, o que dificulta as tarefas de identificação e contagem.
O exército e a polícia culparam as ADF pelo massacre. A milícia, que começou como um grupo insurgente em Uganda, é acusada de matar milhares de civis desde que se instalou no leste da RDC em meados dos anos 1990.
- "Estamos aflitos" -
Seis pessoas feridas continuam no hospital, indicou Enanga, que qualificou o ataque como "desumano" e "crime contra a humanidade". O porta-voz da polícia indicou que ainda não se sabe o número exato de vítimas.
Nesta segunda-feira, suas famílias aguardavam os resultados dos exames de DNA para identificar os restos mortais.
Joe Walusimbi, comissário do distrito de Kesese, onde está a escola, declarou que a maioria das vítimas identificadas foi enterrada no domingo, mas os enterros continuaram nesta segunda.
"Quase todos os mortos já identificados foram enterrados e esperamos os testes de DNA dos estudantes queimados até o ponto que não podem ser reconhecidos", afirmou.
O ataque deste fim de semana não foi o primeiro contra uma escola em Uganda atribuído às ADF.
Em junho de 1998, 80 estudantes foram queimados vivos em seus dormitórios em uma ação das ADF contra o Instituto Técnico de Kichwamba, perto da fronteira com a RDC.
O ataque desta sexta é o mais sangrento em Uganda desde 2010, quando 76 pessoas morreram em um duplo atentado em Kampala perpetrado pelo grupo jihadista somali Al-Shabaab.
I.Meyer--BTB