-
Paolo Maldini é o novo diretor técnico da Federação de Futebol Italiana
-
Espanha espera a melhor versão de Lamine Yamal para derrubar a França
-
Número de mortos em terremotos na Venezuela ultrapassa 4.300
-
Tufão Bavi atinge a China após a evacuação de quase 2 milhões de pessoas
-
Linda Noskova vence Karolina Muchova e é campeã de Wimbledon
-
Segurança do avião presidencial americano EUA gera questionamentos
-
Morre ex-jogador argentino Antonio Rattín, ídolo do Boca Juniors, aos 89 anos
-
Jürgen Klopp chega a acordo com federação para assumir seleção alemã
-
IA pode marcar um ponto de virada na ajuda humanitária
-
Jogador que disputou Copa de 2026 pela África do Sul é encontrado morto
-
Várias regiões da Rússia estimulam teletrabalho por falta de combustível
-
Torre Eiffel e museus de Paris fecharão mais cedo durante onda de calor
-
Rapper Pitbull estabelece recorde mundial de maior reunião de pessoas com carecas postiças
-
Copa do Mundo define os últimos semifinalistas
-
'Vingança' por Khamenei é 'inevitável', diz líder supremo do Irã
-
Tufão Bavi avança em direção à China
-
Incêndio no sul da Espanha tem evolução 'favorável'
-
Irã diz que 'cumpriu sua palavra', mas Trump insiste que trégua acabou
-
Explosões são ouvidas em Kiev durante ataque russo
-
EUA e aliados pedem que Colômbia garanta 'transição pacífica'
-
EUA realiza primeiros pagamentos a vítimas da 'Síndrome de Havana'
-
Inglaterra de Kane encara Noruega de Haaland nas quartas de final da Copa do Mundo
-
Liderada por Messi, Argentina desafia monopólio europeu na Copa do Mundo
-
Apple processa OpenAI por violação de segredos comerciais
-
'É legal fazer sofrer um pouco', brinca Nico Williams, após classificação dramática da Espanha
-
França, a força tranquila antes do duelo contra a Espanha nas semifinais da Copa
-
"Se vencermos a Copa do Mundo, ninguém vai se lembrar se eu marquei gols", diz Yamal
-
Declan Rice, Reece James e Guéhi voltam a treinar com a seleção da Inglaterra
-
Espanha vence Bélgica (2-1) e vai enfrentar França nas semifinais da Copa
Marco Rubio, um latino para mudar o curso da política externa dos EUA
Quem imaginaria há alguns anos que Donald Trump poderia escolher Marco Rubio como chefe da diplomacia? Mas os antigos rivais baixaram as armas e agora o senador de origem cubana se apresenta como o rosto de Trump perante o mundo.
Vários meios de comunicação apontam o congressista da Flórida, de 53 anos, como o futuro secretário de Estado, embora o bilionário republicano ainda não tenha feito o anúncio oficial.
Se confirmado, Rubio faria história como o primeiro latino a ocupar o cargo, um grande feito para o político que sonha há anos com a Casa Branca.
Nascido em Miami, esse filho de imigrantes cubanos conhece a fundo os meandros da política, na qual está envolvido há 25 anos.
Ele é favorável a exercer máxima pressão sobre a China, grande potência rival dos Estados Unidos.
Como senador, tem defendido a ajuda a Taiwan, medidas para restringir as operações comerciais chinesas nos Estados Unidos e punições contra Pequim pela maneira como trata Hong Kong e a minoria uigur.
Também é um fervoroso defensor de Israel, tem o Irã como alvo e é favorável ao fim da guerra na Ucrânia.
Em uma entrevista à EWTN, uma rede de mídia católica, Rubio afirmou que a Ucrânia tem sido corajosa em sua luta, mas chegou a um "ponto morto" contra os invasores russos, e que os Estados Unidos deveriam mostrar "pragmatismo" em vez de enviar mais bilhões de dólares em armas.
"Não gosto do que fez [o presidente russo] Vladimir Putin, e sim, estamos interessados no que acontece lá", disse. "Mas acredito que o futuro do século XXI será, em grande parte, definido pelo que acontecer no Indo-Pacífico", acrescentou.
Na América Latina, o político, que fala espanhol fluente, critica duramente o governo castrista de Cuba, o presidente venezuelano Nicolás Maduro e o nicaraguense Daniel Ortega.
- 'Pequeno Marco' -
Rubio encarna o sonho americano. Filho de um garçom e uma caixa de supermercado, subiu rapidamente os degraus da política e, aos 34 anos, já era presidente da Câmara dos Representantes da Flórida.
Ele é muito conhecido entre os latinos, um eleitorado que mobilizou nas recentes eleições presidenciais.
Por meses, esteve entre os favoritos nas apostas de possíveis companheiros de chapa de Trump, apesar de, anos antes, em 2016, terem sido adversários nas primárias republicanas.
Naquela época, a relação entre os dois era péssima, com trocas constantes de insultos.
Rubio disse que Trump tinha "mãos pequenas" e o chamou de "golpista". O magnata também zombava dele, apelidando-o de "pequeno Marco".
Mas na política a memória é curta, e ambos passaram de inimigos a aliados. A relação melhorou durante o primeiro governo de Trump, com quem Rubio trabalhou em questões relativas à América Latina.
- 'Pessoas como nós' -
Desde então, o católico Rubio, casado com sua namorada de longa data, Jeanette Dousdebes, uma ex-cheerleader do Miami Dolphins da NFL de origem colombiana, com quem tem quatro filhas, tem defendido Trump contra todas as adversidades.
Embora tenha enfurecido a direita radical ao apoiar as reformas migratórias aprovadas em 2013, na gestão Obama, o senador é, em geral, um político bastante conservador, que acusa os democratas do presidente Joe Biden de serem de "extrema esquerda".
Sobre imigração, ele endureceu sua postura: considera que o fenômeno se tornou "maciço" e defende a imposição de limites.
Em uma entrevista de 2012 à revista Time, Rubio recordou como sua mãe lhe deixou uma mensagem de voz pedindo para ele não "mexer" com os imigrantes em situação irregular, pois eles são "pessoas como nós".
J.Fankhauser--BTB