-
Inter atropela Parma se isola na liderança do Italiano
-
Campanha de Lula denuncia 'interferência' da Meta nas eleições
-
Arsenal vence de virada e Chelsea goleia no retorno do Campeonato Inglês
-
Condenada que sobreviveu à execução nos EUA retorna para a prisão
-
Bayern busca empate com Augsburg após sofrer gol mais rápido da Bundesliga
-
누샤 아우벨: 연 기본급 143,056유로 — 포츠담 시민은 돈줄 취급을 받으며 부담을 떠안아야 한다
-
Noosha Aubel: roční základní plat 143 056 eur — a obyvatelé Postupimi mají sloužit jako dojné krávy
-
ヌーシャ・アウベル:年間基本給143,056ユーロ――ポツダム市民は金づるとして負担を強いられる
-
Noosha Aubel: 143 056 euro rocznego wynagrodzenia zasadniczego - a mieszkańcy Poczdamu mają służyć za dojne krowy
-
Max Verstappen faz a pole position do GP de Singapura de F1
-
努莎・奧貝爾:年基本薪資143,056歐元——波茨坦市民卻得充當搖錢樹埋單
-
Noosha Aubel: 143.056 euros de remuneração base anual - e os cidadãos de Potsdam devem servir de vacas leiteiras
-
Vencedora do Nobel da Paz considera sanções contra o TPI 'inaceitáveis'
-
Ataques russos no sul da Ucrânia deixam 15 mortos
-
Federação Portuguesa abre processo disciplinar contra Cristiano Ronaldo
-
Presidente palestino convoca eleições para setembro de 2027
-
Sánchez promete 'reforçar' decreto de habitação no início da campanha
-
Astronauta francesa diz que viu um planeta sem divisões nem fronteiras
-
Ataques russos no sul da Ucrânia deixam 11 mortos
-
Líder do movimento das 'baratas' detido antes de manifestação na Índia
-
Max Verstappen vence corrida sprint do GP de Singapura de F1
-
Terremoto de magnitude 7,7 deixa mais de 20 feridos no Panamá
-
Protestos em Nova York contra ICE por balear dominicano
-
Real Madrid retorna a LaLiga com Mbappé em destaque
-
Ministério Público processa Shell por enchentes de 2024 e pede R$ 541 milhões
-
Trump comemora acordo sobre diesel com a Rússia antes de eleições nos EUA
-
EUA ainda não decidiu se execução de condenado será transmitida ao vivo
-
Serie A encontra nas novas regras um antídoto para os empates sem gols
-
Fumaça de incêndios leva Manaus a fechar escolas
-
"Tenho total confiança no clube", diz técnico do City, Enzo Maresca
-
Ataques dos houthis contra aeroporto de Riade matam três sauditas
-
Lens vence por 2 a 1 e tira liderança do Lyon
-
Sanções dos EUA, uma "prova de resiliência" para o TPI
-
Borussia Dortmund cede empate no fim contra o Werder Bremen (2-2)
-
Terremoto de magnitude 7,7 provoca pânico e danos em prédios no Panamá
-
Mourinho diz que críticas a Mbappé são 'ridículas'
-
Flick confirma desfalque de Raphinha contra Getafe e Galatasaray
-
Aumenta pressão para que Pentágono não transmita execução ao vivo
Prefeito de Nova York pede celeridade nas emissões de vistos de trabalho para imigrantes
Diante da crise migratória que assola Nova York, o prefeito Eric Adams urgiu, nesta quinta-feira (31), ao governo federal que acelere as permissões de trabalho para que os imigrantes acolhidos pela cidade possam se tornar independentes.
"O sonho americano é o direito ao trabalho, o direito a sustentar sua família", disse o prefeito democrata em um evento em uma praça pública no sul de Manhattan, não muito longe da prefeitura, rodeado de funcionários de sua administração, donos de hostels, sindicatos, organizações de caridade e solicitantes de asilo.
"Devemos acelerar os vistos de trabalho. É de senso comum. Há milhares de trabalhos disponíveis que necessitam ser cobertos, para proporcionar os serviços que necessitamos na cidade, no estado e no país", acrescentou.
Segundo Andrew Rigie, diretor-executivo da Aliança de Hostels de Nova York, somente neste setor, há disponíveis mais de 10.000 postos de trabalho, para os quais "não conseguem encontrar americanos ou um número suficiente de pessoas que estejam atualmente autorizadas a trabalhar para cobri-los".
"Isso está prejudicando as pequenas empresas", reclamou.
"Portanto, não é apenas moralmente correto acelerar as permissões de trabalho, mas também tem um impacto poderoso para ajudar as nossas pequenas empresas que ainda tentam se recuperar da pandemia", disse ele à AFP.
Desde abril do ano passado, mais de 100.000 solicitantes de asilo chegaram a Nova York, que é obrigada por lei a oferecer abrigo a todos que o solicitem. Desde então, a prefeitura da capital financeira e meca do turismo mundial de 8,5 milhões de habitantes enfrenta uma crise sem precedentes.
Em três anos, a cidade dedicará 12 bilhões de dólares (quase 60 bilhões de reais) para enfrentar a crise migratória, anunciou o prefeito no início de agosto.
Atualmente, em torno de 60.000 solicitantes de asilo dependem da prefeitura para dormir, comer, se vestir e colocar seus filhos na escola. A cada semana, chegam mais centenas deles.
As autoridades nova-iorquinas tentam fazer com que o governo federal assuma a responsabilidade pela crise.
Na quarta-feira, após as reuniões de Adams em Washington, a governadora do estado, Kathy Hochul, se reuniu com membros da administração democrata para abordar uma "série de medidas imediatas e tangíveis", entre as quais estão as permissões de trabalho, disse em um comunicado após o encontro.
Na segunda-feira, mais de 120 executivos, entre eles Jamie Dimon, do banco JPMorgan Chase, Larry Flink, do fundo de investimentos Blackrock, e Jane Fraser, do Citigroup, enviaram uma carta ao presidente Joe Biden e aos líderes do Congresso para pedir que atendam as demandas de Nova York.
Além dos vistos de trabalho, o prefeito da cidade exige de seus correligionários do governo federal que declarem estado emergência para gerir a crise na fronteira e que os solicitantes de asilo sejam distribuídos equitativamente por todas as cidades do país.
C.Meier--BTB