-
'A vida parou': venezuelanos cavam entre escombros duas semanas após terremoto
-
Keiko toma medidas para evitar 'catástrofe' causada pelo El Niño no Peru
-
Karolina Muchova e Linda Noskova farão final feminina de Wimbledon 100% tcheca
-
Espanha e o desafio de parar a embalada Bélgica nas quartas da Copa do Mundo
-
Andy Burnham, na linha de largada para suceder a Keir Starmer no Reino Unido
-
Presidente do Peru pede a Fujimori que governe 'para todos'
-
Inglês Jarell Quansah recebe 2 jogos de suspensão por expulsão contra o México
-
Pulisic sofreu microfratura na eliminação dos EUA contra Bélgica
-
Cinco destaques da Semana de Alta-Costura de Paris
-
Justiça colombiana ordena confisco de casa do ex-goleiro Higuita vinculada a Pablo Escobar
-
Erdogan presenteia líderes na cúpula da Otan com pistolas e munições
-
Muchová disputará sua primeira final de Wimbledon após derrotar Gauff
-
Jorge Jesus será o novo técnico da seleção de Portugal
-
Aeroporto de Palm Beach adota nome de Donald Trump
-
Equipamentos quebrados e médicos exaustos: o sistema de saúde cubano à beira do colapso
-
Pierluigi Collina defende 'integridade' da arbitragem na Copa do Mundo
-
França e Marrocos inauguram quartas de final de uma Copa do Mundo em reta decisiva
-
Um revólver com seis balas: o presente incomum do presidente turco aos líderes da Otan
-
Irã sepulta Ali Khamenei em meio a pedidos de 'vingança'
-
Em nome da liberdade de culto, rastafáris quenianos esperam fumar cannabis legalmente
-
Ofensiva do Parlamento da Hungria contra a 'máfia' de Orbán ganha força
-
Andy Burnham, o provável sucessor de Keir Starmer no Reino Unido
-
A última manhã de Lorenzo Salgado: entre o sonho americano e uma bala do ICE
-
Morre Bonnie Tyler, cantora famosa por 'Total Eclipse of the Heart'
-
EUA ataca Irã, que anuncia medidas de represália e denuncia 'crime de guerra'
-
EUA e Irã anunciam novos ataques em disputa pelo Estreito de Ormuz
-
Irã vai enterrar Khamenei em sua cidade natal, em meio a ataques dos EUA
-
Número de mortos em terremotos na Venezuela sobe para 3.811
-
Juiz ordena pagamento de US$ 5 milhões a mulher que acusou Trump de agressão sexual
-
Meta vai construir centro de dados de US$ 9 bilhões no Canadá
-
EUA volta a atacar Irã após Trump prometer forte retaliação
-
EUA retirará Síria da lista de Estados patrocinadores do terrorismo
-
PSG e Atlético de Madrid chegam a acordo para transferência do meia sul-coreano Lee Kang-in
-
"La cuarta estrella": Argentina já tem seu novo hino na Copa de 2026
-
Líbano pede retirada israelense de zonas-piloto como condição para negociar
Combates deixam 13 mortos na fronteira entre Colômbia e Venezuela
Combates entre rebeldes do Exército de Libertação Nacional (ELN) e dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) na fronteira da Colômbia com a Venezuela fizeram 13 novas vítimas, em meio a uma onda de violência que dura mais de dez dias, informaram autoridades locais nesta segunda-feira (27).
O ELN enfrenta desde o último dia 16 dissidentes das antigas Farc que se afastaram do acordo de paz de 2016, em uma luta pelo controle do narcotráfico na região fronteiriça de Catatumbo. A violência nessa região do departamento de Norte de Santander já deixou 54 mortos, mais de 48 mil deslocados, 11 feridos e 12 desaparecidos, segundo um balanço do governo local.
"O que se manifesta é que na tarde de sexta-feira teve início o confronto entre as duas insurgências", indicou à Rádio Blu Celso Rincón, encarregado de zelar pelo respeito aos direitos humanos no município de Teorama, em cuja área rural os corpos foram encontrados.
- 'Força estrangeira' -
O presidente Gustavo Petro, o ministro da Defesa Iván Velásquez e comandantes militares estavam reunidos no município de Ocaña para tomar medidas que ajudem a resolver a crise.
"O que há em Catatumbo é uma força estrangeira ocupando o território. Este é um problema de soberania nacional, não apenas um conflito interno", afirmou o presidente, sem informar a quem se referia.
Devido ao recrudescimento da violência, mais de 10 mil efetivos da força pública estão destacados nessa região, repleta de cultivos de drogas. "Quatro operações ofensivas estão em andamento", informou o Ministério da Defesa.
Segundo denúncias de organizações como a Human Rights Watch, o ELN atua nos dois lados da fronteira, com o consentimento do governo chavista. Petro propôs no último sábado ao governo venezuelano que os dois países enfrentem juntos a guerrilha de esquerda.
Com 60 anos de história, o ELN tem um componente militar muito superior ao das dissidências, com cerca de 5.800 combatentes. O Ministério da Defesa divulgou na semana passada um cartaz em que oferece uma recompensa de 3 bilhões de pesos colombianos (R$ 4,2 milhões) pelos principais líderes do ELN, entre eles: "Antonio García", "Pablo Beltrán" e "Gabino".
K.Brown--BTB