-
Hugo Broos deixa cargo de técnico da África do Sul
-
Netanyahu se apressa em cumprir promessas feitas a aliados antes das eleições
-
Pelo menos 12 mortos e 23 desaparecidos em incêndio no sul da Espanha
-
Espanha enfrenta Bélgica nas quartas de final da Copa do Mundo
-
UE exige que Meta modifique o 'design viciante' do Facebook e do Instagram
-
Pelo menos 11 mortos e 19 desaparecidos em incêndio no sul da Espanha
-
Tufão Bavi provoca 15 mortes nas Filipinas e deixa Taiwan em alerta
-
Tapeçaria de Bayeux chega a Londres para empréstimo histórico
-
Incêndio florestal deixa 11 mortos no sul da Espanha
-
Aiatolá Ali Khamenei é sepultado em funeral marcado por ataques entre EUA e Irã
-
Trump informou Netanyahu sobre 'últimos movimentos' dos EUA no Golfo
-
Suspeito do assassinato de Charlie Kirk manifestou arrependimento, diz colega de quarto
-
França vence Marrocos (2-0) e está na semifinal da Copa do Mundo
-
'A vida parou': venezuelanos cavam entre escombros duas semanas após terremoto
-
Keiko toma medidas para evitar 'catástrofe' causada pelo El Niño no Peru
-
Karolina Muchova e Linda Noskova farão final feminina de Wimbledon 100% tcheca
-
Espanha e o desafio de parar a embalada Bélgica nas quartas da Copa do Mundo
-
Andy Burnham, na linha de largada para suceder a Keir Starmer no Reino Unido
-
Presidente do Peru pede a Fujimori que governe 'para todos'
-
Inglês Jarell Quansah recebe 2 jogos de suspensão por expulsão contra o México
-
Pulisic sofreu microfratura na eliminação dos EUA contra Bélgica
-
Cinco destaques da Semana de Alta-Costura de Paris
-
Justiça colombiana ordena confisco de casa do ex-goleiro Higuita vinculada a Pablo Escobar
-
Erdogan presenteia líderes na cúpula da Otan com pistolas e munições
-
Muchová disputará sua primeira final de Wimbledon após derrotar Gauff
-
Jorge Jesus será o novo técnico da seleção de Portugal
-
Aeroporto de Palm Beach adota nome de Donald Trump
-
Equipamentos quebrados e médicos exaustos: o sistema de saúde cubano à beira do colapso
Número de migrantes que cruzam selva de Darién rumo aos EUA caiu 41% em 2024
Cerca de 302 mil migrantes, a maioria venezuelanos, cruzaram a selva panamenha de Darién em 2024 rumo aos Estados Unidos, 41% a menos que no ano anterior, anunciou o presidente do Panamá, José Raúl Mulino, nesta quinta-feira (2).
Esta queda foi registrada a menos de três semanas da posse do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, que prometeu realizar deportações em massa.
"Conseguimos uma redução de 41% no fluxo de migrantes que atravessam a selva de Darién", na fronteira com a Colômbia, afirmou Mulino em seu discurso de abertura das sessões plenárias do Congresso panamenho.
Segundo dados do Serviço Nacional de Migração, 302.203 pessoas cruzaram Darién em 2024, frente aos 520.085 em 2023.
A selva panamenha tornou-se um corredor para migrantes sul-americanos que tentam chegar aos Estados Unidos, a maioria deles vindos da Venezuela, mas também de Colômbia, Equador, China, Haiti, entre outros.
Nesta travessia, enfrentam perigos como rios caudalosos, animais selvagens e grupos criminosos que roubam, estupram e matam, segundo organizações internacionais.
"Hoje estamos trabalhando diariamente para que esta migração ilegal não chegue aqui à cidade [capital] ou ao resto do país", afirmou Mulino.
O governo panamenho atribui o declínio neste número ao fechamento de algumas trilhas na selva e à assistência de Washington, que financia voos de repatriação para migrantes mediante um contrato assinado em julho.
Com este programa, que inclui uma contribuição americana de US$ 6 milhões (quase R$ 33 milhões na cotação atual), o Panamá deportou mais de 1.500 migrantes em voos para Colômbia, Equador e Índia.
No entanto, esta medida não inclui os venezuelanos, que o Panamá permite que sigam para os Estados Unidos visto que Caracas não permite voos procedentes do país centro-americano.
Há um "problema logístico com a Venezuela, mas seus migrantes estão avançando para o norte da América Central como deveriam e, é claro, respeitamos todos os seus direitos humanos", disse Mulino.
O presidente panamenho afirmou em 19 de dezembro que pelo menos 55 migrantes morreram e 180 crianças foram abandonadas enquanto cruzavam a selva de Darién em 2024.
As autoridades panamenhas suspeitam que o número de mortos pode ser maior já que muitos corpos não podem ser recuperados devido ao terreno inacessível ou porque são devorados por animais.
I.Meyer--BTB