-
Linda Noskova vence Karolina Muchova e é campeã de Wimbledon
-
Segurança do avião presidencial americano EUA gera questionamentos
-
Morre ex-jogador argentino Antonio Rattín, ídolo do Boca Juniors, aos 89 anos
-
Jürgen Klopp chega a acordo com federação para assumir seleção alemã
-
IA pode marcar um ponto de virada na ajuda humanitária
-
Jogador que disputou Copa de 2026 pela África do Sul é encontrado morto
-
Várias regiões da Rússia estimulam teletrabalho por falta de combustível
-
Torre Eiffel e museus de Paris fecharão mais cedo durante onda de calor
-
Rapper Pitbull estabelece recorde mundial de maior reunião de pessoas com carecas postiças
-
Copa do Mundo define os últimos semifinalistas
-
'Vingança' por Khamenei é 'inevitável', diz líder supremo do Irã
-
Tufão Bavi avança em direção à China
-
Incêndio no sul da Espanha tem evolução 'favorável'
-
Irã diz que 'cumpriu sua palavra', mas Trump insiste que trégua acabou
-
Explosões são ouvidas em Kiev durante ataque russo
-
EUA e aliados pedem que Colômbia garanta 'transição pacífica'
-
EUA realiza primeiros pagamentos a vítimas da 'Síndrome de Havana'
-
Inglaterra de Kane encara Noruega de Haaland nas quartas de final da Copa do Mundo
-
Liderada por Messi, Argentina desafia monopólio europeu na Copa do Mundo
-
Apple processa OpenAI por violação de segredos comerciais
-
'É legal fazer sofrer um pouco', brinca Nico Williams, após classificação dramática da Espanha
-
França, a força tranquila antes do duelo contra a Espanha nas semifinais da Copa
-
"Se vencermos a Copa do Mundo, ninguém vai se lembrar se eu marquei gols", diz Yamal
-
Declan Rice, Reece James e Guéhi voltam a treinar com a seleção da Inglaterra
-
Espanha vence Bélgica (2-1) e vai enfrentar França nas semifinais da Copa
-
Zagueiro espanhol Mario Gila deixa Lazio e assina com Milan
-
Charles III recebe príncipe Harry e sua família pela primeira vez desde 2022
-
Testemunhas contradizem versão do ICE sobre morte de mexicano baleado em Houston
-
'Haaland-mania' chega ao Peru, com centenas de bebês registrados com nome do astro norueguês
-
Djokovic gostaria de jogar em Wimbledon 'pelo menos mais uma vez'
-
Brasileira Luisa Stefani vai disputar final feminina de duplas em Wimbledon
-
Muchova-Noskova, uma final de Wimbledon 100% tcheca valendo título inédito de Grand Slam
-
Trump reforça que cessar-fogo 'terminou', mas aceita negociar com Irã
-
Pelo menos 12 mortos de diferentes nacionalidades em incêndio no sul da Espanha
G20 Social, o toque popular de Lula antes da cúpula de chefes de Estado
Para evitar que apenas 20 pessoas definam “os destinos da humanidade”, movimentos sociais e ativistas se reúnem a partir desta quinta-feira (14) no Rio de Janeiro no G20 Social, uma iniciativa inédita do governo brasileiro antes da reunião de cúpula dos principais líderes mundiais.
Alheios ao ataque ocorrido na véspera em Brasília, quando um homem carregando explosivos morreu ao tentar atacar o Supremo Tribunal Federal, os participantes mostravam o caráter multicultural do evento.
Quarenta mil indígenas, agricultores, jovens moradores de favelas e estudantes desfilaram pela Praça Mauá e por seus arredores, no Centro do Rio, muitos deles vestindo camisetas e bonés com reivindicações tradicionais da esquerda.
O evento, de três dias, foi uma ideia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o objetivo de incluir a sociedade civil na reunião que será realizada na segunda e na terça-feira pelos líderes das maiores economias do mundo.
O G20 são vinte pessoas "definindo os destinos da humanidade, das populações, sem a participação do povo e da população. O Lula está chamando o povo para participar desse processo”, disse Márcio Macedo, chefe da Secretaria-Geral da Presidência, responsável pela coordenação do G20 Social.
O evento foi inaugurado na presença, entre outros, do chanceler Mauro Vieira, do prefeito do Rio, Eduardo Paes, e da primeira-dama do país, Rosangela “Janja” da Silva. "Não poderia haver uma discussão e medidas efetivas" contra os problemas do mundo "se não houvesse um diálogo com a sociedade", disse Vieira.
A iniciativa vai até sábado com mais de 270 atividades organizadas por movimentos sociais, autoridades, universidades ou organizações internacionais sobre "lutas sociais", como os direitos da população LGBTQIAPN+, a igualdade salarial, a luta contra o racismo e um tribunal popular anti-imperialista, entre outros.
- Pelo meio ambiente e contra a guerra -
"Espero que os governantes olhem mais para a parte climática e contra a guerra", disse à AFP Neiberth Luiz, um ativista de 36 anos, de boné vermelho, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e que viajou do estado de Minas Gerais.
Estão marcadas sessões plenárias para esta sexta-feira, para discutir os três eixos propostos pelo Brasil à cúpula do G20: combate à fome, à pobreza e às desigualdades; sustentabilidade e mudança climática; e reforma da governança global.
Durante a cerimônia de encerramento, no sábado, será entregue a Lula um texto com as "demandas e aspirações" da sociedade civil. O governo brasileiro espera que o documento seja incorporado – nas questões sobre as quais há consenso – na declaração final dos líderes do G20.
"Espero que tudo seja acatado, que seja o melhor para todos. Nós precisamos de apoio, de resistência", disse a indígena potiguara Cristina Ferreira da Silva, de 51 anos.
Com um cocar de penas na cabeça, Cristina planejava participar de um evento convocado pela Central Única dos Trabalhadores do Brasil, com o objetivo de saber o que "está acontecendo no mundo".
Outro destaque do G20 popular é o Festival Cultural da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, inspirado nos grandes shows Live Aid e Free Nelson Mandela, realizados em Londres em 1985 e 1988. Apelidado de “Janjapalooza” pela imprensa, por ser promovido pela primeira-dama, o evento reunirá ícones da música brasileira, como Zeca Pagodinho, Seu Jorge, Daniela Mercury, Maria Rita e Alceu Valença.
O evento, que tem entrada franca, foi alvo de críticas por causa dos custos envolvidos na montagem e no pagamento dos artistas.
C.Kovalenko--BTB