-
Papa Leão XIV passou 'bem a noite' no hospital, afirma o Vaticano
-
Musk afirma que Zelensky deve deixar o poder na Ucrânia
-
Desabamento de teto de escola mata 27 alunos e um professor no Paquistão
-
Senado aprova PEC do fim da escala 6x1
-
Palmeiras vence Fluminense (2-1) na ida das semifinais da Libertadores
-
Flamengo visita Estudiantes na ida das semifinais da Libertadores
-
Rússia usava gasodutos como "arma", afirma defesa no caso Nord Stream
-
Atlético-MG vence City Torque (3-0) na ida das semifinais da Sul-Americana
-
México pressiona redes sociais a remover conteúdo que incite à violência
-
Secretário do Tesouro americano pede FMI mais forte contra 'políticas que geram distorções'
-
Ucrânia acusa EUA de ajudar Rússia enquanto Kiev sofre novos ataques
-
Com 6 a 0 sobre Fenerbahçe na Champions, Villa aplica sua maior goleada em torneios europeus
-
Com gol de Endrick, Real Madrid vence Roma de virada (4-3) na Champions
-
Costa Rica inaugura presídio inspirado na polêmica megaprisão de Bukele
-
Colômbia inaugura embaixada em Jerusalém e estreita laços com Israel
-
Bodo/Glimt volta a surpreender e vence Dortmund (1-0) na Champions
-
PSG vence Manchester City (4-2) fora de casa pela 2ª rodada da Champions
-
Fortalecido, Infantino encara seus críticos no conselho da Fifa
-
Inflação volta a subir nos EUA em setembro, a dois meses das legislativas
-
Governo dos EUA recorrerá de decisão que dá acesso à CNN, MS NOW e Politico à Casa Branca
-
Conselho de Segurança da ONU renova embargo de armas ao Haiti
-
'Um leão ferido é perigoso', diz Seedorf ao assumir o Corinthians
-
Ex-chefe de segurança de Israel processa Netanyahu por difamação sobre o 7/10
-
Papa evolui favoravelmente após cirurgia de câncer de pulmão
-
Barcola brilha com hat-trick em vitória do Liverpool sobre o LASK (6-3) na Champipons
-
Milhares protestam na Colômbia na primeira manifestação contra governo de direita
-
Novos confrontos entre manifestantes e policiais na Albânia
-
Vini Jr. recebe 4 jogos de suspensão e está fora do 'el Clásico'
-
'Cidade do papa' Leão XIV no Peru reza por sua saúde e espera seu retorno
-
Lufthansa vence oferta comercial de ações da TAP Air Portugal
-
Rei da Espanha pede ao Marrocos relação baseada na "boa-fé"
-
Credenciais de nova porta-voz da Casa Branca despertam dúvidas
-
Advogado das irmãs de Maradona pede penas de até 10 anos por morte do astro argentino
-
Arbeloa é multado por criticar árbitro na Inglaterra
-
Tenista francês Gaël Monfils se aposenta
-
Macron afirma que estudantes franceses estão sendo instrumentalizados por forças políticas
-
Papa tem 'evolução normal' após cirurgia de câncer de pulmão
-
Brasil investiga disparada de incêndios 'criminosos' na Amazônia
-
Arábia Saudita adia torneio de tênis após ataques houthis
-
Vencedora do Nobel da Paz critica sanções 'ilegais' de Trump contra o TPI
-
Medvedev, Jódar e Paul avançam às quartas no Masters 1000 de Xangai
-
Livros de Sally Rooney são vetados no Reino Unido por seu apoio à Palestine Action
-
Sabalenka e Pegula caem na estreia no WTA 1000 de Wuhan
-
Ucrânia acusa Estados Unidos de ajudar a Rússia
-
Editora canadense apoia escritor que negou ter usado IA em sua obra
-
Nintendo aposta na nostalgia com remake de 'The Legend of Zelda: Ocarina of Time'
-
Sem reforma, Louvre terá que fechar as portas, alerta seu presidente
-
Inflação nos EUA voltou a subir em setembro às vésperas das eleições legislativas
-
Rússia usava gasodutos como 'arma' política, afirma defesa no caso Nord Stream
-
Houthis atacam novamente a Arábia Saudita; FMI teme impacto regional e global
Apelos por 'cessar-fogo' dominam conferência de ajuda humanitária a Gaza
A França sediou, nesta quinta-feira (9), uma conferência de ajuda humanitária para a Faixa de Gaza sem grandes avanços para além dos apelos por "cessar-fogo", ante a ausência de Israel e de dirigentes árabes de alto escalão.
Israel iniciou uma campanha de bombardeios em Gaza em 7 de outubro em resposta ao ataque do movimento islamista Hamas, que matou mais de 1.400 pessoas, a maioria civis, em território israelense. Além disso, o grupo palestino mantém 240 reféns.
Mais de 10.000 pessoas, a maioria civis e incluindo mais de 4.000 menores de idade, morreram nos bombardeios israelenses na Faixa de Gaza, um território estreito de 360 quilômetros quadrados, onde moram 2,4 milhões de pessoas, segundo o Ministério da Saúde do Hamas.
Depois de reiterar o direito de defesa de Israel, mas respeitando o direito internacional, o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que a proteção dos civis deve ser uma prioridade. "Isto requer uma pausa humanitária muito rápida e temos que trabalhar para conseguir um cessar-fogo", disse.
"Quantos palestinos têm que morrer para que a guerra termine?", questionou o primeiro-ministro da Autoridade Palestina, Mohammed Shtayyeh, que relatou as necessidades: atender os feridos e fornecer água, energia elétrica e medicamentos.
O representante do Brasil na conferência, o ex-chanceler Celso Amorim, condenou "os ataques terroristas" do Hamas contra Israel, mas avaliou que a morte de "milhares" de crianças em bombardeios israelenses remete a um "genocídio".
"As Nações Unidas nunca registraram tantos mortos em tão pouco tempo em um conflito", afirmou nesta quinta à rádio France Inter o chefe da agência da ONU para os refugiados palestinos (UNRWA), Philippe Lazzarini.
A França organizou a conferência na véspera do Fórum de Paris sobre a Paz para reunir os principais doadores e acelerar a ajuda - alimentos, energia ou equipamentos médicos - para a Faixa de Gaza, cenário de um êxodo de seus habitantes para o sul.
A ONU calcula que 1,2 bilhão de dólares (aproximadamente R$ 6 bilhões) são necessários para ajudar os moradores de Gaza e da Cisjordânia até o fim do ano. Ao final da conferência, nenhum valor oficial sobre a ajuda já comprometida foi anunciado.
- Em direção a uma "pausa" humanitária? -
Além de poucos ministros europeus e os chefes das principais instituições da União Europeia (UE), os participantes não são do alto escalão e tampouco houve uma declaração final. Poucas nações árabes enviaram delegados.
Diversas ONGs expressaram seu descontentamento durante uma coletiva de imprensa conjunta após a conferência.
"Estamos bastante decepcionados porque não houve consenso sobre um cessar-fogo imediato (...) Para além da ajuda mobilizada, o objetivo é fazê-la entrar em Gaza", disse Jean-François Corty, da Médicos do Mundo.
Apesar de os apelos por "pausas" humanitárias, "tréguas" ou "cessar-fogo" terem aumentado nas últimas semanas, o primeiro-ministro de Israel insiste em afirmar que a ofensiva prosseguirá enquanto o Hamas não libertar os reféns.
Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira que Israel aceitou fazer "pausas" militares de quatro horas diárias no norte da Faixa.
O Catar, por sua vez, negocia com Washington e Israel "uma possível pausa humanitária, que envolveria a liberação de reféns e a entrada de mais ajuda em Gaza", segundo um responsável próximo às discussões.
burs-tjc/mb/fp/dd/mvv
K.Thomson--BTB