-
Casa onde Hitler nasceu vira delegacia na Áustria
-
Príncipe George completa 13 anos e se prepara para ingressar na renomada escola de Eton
-
Antiga cidade libanesa de Tiro inscrita na Lista do Patrimônio Mundial em Perigo
-
DJs ocupam estabelecimentos para revitalizar bairros no Japão
-
Animais resgatados após terremotos na Venezuela aguardam tutores
-
Rubio espera uma visita 'muito positiva' de Xi Jinping a Washington em setembro
-
Hollywood incorpora IA, mas quer preservar seu DNA criativo
-
Regulador da UE reduz drasticamente limite de exposição a poluente TFA
-
Nicolás Maduro retorna a tribunal de Nova York para audiência
-
Galeria que sofreu assalto reabre no Louvre sem nada para roubar
-
Caça-talentos vinculado a Epstein é encontrado morto na França
-
OpenAI relata ataque hacker autônomo 'sem precedentes' executado por seus agentes de IA
-
Zelensky vira a página após substituir chefe do Exército ucraniano
-
EUA ataca Irã após Trump advertir que a guerra 'não terminou'
-
Entra em vigor tarifaço de Trump sobre o Brasil enquanto EUA prepara novas medidas comerciais
-
EUA prepara novas tarifas diante do fim de taxação global de 10%
-
Ossada humana de quase 3 mil anos é exumada em El Salvador
-
Minnesota United se despede de James Rodríguez com um 'obrigado por tudo'
-
EUA adverte que 'não terminou' campanha contra Irã, após aumento dos ataques
-
Alcaraz aparece na lista de inscritos para o Aberto dos Estados Unidos
-
Morgan Rogers se transfere do Villa para o Chelsea em negociação recorde para um jogador britânico
-
Corpo encontrado no carro do cantor D4vd era 'irreconhecível', diz testemunha
-
Trump promete ajudar Líbano a alcançar a paz com Israel
-
Ochoa anuncia aposentadoria do futebol após disputar 6ª Copa do Mundo
-
Opositor indiano é detido após pedir renúncia do premier em protesto
-
Nova Jersey comunica erro no cadastro eleitoral após denúncias de Trump
-
EUA adverte Nicarágua sobre planos de eliminar eleições
-
Lewandowski e Griezmann prontos para uma jornada de grandes estreias na MLS
-
Kaylee Hottle, atriz de 'Godzilla', morre em acidente nos EUA aos 18 anos
-
Arrogância? Não, orgulho: argentinos respondem aos críticos
-
Últimos acontecimentos na guerra no Oriente Médio
-
França aprova proibição das redes sociais para menores de 15 anos
-
Tarifa global de Trump expira, mas EUA prepara novos tributos
-
França aprova lei que permite uso de pesticidas prejudiciais às abelhas
-
Presidente da liga espanhola acusa Fifa de 'destruir a indústria do futebol'
-
Liverpool anuncia contratação da jovem promessa colombiana Samuel Martínez
-
Dibu Martínez cogita aposentadoria da seleção argentina
-
Trump adverte que "ainda não terminou" com o Irã após intensificação dos ataques
-
Trump promete ajudar "muito" o Líbano, que busca apoio para paz com Israel
-
Human Rights Watch acusa EUA de ter atacado três lanchas no Equador
-
França se prepara para proibir redes sociais para menores de 15 anos
Israel prossegue com bombardeios em Gaza
Israel bombardeou novamente a Faixa de Gaza nesta quinta-feira (18), em sua guerra contra o movimento islamista palestino Hamas, em meio aos temores de que uma possível resposta israelense ao ataque recente do Irã aprofunde o conflito na região.
A União Europeia (UE), que pediu "máxima moderação" a todas as partes, adotou novas sanções contra o Irã, aliado de Hamas, na quarta-feira.
As sanções visam em particular os fabricantes de drones e mísseis, principais armas do ataque iraniano de sábado.
Testemunhas relataram novos bombardeios israelenses durante a noite em Gaza, onde 33.970 pessoas morreram desde o início da ofensiva israelense há mais de seis meses, segundo o Ministério da Saúde do território palestino, governado pelo Hamas.
As bombas caíram em Khan Yunis e Rafah, no sul da Faixa, segundo a Defesa Civil do território.
O conflito começou em 7 de outubro, com um ataque de milicianos islamistas, que assassinaram 1.170 pessoas no sul de Israel e sequestraram quase 250, segundo um balanço da AFP baseado em dados divulgados pelas autoridades israelenses. Entre os mortos estavam mais de 300 militares.
Após uma troca de reféns por presos palestinos durante a trégua de uma semana no fim de novembro, 129 pessoas continuam em cativeiro em Gaza, incluindo 34 que teriam sido mortas, segundo as autoridades israelenses.
- "Cadáveres por todos os lados" -
A Defesa Civil de Gaza anunciou que encontrou, após um bombardeio em Rafah, oito corpos, todos da mesma família, incluindo cinco crianças e duas mulheres.
Um fotógrafo da AFP observou um grupo de pessoas reunidas ao redor de uma enorme cratera no solo.
"Acordei com as meninas que gritavam 'mamãe, mamãe' (...) corri e vi crianças fugindo (...) havia cadáveres espalhados por todos os lados", disse à AFP o palestino Jamalat Ramidan após um ataque em Rafah, que virou um refúgio para mais de um milhão de palestinos que fugiram da destruição em outras áreas do território.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciou o plano de iniciar uma ofensiva terrestre contra a cidade, que ele descreve como o último grande reduto do Hamas.
- "Haverá uma resposta" -
O Exército israelense afirmou que atacou nas últimas horas dezenas de "alvos" em Gaza, incluindo "terroristas, postos de observação e estruturas militares".
A guerra na Faixa de Gaza aumentou as tensões na região, com Israel e seus aliados, como os Estados Unidos, de um lado, e o Hamas e seus apoiadores, como Irã e o grupo Hezbollah, do outro.
Israel insiste na determinação de responder ao ataque do Irã de sábado, apesar de quase todos os 350 drones e mísseis lançados pela República Islâmica terem sido interceptados, com a ajuda de vários países.
Teerã afirmou que executou o ataque em represália ao bombardeio de seu consulado em Damasco, ação que atribui a Israel e que provocou a morte de sete membros da Guarda Revolucionária.
A emissora pública israelense Kan informou que Netanyahu desistiu dos bombardeios de retaliação depois de discutir a questão com o presidente americano, Joe Biden, que tenta evitar um confronto direto entre Israel e Irã.
"Haverá uma resposta, mas será diferente do que foi previsto inicialmente", declarou uma fonte de alto escalão do governo que pediu anonimato.
- Negociações "estagnadas" -
O governo dos Estados Unidos, aliado incondicional de Israel, deixou claro que não participaria de uma resposta israelense ao ataque iraniano.
A Casa Branca informou que anunciará novas sanções contra Teerã nos próximos dias, em particular contra os programas de drones e mísseis e contra a Guarda Revolucionária.
As negociações para alcançar uma nova trégua em Gaza, que permita a libertação dos reféns israelenses sob poder do Hamas em troca de palestinos presos em Israel, estão "estagnadas", segundo o Catar, que desempenha o papel mediador ao lado dos Estados Unidos e do Egito.
"Estamos fazendo uma reavaliação global do nosso papel como país mediador", declarou o chefe de Governo e chanceler do Catar, Mohamed bin Abdulrahman Al Thani.
A ONU, que teme uma fome generalizada em Gaza, fez um apelo por doações de 2,8 bilhões de dólares (14,6 bilhões de reais).
Netanyahu rejeita "as acusações de organizações internacionais sobre a fome em Gaza" e afirma que Israel está fazendo "todo o possível na questão humanitária".
O conflito provocou a retomada com força do debate sobre a necessidade de criação de um Estado Palestino.
O Conselho de Segurança da ONU votará nesta quinta-feira ou na sexta-feira o pedido dos palestinos para virar um Estado membro de pleno direito das Nações Unidas.
A iniciativa provavelmente esbarrará no poder de veto dos Estados Unidos, que considera que a ONU não é o local ideal para o reconhecimento, e sim um acordo com Israel.
J.Fankhauser--BTB