-
"Estamos acostumados a sofrer", diz Thiago Almada, após classificação da Argentina
-
Técnico da Suíça critica expulsão de Embolo contra a Argentina
-
"Vamos com tudo", diz Julián Álvarez após garantir vaga nas semifinais
-
'Hoje nós sofremos', admite Scaloni, após vitória da Argentina sobre a Suíça
-
Argentina vence Suíça na prorrogação (3-1) e vai enfrentar Inglaterra na semifinal da Copa
-
"Colocamos a Noruega no mapa", diz Haaland, que se despede da Copa com orgulho
-
"Nenhuma evidência" de que a bola tenha atingido cabo de câmera antes do gol de Bellingham, diz Fifa
-
"Queremos ir mais longe", diz Bellingham, destacando força mental da Inglaterra
-
'Complicamos a nossa vida hoje', diz Tuchel, apesar da vitória da Inglaterra
-
Albaneses protestam contra Kanye West e complexo turístico ligado a Donald Trump
-
Inglaterra vence Noruega (2-1) na prorrogação e vai à semifinal da Copa do Mundo
-
EUA lança novos ataques contra o Irã (Centcom)
-
Guarda Revolucionária do Irã anuncia fechamento de Ormuz (agência)
-
Argentina mostra seu orgulho diante de suspeitas de favorecimento
-
Paolo Maldini é o novo diretor técnico da Federação de Futebol Italiana
-
Espanha espera a melhor versão de Lamine Yamal para derrubar a França
-
Número de mortos em terremotos na Venezuela ultrapassa 4.300
-
Tufão Bavi atinge a China após a evacuação de quase 2 milhões de pessoas
-
Linda Noskova vence Karolina Muchova e é campeã de Wimbledon
-
Segurança do avião presidencial americano EUA gera questionamentos
-
Morre ex-jogador argentino Antonio Rattín, ídolo do Boca Juniors, aos 89 anos
-
Jürgen Klopp chega a acordo com federação para assumir seleção alemã
-
IA pode marcar um ponto de virada na ajuda humanitária
-
Jogador que disputou Copa de 2026 pela África do Sul é encontrado morto
-
Várias regiões da Rússia estimulam teletrabalho por falta de combustível
-
Torre Eiffel e museus de Paris fecharão mais cedo durante onda de calor
-
Rapper Pitbull estabelece recorde mundial de maior reunião de pessoas com carecas postiças
-
Copa do Mundo define os últimos semifinalistas
-
'Vingança' por Khamenei é 'inevitável', diz líder supremo do Irã
-
Tufão Bavi avança em direção à China
-
Incêndio no sul da Espanha tem evolução 'favorável'
-
Irã diz que 'cumpriu sua palavra', mas Trump insiste que trégua acabou
Israel prossegue com ofensiva no Líbano e Gaza em meio a críticas por proibir a UNRWA
Israel enfrentou uma onda de reações internacionais nesta terça-feira (29) contra a sua decisão de proibir as atividades da Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (UNRWA), enquanto prossegue com as ofensivas na Faixa de Gaza e no Líbano.
No território palestino, a agência da Defesa Civil informou nesta terça-feira quase 100 pessoas morreram em um bombardeio noturno no norte do território, onde o Exército israelense intensificou as operações terrestres e aéreas.
No Líbano, onde o movimento Hezbollah anunciou a nomeação do seu número dois, Naim Qassem, como sucessor do falecido líder Hassan Nasrallah, a agência de notícias estatal relatou uma profunda incursão de tanques israelenses no sul.
A guerra, iniciada há mais de um ano em Gaza devido ao ataque do Hamas contra Israel, estendeu-se ao Líbano em setembro, onde o Exército israelense combate o Hezbollah, aliado do movimento palestino e também apoiado pelo Irã.
A abertura desta segunda frente não deu trégua aos habitantes do território palestino sitiado, onde o porta-voz da Defesa Civil, Mahmud Basal, anunciou que um bombardeio contra um edifício residencial em Beit Lahia deixou 93 mortos e 40 desaparecidos.
"A maioria das vítimas eram mulheres e crianças. As pessoas tentavam salvar os feridos, mas não há hospitais, nem atendimento médico adequado", disse Rabi al-Shandagli, uma testemunha de 30 anos que se refugiou em uma escola próxima.
O Exército israelense afirmou à AFP que estava analisando as informações sobre este ataque. Por outro lado, assumiu a responsabilidade pelas ações no setor vizinho de Jabaliya, que mataram "cerca de 40 terroristas".
Em 6 de outubro, as tropas israelenses iniciaram uma nova ofensiva no norte de Gaza, onde dizem que os combatentes do Hamas estão se reagrupando. A operação causou o deslocamento de dezenas de milhares de pessoas e, segundo a Defesa Civil, centenas de mortes.
A guerra eclodiu em 7 de outubro de 2023 com o ataque sem precedentes do Hamas, que matou 1.206 pessoas, a maioria civis, segundo uma contagem da AFP baseada em dados oficiais israelenses que incluem os reféns mortos em cativeiro.
Israel lançou então uma campanha de retaliação para acabar com o movimento palestino que já matou pelo menos 43.061 pessoas, segundo dados do Ministério da Saúde do governo do Hamas, considerados confiáveis pela ONU.
- Novo líder do Hezbollah -
Quase desde o início da guerra em Gaza, as tropas israelenses e os combatentes libaneses do Hezbollah trocaram disparos na fronteira entre os dois países, forçando milhares de habitantes de ambos os lados a fugir.
Com o objetivo de permitir o retorno dos 60.000 habitantes deslocados do norte do seu território, Israel lançou bombardeios diários sobre o Líbano desde 23 de setembro, acompanhados uma semana depois por uma ofensiva terrestre no sul do país.
Esta ação enfraqueceu a poderosa formação político-militar xiita, que perdeu o seu influente líder Nasrallah em 27 de setembro em um bombardeio na periferia sul de Beirute, e o seu provável sucessor, Hashem Safieddine, dias depois.
Nesta terça-feira, o Hezbollah anunciou a nomeação como novo líder do seu número dois desde 1991, Naim Qassem, cofundador do movimento e o seu líder mais visível publicamente nas últimas décadas.
Segundo dados oficiais, a ofensiva do mês passado deixou mais de 1.700 mortos no Líbano. Na segunda-feira, as autoridades relataram 60 mortos em ataques aéreos no leste e sete na cidade de Tiro, no sul.
Nesta terça-feira, Israel continuou o seu bombardeio no sul do Líbano e, segundo a agência de notícias estatal libanesa, realizou um ataque de tanques em direção à localidade de Khiam, a 6 quilômetros da fronteira, incomum pela sua profundidade.
O território israelense também foi atingido por mísseis lançados pelo Líbano, que mataram uma pessoa na cidade de Maalot, no norte, e por um drone dos houthis iemenitas, que caiu no sul sem causar feridos.
- Proibição da UNRWA -
A nível diplomático, Israel enfrentou uma onda de críticas pela aprovação no seu Parlamento de uma lei que proíbe as atividades da UNRWA no seu território e a colaboração com a agência e os seus funcionários.
Isto poderia prejudicar gravemente as atividades da agência, considerada a "espinha dorsal" da ação humanitária em Gaza, uma vez que Israel controla a entrada de toda a ajuda a este território de 2,4 milhões de pessoas.
Várias capitais europeias, a própria ONU e a Organização Mundial da Saúde (OMS) denunciaram a proibição, à qual os Estados Unidos também expressaram oposição.
O chefe da UNRWA, Philippe Lazzarini, afirmou que a decisão, que deve ser implementada 90 dias após a sua aprovação, "agravará o sofrimento dos palestinos", e o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para "consequências devastadoras".
Y.Bouchard--BTB