-
Ucranianos aproveitam trégua para fugir de cidade ocupada por Moscou
-
Meta faz acordo e deixa Snap como única acusada em julgamento sobre redes sociais nos EUA
-
Alcaraz vai à semifinal do ATP 500 de Viena; Medvedev garante vaga no Finals
-
Papa Leão XIV votou nas eleições de meio de mandato dos EUA
-
Trump remarca comícios cancelados em Kansas e Iowa antes das eleições de meio de mandato
-
Americana que sobreviveu à execução diz que vive com dores constantes
-
Técnico do Barça diz que Yamal 'reagiu muito bem' após perder Bola de Ouro
-
Rubio recebe ministros do G20, divididos pelas guerras no Irã e na Ucrânia
-
Número 1 do mundo, Elena Rybakina abandona WTA 500 de Tóquio por lesão
-
Júri dos EUA decide a favor da Bayer em ação sobre câncer ligado a herbicida
-
Medvedev avança à semifinal do ATP 500 de Viena e garante vaga no Finals
-
Moradores começam a deixar a cidade ucraniana de Oleshki
-
COP17 sobre biodiversidade entra na reta final sem perspectiva de consenso
-
'Trump nos traiu', eleitores latinos do Arizona se afastam do presidente
-
Japão inicia tratamento para doença de Parkinson com células-tronco
-
Jornal independente russo Novaya Gazeta anuncia fechamento sob pressão das autoridades
-
Milhares de estudantes e trabalhadores protestam na Itália sob um forte esquema de segurança
-
Custo de vida irrita americanos nas eleições legislativas
-
Paris decreta toque de recolher em duas áreas centrais antes de novos protestos
-
Espanha identifica vítimas de colisão de trens diante da angústia das famílias
-
Polícia escocesa investiga estadia de Epstein no castelo da família real britânica
-
Coreia do Sul criminalizará o uso de óculos inteligentes em exames
-
Plataforma de criptomoedas Binance confirma ciberataque 'complexo' de US$ 6,3 bilhões
-
China nega espionagem contra o CEO da Nvidia
-
BP quadriplica lucro líquido no 3º trimestre com aumento do preço do petróleo
-
Rubio recebe ministros do G20, divididos pelas guerras no Irã e Ucrânia
-
Plataforma de criptomoedas Binance confirma ciberataque de US$ 6,3 bilhões
-
Acnur pede doações para ajudar 9 milhões de pessoas no inverno
-
Voo de fuga de Flávio foi pago por intermediário a partir dos EUA, diz dono do avião
-
Bloco de Netanyahu lidera eleições de Israel, mas não alcança maioria
-
Bloco de Netanyahu lidera resultados nas eleições de Israel, mas não alcança maioria
-
Chervon lança o Advanced Momentum Program para contratar e desenvolver a próxima geração de líderes
-
Bukele envia blindados e helicópteros ao Haiti para resgatar militares desaparecidos
-
Colômbia militariza cidade na fronteira com a Venezuela por onda de violência
-
Flávio Bolsonaro isolado e ridicularizado em seu exílio nos Estados Unidos
-
Cidades de Honduras proíbem Halloween por promover supostas práticas "demoníacas"
-
Djokovic cai nas oitavas de final do ATP 500 da Basileia
-
Liga argentina terá novo formato na próxima temporada
-
Morreu Patrick Stewart, ator de 'Jornada nas Estrelas' e 'X-Men'
-
Zverev será o novo número 1 do tênis masculino a partir da próxima semana
-
Espanha busca respostas para segunda tragédia ferroviária do ano
-
Ancelotti aposta em Vini e na juventude para amistosos contra Japão e Singapura
-
Polícia britânica investigará gestão de carta de acusação contra pai de Meghan Markle
-
Kimi Antonelli pode se tornar campeão mais jovem da F1 no GP do México
-
María Corina Machado agradece a Trump por abrir a "comporta para a liberdade" da Venezuela
-
FMI recomenda que Argentina fortaleça criação de empregos e atraia mais investimentos
-
Alcaraz vence Basilashvili e vai às quartas do ATP 500 de Viena
-
María Corina Machado questiona transparência de acordo petrolífero com EUA
Modi afirma defender 'veementemente a paz' durante visita histórica na Ucrânia
O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, reiterou nesta sexta-feira (23) seu apelo por uma solução pacífica para o conflito na Ucrânia durante sua visita a Kiev, descrita como “muito simbólica e histórica” por seu anfitrião, o presidente ucraniano Volodimir Zelensky.
A visita de Modi, cujo país tem excelentes relações com Moscou, ocorre em um momento em que parece difícil para a Rússia e a Ucrânia chegarem a um acordo diplomático para acabar com a invasão russa, que começou há dois anos e meio.
Sentado ao lado de Zelensky, o primeiro-ministro indiano de 73 anos explicou que seu país “apoia firmemente a paz” entre as partes em conflito.
“Ficamos fora da guerra com grande convicção. Isso não significa que fomos indiferentes”, disse Modi, o primeiro chefe de governo indiano a visitar a Ucrânia, aos repórteres.
Antes de sua reunião, Zelensky e Modi se abraçaram na entrada do palácio presidencial, de acordo com os jornalistas da AFP presentes.
A Índia está tentando manter um equilíbrio delicado entre a Rússia, com a qual estabeleceu fortes laços, e as nações ocidentais, com as quais busca laços mais estreitos para combater a rival regional China.
“Qualquer que seja a ajuda de que você precise do ponto de vista humanitário, a Índia sempre estará com você e fará todo o possível para apoiá-lo”, disse Modi, dirigindo-se ao presidente ucraniano.
O ministro das Relações Exteriores da Índia, Subrahmanyam Jaishankar, justificou os laços energéticos entre a Rússia e a Índia, que continua a importar petróleo russo, lembrando que Nova Délhi “geralmente não impõe sanções a nenhum país”.
A Casa Branca afirmou, nesta sexta-feira, que a visita do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, à Ucrânia pode ser útil, após tê-lo criticado por abraçar o presidente russo, Vladimir Putin, durante uma viagem a Moscou.
Se a viagem do primeiro-ministro puder contribuir "para pôr fim ao conflito, segundo a visão de (Volodimir) Zelensky de uma paz justa, pensamos que pode ser útil", afirmou o porta-voz do Conselho de Segurança da presidência dos Estados Unidos, John Kirby.
- Modi em Moscou -
O líder indiano evitou condenar explicitamente a invasão russa na Ucrânia desde o início do conflito em fevereiro de 2022 e sempre se absteve nas resoluções da ONU contra a Rússia.
No início de julho, Modi se reuniu com o presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou.
Sua visita ocorreu logo após a Rússia bombardear várias cidades ucranianas. Os ataques deixaram dezenas de mortos e danificaram um hospital infantil em Kiev.
Durante a visita, os dois líderes se abraçaram e o presidente russo entregou um prêmio ao seu convidado.
O chefe de governo indiano elogiou as trocas “frutíferas” e observou que “decisões importantes foram tomadas para fortalecer a cooperação bilateral” em “comércio, segurança, agricultura e tecnologia”.
Zelensky, por outro lado, descreveu a visita como um “golpe devastador nos esforços de paz”.
Desde o início da guerra, outras potências, como a China, tentaram mediar o fim do conflito, até agora sem sucesso devido às exigências aparentemente irreconciliáveis de cada lado.
- Mediação complicada -
Putin alega que um cessar-fogo e negociações só serão possíveis se Kiev ceder regiões que a Rússia alega ter anexado e renunciar ao seu desejo de se juntar à Otan.
Mas para a Ucrânia e seus aliados ocidentais, essas condições são inaceitáveis.
O lançamento de uma ofensiva ucraniana na região russa de Kursk, em 6 de agosto, aumentou ainda mais as incertezas, já que as tropas russas continuam a ganhar terreno no leste da Ucrânia.
Kiev explicou que um dos objetivos da operação era pressionar a Rússia a realizar negociações “justas”, mas o Kremlin disse no início da semana que “não conversará” com a Ucrânia por causa da incursão.
A Rússia é um dos principais fornecedores de armas e petróleo a preços acessíveis para a Índia, embora o impasse entre Moscou e as potências ocidentais e seus laços mais estreitos com a China no contexto do conflito na Ucrânia tenham afetado suas relações com Nova Délhi.
Como membro do BRICS, juntamente com o Brasil, a Rússia, a China e a África do Sul, e da Organização de Cooperação de Xangai (SCO), a Índia é favorável a um mundo multipolar e está desenvolvendo sua cooperação com os EUA paralelamente.
J.Horn--BTB