-
Técnico do Barça diz que Yamal 'reagiu muito bem' após perder Bola de Ouro
-
Rubio recebe ministros do G20, divididos pelas guerras no Irã e na Ucrânia
-
Número 1 do mundo, Elena Rybakina abandona WTA 500 de Tóquio por lesão
-
Júri dos EUA decide a favor da Bayer em ação sobre câncer ligado a herbicida
-
Medvedev avança à semifinal do ATP 500 de Viena e garante vaga no Finals
-
Moradores começam a deixar a cidade ucraniana de Oleshki
-
COP17 sobre biodiversidade entra na reta final sem perspectiva de consenso
-
'Trump nos traiu', eleitores latinos do Arizona se afastam do presidente
-
Japão inicia tratamento para doença de Parkinson com células-tronco
-
Jornal independente russo Novaya Gazeta anuncia fechamento sob pressão das autoridades
-
Milhares de estudantes e trabalhadores protestam na Itália sob um forte esquema de segurança
-
Custo de vida irrita americanos nas eleições legislativas
-
Paris decreta toque de recolher em duas áreas centrais antes de novos protestos
-
Espanha identifica vítimas de colisão de trens diante da angústia das famílias
-
Polícia escocesa investiga estadia de Epstein no castelo da família real britânica
-
Coreia do Sul criminalizará o uso de óculos inteligentes em exames
-
Plataforma de criptomoedas Binance confirma ciberataque 'complexo' de US$ 6,3 bilhões
-
China nega espionagem contra o CEO da Nvidia
-
BP quadriplica lucro líquido no 3º trimestre com aumento do preço do petróleo
-
Rubio recebe ministros do G20, divididos pelas guerras no Irã e Ucrânia
-
Plataforma de criptomoedas Binance confirma ciberataque de US$ 6,3 bilhões
-
Acnur pede doações para ajudar 9 milhões de pessoas no inverno
-
Voo de fuga de Flávio foi pago por intermediário a partir dos EUA, diz dono do avião
-
Bloco de Netanyahu lidera eleições de Israel, mas não alcança maioria
-
Bloco de Netanyahu lidera resultados nas eleições de Israel, mas não alcança maioria
-
Chervon lança o Advanced Momentum Program para contratar e desenvolver a próxima geração de líderes
-
Bukele envia blindados e helicópteros ao Haiti para resgatar militares desaparecidos
-
Colômbia militariza cidade na fronteira com a Venezuela por onda de violência
-
Flávio Bolsonaro isolado e ridicularizado em seu exílio nos Estados Unidos
-
Cidades de Honduras proíbem Halloween por promover supostas práticas "demoníacas"
-
Djokovic cai nas oitavas de final do ATP 500 da Basileia
-
Liga argentina terá novo formato na próxima temporada
-
Morreu Patrick Stewart, ator de 'Jornada nas Estrelas' e 'X-Men'
-
Zverev será o novo número 1 do tênis masculino a partir da próxima semana
-
Espanha busca respostas para segunda tragédia ferroviária do ano
-
Ancelotti aposta em Vini e na juventude para amistosos contra Japão e Singapura
-
Polícia britânica investigará gestão de carta de acusação contra pai de Meghan Markle
-
Kimi Antonelli pode se tornar campeão mais jovem da F1 no GP do México
-
María Corina Machado agradece a Trump por abrir a "comporta para a liberdade" da Venezuela
-
FMI recomenda que Argentina fortaleça criação de empregos e atraia mais investimentos
-
Alcaraz vence Basilashvili e vai às quartas do ATP 500 de Viena
-
María Corina Machado questiona transparência de acordo petrolífero com EUA
-
"Temos que aguentar isso", diz ministro alemão ao defender diálogo com a Rússia no G20
-
UE e Canadá querem levar relação "ao mais alto nível possível" em cúpula em Montreal
-
Carrick acredita que pode 'melhorar as coisas' no Manchester United
-
Quatro petroleiros pegam fogo no Estreito de Ormuz após colisão com minas
-
Desabamento de coluna rochosa deixa três mortos na Capadócia, na Turquia
-
Irã recebe carta do vice-presidente dos EUA
-
EUA demite o principal estrategista do Exército (imprensa)
Esperança de trégua diminui em Gaza, onde Israel intensifica sua ofensiva
As esperanças de um cessar-fogo em Gaza, onde o Exército israelense intensificou suas operações nesta quinta-feira (22), diminuem, apesar da pressão dos Estados Unidos sobre Israel e Hamas para que alcancem um acordo.
Um novo ciclo de negociações entre Israel e mediadores dos EUA, Catar e Egito deve começar esta semana no Cairo, embora ainda não tenha sido confirmado após mais de 10 meses de guerra.
O presidente americano, Joe Biden, insistiu na quarta-feira na urgência de um cessar-fogo em Gaza e na libertação dos reféns sequestrados pelo Hamas, durante uma conversa telefônica com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, segundo a Casa Branca.
Os Estados Unidos são o principal aliado de Israel desde o ataque do Hamas em território israelense em 7 de outubro, que desencadeou uma implacável ofensiva militar na Faixa de Gaza.
Mas a relação entre Biden e Netanyahu esfriou e o presidente americano instou Israel a limitar o número de vítimas civis.
O gabinete de Netanyahu insiste em alcançar "todos os objetivos da guerra" e que isso requer "garantir a fronteira sul" do território palestino com o Egito.
O Hamas, que governa Gaza desde 2007, rejeita a manutenção de tropas israelenses neste setor do território e acusa o governo dos Estados Unidos de incluir esta condição na proposta mais recente de trégua, anunciada na semana passada, cujos detalhes não foram divulgados.
O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Anthony Blinken, concluiu na quarta-feira uma viagem ao Oriente Médio e destacou que Washington se opõe a "uma ocupação de longo prazo de Israel em Gaza".
- "Nossas crianças morreram" -
O movimento islamista exige a aplicação do plano anunciado em 31 de maio por Biden, com uma trégua de seis semanas, a retirada de Israel das áreas densamente povoadas e a libertação de reféns.
Em uma segunda fase, o plano prevê uma retirada total de Israel do território palestino.
Netanyahu repetiu que continuará a guerra até destruir o Hamas, considerado uma organização terrorista por Israel, Estados Unidos e União Europeia.
O Exército israelense intensificou as operações no sul da Faixa, especialmente em Rafah e Khan Yunis, e em Deir al Balah, no centro.
"Dezenas de locais com infraestrutura terrorista" foram desmantelados e "mais de 50 terroristas" foram eliminados”, anunciou.
Também ocorreram bombardeios nos campos de Nuseirat e Maghazi, no centro, segundo a Defesa Civil de Gaza, e confrontos no sul da Cidade de Gaza, norte do território.
"Israel luta pelo seu povo e o Hamas luta pelo seu povo. Basta, cada lado deve ceder ao outro. Todas as nossas crianças morreram", disse Abu Jamal Al Khur, em frente ao hospital de Al Aqsa, em Deir al Balah.
- Tensões na região -
A guerra eclodiu em 7 de outubro, quando militantes do Hamas mataram 1.199 pessoas no sul de Israel, a maioria civis, segundo um balanço da AFP baseado em números oficiais. Entre os mortos havia mais de 300 soldados.
Também tomaram 251 reféns, dos quais 105 permanecem em Gaza, incluindo 34 que o Exército declarou mortos.
A ofensiva israelense na Faixa de Gaza já deixou pelo menos 40.265 mortos, segundo o Ministério da Saúde do Hamas, que não especifica civis e combatentes. A maioria são mulheres, adolescentes e crianças.
O conflito alimentou tensões entre Israel e o movimento libanês Hezbollah, que abriu uma frente na fronteira entre os dois países.
Israel intensificou os bombardeios ao Líbano, onde seis pessoas morreram na quarta-feira, segundo autoridades libanesas.
Entre os mortos estava o comandante Jalil al Maqdah, comandante do braço armado do Fatah palestino. O Exército israelenses o acusou de trabalhar para o Irã, seu inimigo, e de envolvimento em "ataques terroristas".
Este "assassinato" é "mais uma prova de que Israel quer desencadear uma guerra em grande escala na região", reagiu o Fatah, do presidente Mahmud Abbas.
O Hamas, aliado do Irã, e o Fatah, com sede na Cisjordânia ocupada, são rivais há décadas.
O Hezbollah reivindicou na quarta-feira dezenas de ataques a posições militares no norte de Israel e nas Colinas de Golã anexadas.
Para Washington, um cessar-fogo ajudaria a evitar uma conflagração regional, incluindo um possível ataque do Irã e aliados a Israel, em retaliação ao assassinato do líder do Hamas, em 31 de julho em Teerã, atribuído ao Estado hebreu.
R.Adler--BTB