-
EUA ataca Irã após Trump advertir que a guerra 'não terminou'
-
Entra em vigor tarifaço de Trump sobre o Brasil enquanto EUA prepara novas medidas comerciais
-
EUA prepara novas tarifas diante do fim de taxação global de 10%
-
Ossada humana de quase 3 mil anos é exumada em El Salvador
-
Minnesota United se despede de James Rodríguez com um 'obrigado por tudo'
-
EUA adverte que 'não terminou' campanha contra Irã, após aumento dos ataques
-
Alcaraz aparece na lista de inscritos para o Aberto dos Estados Unidos
-
Morgan Rogers se transfere do Villa para o Chelsea em negociação recorde para um jogador britânico
-
Corpo encontrado no carro do cantor D4vd era 'irreconhecível', diz testemunha
-
Trump promete ajudar Líbano a alcançar a paz com Israel
-
Ochoa anuncia aposentadoria do futebol após disputar 6ª Copa do Mundo
-
Opositor indiano é detido após pedir renúncia do premier em protesto
-
Nova Jersey comunica erro no cadastro eleitoral após denúncias de Trump
-
EUA adverte Nicarágua sobre planos de eliminar eleições
-
Lewandowski e Griezmann prontos para uma jornada de grandes estreias na MLS
-
Kaylee Hottle, atriz de 'Godzilla', morre em acidente nos EUA aos 18 anos
-
Arrogância? Não, orgulho: argentinos respondem aos críticos
-
Últimos acontecimentos na guerra no Oriente Médio
-
França aprova proibição das redes sociais para menores de 15 anos
-
Tarifa global de Trump expira, mas EUA prepara novos tributos
-
França aprova lei que permite uso de pesticidas prejudiciais às abelhas
-
Presidente da liga espanhola acusa Fifa de 'destruir a indústria do futebol'
-
Liverpool anuncia contratação da jovem promessa colombiana Samuel Martínez
-
Dibu Martínez cogita aposentadoria da seleção argentina
-
Trump adverte que "ainda não terminou" com o Irã após intensificação dos ataques
-
Trump promete ajudar "muito" o Líbano, que busca apoio para paz com Israel
-
Human Rights Watch acusa EUA de ter atacado três lanchas no Equador
-
França se prepara para proibir redes sociais para menores de 15 anos
-
Navio de guerra russo realiza manobras com fogo real no Canal da Mancha
-
Primeiro-ministro britânico pede que governo se concentre em reduzir custo de vida
-
Autoridades húngaras inspecionam servidores do partido de Orbán por suspeita de corrupção
-
Estados Unidos anunciarão novas tarifas para 60 países
-
Governo espanhol quer proibir fumar em terraços e praias
-
Sumba, a ilha indonésia onde homens e mulheres vivem como escravizados
-
Oposição indiana pede renúncia de Modi após repressão a protesto estudantil
-
Irã intensifica ataques duas semanas após retomar hostilidades contra EUA
-
Catapora se espalha pelos superlotados acampamentos de deslocados em Gaza
-
Messi chega à Argentina para descansar em Rosário com sua família após Copa
-
Fabricante do Ozempic acusa laboratório do Mounjaro de propaganda enganosa
-
Indignação na França com lei que permite o uso de pesticidas prejudiciais às abelhas
-
Fome global persiste, com a África na linha de frente
Terminam audiências de julgamento por escândalo 'Panama Papers'
As audiências do julgamento por suposta lavagem de dinheiro contra os fundadores do extinto escritório de advocacia panamenho Mossack Fonseca, epicentro do escândalo internacional dos "Panama Papers", assim como de mais outros 20 envolvidos, terminaram nesta sexta-feira (19) no Panamá.
A sentença, no entanto, será anunciada nas próximas semanas. A magistrada Baloísa Marquínez se ateve ao prazo de 30 dias úteis que a lei panamenha estipula para dar seu veredicto, um período que pode ser maior em função da extensão do expediente.
"O tribunal atém-se ao prazo da lei para a emissão da sentença correspondente", indicou Marquínez ao concluir as audiências do julgamento iniciado em 8 de abril na Cidade do Panamá.
Durante o julgamento, a promotora Isis Soto pediu 12 anos de prisão, a pena máxima por lavagem de dinheiro no Panamá, para Jürgen Mossack e Ramón Fonseca, fundadores da firma de advogados Mossack Fonseca, epicentro do escândalo que veio à tona em 2016.
"Verdadeiramente, foi cometida uma grande injustiça, não só comigo, mas com todas as pessoas que trabalharam comigo, que são muitas", declarou Mossack ao término da audiência.
Soto também pediu condenações de entre cinco e 12 anos de prisão para outros 24 acusados, principalmente ex-funcionários da firma, enquanto pediu a absolvição de outros três acusados.
"Os senhores Jürgen Mossack e Ramón Fonseca [...] receberam e transferiram recursos procedentes de atividades ilícitas ocorridas na Alemanha e na Argentina", disse Soto.
Segundo o Ministério Público, Mossack, de 76 anos, e Fonseca, de 71, são responsáveis de facilitar, através do escritório, a criação de sociedades opacas nas quais diretores da multinacional alemã Siemens depositaram milhões de euros à margem da contabilidade real da companhia.
Esse "caixa 2" teria sido utilizado para esconder dinheiro procedente do pagamento de comissões.
O escritório de advocacia panamenho, segundo o Ministério Público, também foi utilizado para guardar dinheiro proveniente de um grande golpe na Argentina.
O julgamento começou oito anos depois que, em 3 de abril de 2016, o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, na sigla em inglês) publicou os "Panama Papers".
Essa investigação, baseada no vazamento de 11,5 milhões de documentos provenientes da Mossack Fonseca, mostrou como chefes de Estado e de governo, líderes políticos, personalidades das finanças, dos esportes e das artes ocultaram propriedades, empresas, ativos e lucros para evadir impostos ou lavar dinheiro.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e os ex-governantes de Islândia, Sigmundur David Gunnlaugsson; Paquistão, Nawaz Sharif; Reino Unido, David Cameron; e Argentina, Mauricio Macri; além do astro argentino do futebol Lionel Messi foram alguns dos nomes citados na época.
F.Pavlenko--BTB