-
Ataque ao aeroporto de Riade, atribuído aos houthis, deixa ao menos 12 mortos
-
TSE questiona Meta após denúncias de Lula sobre "interferência" nas eleições
-
PSG vence 3ª seguida no Francês; Monaco empata, mas segue líder
-
Barcelona atropela Getafe e segue 100%; Real Madrid vence Villarreal com Vini expulso
-
Trump e Zelensky se desentendem por acordo sobre diesel; ataques russos deixam 21 mortos
-
Barcelona atropela Getafe e segue 100%; Atlético vence no apagar das luzes
-
Inter atropela Parma se isola na liderança do Italiano
-
Campanha de Lula denuncia 'interferência' da Meta nas eleições
-
Arsenal vence de virada e Chelsea goleia no retorno do Campeonato Inglês
-
Condenada que sobreviveu à execução nos EUA retorna para a prisão
-
Bayern busca empate com Augsburg após sofrer gol mais rápido da Bundesliga
-
누샤 아우벨: 연 기본급 143,056유로 — 포츠담 시민은 돈줄 취급을 받으며 부담을 떠안아야 한다
-
Noosha Aubel: roční základní plat 143 056 eur — a obyvatelé Postupimi mají sloužit jako dojné krávy
-
ヌーシャ・アウベル:年間基本給143,056ユーロ――ポツダム市民は金づるとして負担を強いられる
-
Noosha Aubel: 143 056 euro rocznego wynagrodzenia zasadniczego - a mieszkańcy Poczdamu mają służyć za dojne krowy
-
Max Verstappen faz a pole position do GP de Singapura de F1
-
努莎・奧貝爾:年基本薪資143,056歐元——波茨坦市民卻得充當搖錢樹埋單
-
Noosha Aubel: 143.056 euros de remuneração base anual - e os cidadãos de Potsdam devem servir de vacas leiteiras
-
Vencedora do Nobel da Paz considera sanções contra o TPI 'inaceitáveis'
-
Ataques russos no sul da Ucrânia deixam 15 mortos
-
Federação Portuguesa abre processo disciplinar contra Cristiano Ronaldo
-
Presidente palestino convoca eleições para setembro de 2027
-
Sánchez promete 'reforçar' decreto de habitação no início da campanha
-
Astronauta francesa diz que viu um planeta sem divisões nem fronteiras
-
Ataques russos no sul da Ucrânia deixam 11 mortos
-
Líder do movimento das 'baratas' detido antes de manifestação na Índia
-
Max Verstappen vence corrida sprint do GP de Singapura de F1
-
Terremoto de magnitude 7,7 deixa mais de 20 feridos no Panamá
Panamá irá intensificar deportação de migrantes que entrarem por selva
O governo do Panamá anunciou nesta sexta-feira (8) que irá intensificar a deportação dos migrantes que entrarem no país pela selva inóspita de Darién, na fronteira com a Colômbia, a fim de conter a onda migratória para os Estados Unidos.
"Dentro de nossas capacidades e do nosso orçamento, aumentaremos as ações para aumentar progressivamente as deportações e expulsões" de migrantes que entram no país de forma irregular, informou a diretora do Sistema Nacional de Migração, Samira Gozaine.
A fronteira natural de Darién, com 266 km de extensão e 575 mil hectares de superfície, tornou-se, nos últimos anos, um corredor para migrantes sul-americanos que tentam chegar aos Estados Unidos através da América Central e do México.
Segundo dados oficiais, mais de 348 mil pessoas cruzaram a selva de Darién neste ano, apesar de os Estados Unidos terem avisado que não permitirão a entrada no seu território de quem entra irregularmente no Panamá.
Desse total, segundo Samira, desde abril autoridades panamenhas deportaram 452 pessoas, um número ínfimo. As medidas para conter a onda migratória, que vigoram a partir desta data, "serão aplicadas a todas as pessoas que permanecem ilegalmente ou pretendem permanecer ilegalmente no território" do Panamá, alertou.
Para isso, o governo panamenho está preparando diversas aeronaves e em processo de contratação de voos charter para deportação de migrantes.
O total de estrangeiros que entraram neste ano no Panamá por Darién já supera em mais de 100.000 a cifra de todo o ano anterior, quando 248.000 pessoas fizeram essa viagem, quebrando todos os recordes anteriores de migração através dessa selva.
No último mês, uma média de 2.500 a 3.000 migrantes chegaram diariamente ao país centro-americano vindos da Colômbia.
No entanto, Gozaine reconheceu que o governo panamenho não poderá realizar deportações em massa devido à falta de recursos, portanto se concentrará primeiro nas pessoas com antecedentes criminais.
"Obviamente, temos recursos limitados, gostaríamos que 3.000 pessoas entrassem (irregularmente no Panamá) para deportar 3.000, mas é impossível, não é operacional", disse o responsável.
- Aumento de controle e restrições -
Quase metade dos migrantes que passam pela selva é venezuelana, embora também haja haitianos, equatorianos e colombianos. Além disso, há asiáticos, com um número crescente de chineses, e africanos, especialmente de Camarões.
O Panamá também irá reforçar as medidas de segurança nos povoados fronteiriços, transferir de local alguns postos de controle policial e reduzir a autorização de permanência no país de alguns migrantes de 90 para 15 dias, em função de análises feitas por autoridades.
Desde abril, "conseguimos resgatar das mãos do crime organizado e das redes de tráfico de pessoas na área de Darién mais de 570 migrantes", ressaltou o diretor do Serviço Nacional de Fronteiras.
O Panamá acusa outros países da América do Sul de falta de cooperação para conter o fluxo migratório. A chanceler Janaina Tewaney informou anteontem que o presidente panamenho, Laurentino Cortizo, irá se reunir neste mês com o colega da Colômbia, Gustavo Petro, para discutir a crise migratória, entre outros temas.
O.Krause--BTB