-
Após incêndios, milhares de pessoas retornam para casa na Espanha e na França
-
Câmeras com IA detectam tentativas de suicídio em pontes de Seul
-
Equipes de emergência procuram sobrevivientes após terremoto que deixou 13 mortos no Japão
-
Ex-primeira-ministra destituída de Bangladesh promete retornar ao país apesar de condenação à morte
-
Rússia emite ordem de busca internacional contra o CEO do Telegram por 'cumplicidade com terrorismo'
-
Zelensky afirma que iniciativa na guerra com a Rússia 'não está nas mãos' de Putin
-
Estados Unidos interceptam mísseis iranianos e anunciam novos ataques no Oriente Médio
-
Japão reporta 13 mortos após terremoto e buscas em shopping continuam
-
Maior universidade do México investiga suspeita de fraude com IA em vestibular
-
Irã faz novos ataques após reunião entre EUA e Israel
-
Warriors renovam com Draymond Green após tentativa frustrada de contratar LeBron
-
Jodar vence Fils em Washington; Cruz Hewitt conquista 1ª vitória no circuito profissional
-
Fifa quer vender ações da Copa do Mundo para investidores privados
-
EUA busca flexibilizar proteção ambiental para promover indústria espacial
-
Desabamento de shopping após terremoto no Japão deixa ao menos 2 mortos
-
Trump e Netanyahu aparam arestas em primeiro encontro desde começo da guerra
-
Keiko Fujimori assume presidência do Peru e anuncia que militares liderarão combate ao crime
-
Ativistas no Rio exigem acesso a medicamentos genéricos contra o HIV
-
Zidane, uma lenda do futebol que sabe gerir estrelas
-
Real Madrid registra receita recorde de € 1,2 bilhão
-
Manifestantes pedem eleições na Venezuela antes de diálogo entre governo e oposição
-
Keiko Fujimori toma posse como presidente no Peru com desafio de enfrentar onda de criminalidade
-
Garimpo ilegal com mercúrio polui floresta entre Suriname e Guiana francesa
-
Zelensky elogia reunião com Trump para alcançar mais apoio bélico contra Rússia
-
Zidane realiza 'um sonho' e assume comando da seleção francesa
-
Cucurella cumpre promessa e tatua rosto do técnico da Espanha
-
Real Madrid negocia com RB Leipzig contratação de Diomandé
-
Rodri inicia 'breve período de reabilitação' após cirurgia nas costas
-
Zelensky se reúne com Trump em busca de mais apoio contra a Rússia
-
Ex-funcionária acusa Petro de maus-tratos após denunciar corrupção na Colômbia
-
Roberto Mancini é o novo técnico da seleção italiana
-
Cinco bebês são encontrados mortos em residência na França
-
Empresas tentaram barrar documentário sobre últimos anos de Stan Lee, afirma diretor
-
Começa em Pequim o julgamento de recurso contra a Malaysia Airlines pelo voo desaparecido
-
A metamorfose das mulheres tatuadas à força nos Países Baixos
Força internacional de segurança para o Haiti deve sair do papel
Vários países propuseram contribuir para enviar uma força internacional liderada pelo Quênia ao Haiti, um país assolado pela violência das gangues, anunciaram, nesta sexta-feira (22), os Estados Unidos, que prometeram dar apoio logístico.
"De 10 a 12 países fizeram propostas concretas para esta missão", disse a secretária de Estado adjunta dos Estados Unidos, Victoria Nuland, durante uma reunião ministerial centrada no Haiti, à margem da Assembleia Geral da ONU, em Nova York.
A autoridade americana não especificou quais países estão dispostos a participar, embora Jamaica, Bahamas e Antígua e Barbuda tenham indicado que o farão. O Quênia, que se propôs a liderar a força, está disposto a contribuir com 1.000 membros das forças de segurança.
Os Estados Unidos pretendem fornecer apoio logístico, como transporte aéreo, comunicações, acomodação e pessoal médico, mas inicialmente não enviarão militares.
- Mais de 2.000 mortos -
A violência das gangues, que controlam e impõem terror na maior parte deste país pobre, deixou mais de 2.400 mortos desde o início do ano, segundo a ONU.
Ao abrir a reunião, que contou com a presença do primeiro-ministro haitiano, Ariel Henry, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, disse que a missão de apoio "não substituirá os avanços políticos no terreno" e espera que a força possa ser implantada "dentro de alguns meses", pois "não há tempo a perder".
Representantes do Quênia, França, Equador, Canadá e de países do Caribe participaram da reunião.
Blinken também anunciou que o governo de Joe Biden pedirá ao Congresso US$ 100 milhões (R$ 490 milhões) para financiar a operação, destinada a apoiar a polícia haitiana no combate às gangues.
- Força fora da ONU -
Falta apenas a luz verde do Conselho de Segurança da ONU para a sua implementação, embora a força não estará sob a égide da entidade.
A primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley, declarou esta semana na Assembleia Geral que espera que os membros do Conselho de Segurança "não usem o Haiti como peão", já que os haitianos "sofrem nas mãos de muitos países há tempo demais", sem dar mais detalhes.
O projeto de resolução promovido pelos Estados Unidos e pelo Equador deve ser finalizado na próxima semana na ONU, segundo Nuland, que observou que o texto conta com um "forte apoio".
Na tribuna da ONU na terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, instou o Conselho de Segurança a "autorizar" o envio de uma força multinacional para o Haiti, uma vez que o povo haitiano "não pode esperar mais".
Seu homólogo queniano, William Ruto, também pressionou na quinta-feira, afirmando que não se pode abandonar a população haitiana, aterrorizada pelas gangues.
Há quase um ano, o primeiro-ministro haitiano Henry, enfraquecido politicamente em um país que não realiza eleições desde 2016, pede o envio de uma força desse tipo.
No entanto, a comunidade internacional teve dificuldades em encontrar um voluntário para liderar a força policial devido a experiências passadas e aos riscos de se envolver em uma situação complicada.
Washington também anunciou na sexta-feira a imposição de novas sanções contra antigos e atuais funcionários haitianos envolvidos no tráfico ilegal de armas e drogas, sem nomeá-los.
M.Ouellet--BTB