-
Loja maçônica na França no centro de julgamento por assassinato
-
Irã e Israel prosseguem com ataques; EUA cogitam operação terrestre
-
Israel ataca Teerã; Trump diz que acordo com o Irã está próximo
-
Sinner vence Lehecka na final em Miami e completa 'Sunshine Double'
-
Israel garante acesso do patriarca latino ao Santo Sepulcro após bloqueá-lo no domingo
-
Chuva interrompe final do Masters 1000 de Miami, com Sinner vencendo por 1 set a 0
-
França vence Colômbia (3-1) e confirma sua força a menos de 3 meses da Copa
-
Estádio Azteca revela seu novo visual para receber abertura da Copa do Mundo de 2026
-
Primeiro acidente da F1 no ano gera debate sobre motores híbridos
-
Petroleiro russo se aproxima de Cuba apesar de bloqueio dos EUA
-
Último dia de conferência da OMC em Camarões é prorrogado por ressalvas do Brasil
-
Presidente da CAF promete "respeitar" decisão sobre título da Copa Africana
-
Polícia israelense impede entrada do Patriarca Latino de Jerusalém na Igreja do Santo Sepulcro
-
Desanimado, Verstappen dá a entender que poderá deixar a Fórmula 1
-
Equador perde Piero Hincapié e Denil Castillo para amistoso contra Países Baixos
-
Ter Stegen tem chances "muito remotas" de ir à Copa do Mundo, diz Nagelsmann
-
Com lesão no joelho, Martín Zubimendi é cortado da seleção espanhola
-
Tottenham anuncia saída do técnico Igor Tudor
-
Polícia de Israel impede Patriarca Latino de Jerusalém de celebrar missa no Domingo de Ramos
-
Ataque com drones reivindicado pela Ucrânia provoca incêndio em porto russo
-
Papa faz alerta no Domingo de Ramos contra a guerra
-
Irã acusa governo americano de planejar ofensiva terrestre
-
Líder norte-coreano supervisiona teste de motor de foguete de combustível sólido
-
Irã acusa EUA de planejar ofensiva terrestre
-
Gilberto Gil encerra 'última turnê' com show em São Paulo
-
Maduro diz que está 'bem' em primeira mensagem publicada da prisão
-
Estádio Azteca é reinaugurado com empate entre México e Portugal (0-0) e morte de torcedor
-
Kimi Antonelli (Mercedes) vence GP do Japão de F1; Bortoleto é 13º
-
Flávio Bolsonaro elogia 2º mandato de Trump e se vê como presidente do Brasil
-
Rebeldes huthis do Iêmen voltam a atacar Israel e entram na guerra no Oriente Médio
-
Bélgica atropela EUA (5-2) em amistoso a dois meses e meio da Copa
-
Sabalenka vence Gauff e é bicampeã do WTA 1000 de Miami
-
Israel ataca centro de armamento naval iraniano, e fortes explosões são ouvidas em Teerã
-
Tuchel elogia Maguire mas lista outros zagueiros com mais chances de disputar Copa do Mundo
-
Veleiros com ajuda humanitária chegam a Cuba após serem localizados
-
Deschamps anuncia rotações na França para amistoso contra Colômbia
-
Após vitória sem brilho, Argentina liga sinal de alerta a menos de 80 dias da Copa
-
Tribunal francês decide litígio entre Cardiff e Nantes sobre morte de Emiliano Sala
-
Apesar de sanção, Senegal exibe troféu da Copa Africana em amistoso contra o Peru, em Paris
-
Manifestantes anti-Trump protestam em várias cidades dos Estados Unidos
-
Indonésia proíbe uso de redes sociais a menores de 16 anos
-
Manifestantes anti-Trump convocam protestos nos EUA
-
Rebeldes huthis do Iêmen entram na guerra com ataque a Israel
-
Nestlé denuncia roubo de 12 toneladas de chocolates KitKat na Europa
-
Papa Leão XIV denuncia 'abismos entre pobres e ricos' durante visita a Mônaco
-
Ataques russos matam 4 na Ucrânia, atingem porto e maternidade
-
'Cuba é a próxima', afirma Trump
-
Kimi Antonelli conquista pole position em Suzuka; Bortoleto é 9º
-
Met inaugura neste domingo maior exposição sobre Rafael nos EUA
-
EUA espera novas reuniões com Irã
Netanyahu ordena negociações para libertar reféns em meio a ofensiva na Cidade de Gaza
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ordenou, nesta quinta-feira (21), iniciar negociações para libertar os reféns em Gaza, em resposta a uma nova proposta de trégua no território palestino, onde o exército israelense intensificou sua ofensiva na Cidade de Gaza.
"Dei instruções para iniciar imediatamente negociações para a libertação de todos os nossos reféns e para pôr fim à guerra em condições aceitáveis para Israel", declarou o primeiro-ministro israelense.
Netanyahu não mencionou explicitamente a proposta mais recente dos mediadores (Egito, Catar e Estados Unidos), que prevê, segundo fontes do Hamas e da Jihad Islâmica, uma trégua de 60 dias, associada à libertação em duas etapas dos reféns ainda cativos em Gaza. O Hamas informou na segunda-feira ter aceitado o plano.
Paralelamente, o dirigente israelense afirmou, antes de se reunir com altos comandos, que se preparava para "aprovar os planos" apresentados pelo exército e pelo ministro da Defesa "com o objetivo de tomar o controle da Cidade de Gaza e derrotar o Hamas".
O Exército israelense anunciou que mobilizará mais 60 mil reservistas, aumentando os temores de um agravamento da catastrófica situação humanitária que assola o território palestino.
Está prevista a participação na ofensiva de cinco divisões e os militares israelenses pediram que hospitais e ONGs que operam na Cidade de Gaza preparem seu traslado para o sul do território.
O Exército assegurou que forneceria "um lugar para operar, seja um hospital de campanha ou qualquer outro hospital".
O Ministério da Saúde de Gaza, governada pelo Hamas, repudiou estas exigências, afirmando que fragilizariam "o que resta do sistema de saúde, após a destruição sistemática" executada pelo Exército israelense e "privaria mais de um milhão de pessoas de seu direito a receber atendimento médico".
- "Mais mortos" -
Há mais de uma semana, vários bairros da Cidade de Gaza, o maior centro urbano da Faixa, situado no norte do território, são bombardeados intensamente pela aviação e pela artilharia.
"A casa tremeu a noite toda. O som das explosões, da artilharia, dos aviões de combate, das ambulâncias e os gritos de socorro estão nos matando", contou à AFP, nesta quinta-feira, Ahmad al Shanti, morador da cidade.
No início de agosto, o gabinete de segurança chefiado por Netanyahu havia autorizado um plano para ocupar militarmente esta cidade e os campos de refugiados adjacentes, assim como tomar o controle de toda a Faixa, libertar os reféns e desarmar o Hamas.
Neste território palestino seguem cativos 49 reféns, dos quais 27 estão mortos, segundo o exército. São os remanescentes do grupo de 251 reféns capturados pelo Hamas em seu ataque de 7 de outubro de 2023 a Israel, estopim do conflito.
Desde o início da guerra, Israel mantém um cerco a Gaza e controla atualmente 75% do território, onde sua operação de represália causou dezenas de milhares de mortos e um desastre humanitário.
A Defesa Civil de Gaza informou que pelo menos 48 pessoas morreram nesta quinta-feira em ataques israelenses em diversas localidades do território palestino, incluindo várias vítimas em um bombardeio na Cidade de Gaza.
Restrições à mídia em Gaza e as dificuldades de acessos ao território impossibilitam a AFP de verificar de forma independente cifras e detalhes fornecidos pela Defesa Civil e o Exército israelense.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), que atuou nas operações de troca de reféns por presos palestinos nas duas tréguas anteriores, considerou "intolerável" a intensificação das hostilidades.
"Significa mais mortos, mais deslocamentos, mais destruição e mais pânico", disse à AFP seu porta-voz, Christian Cardon.
A agência humanitária da ONU para os Territórios Palestinos também alertou que o plano israelense terá "um impacto humanitário terrível" na população.
- "Desprezo flagrante" -
O Hamas, que aceitou a atual proposta para um acordo de cessar-fogo, considerou que a operação na Cidade de Gaza demonstra "um desprezo flagrante aos esforços realizados pelos mediadores".
A proposta se baseia em um plano anterior do emissário americano Steve Witkoff, que tinha sido validado por Israel.
Este contempla a libertação de dez reféns vivos e a entrega dos corpos de 18 mortos em troca de um cessar-fogo de 60 dias e negociações para encerrar a guerra. Os demais cativos seriam libertados após uma segunda fase de negociações, de acordo com fontes do Hamas e da Jihad Islâmica.
Enquanto isso, a indignação aumenta entre os familiares dos reféns israelenses.
"Há um acordo sobre a mesa que pode salvar a vida dos reféns (...) O Hamas aceitou, mas o gabinete do primeiro-ministro insiste em sabotá-lo, o que condena à morte os reféns que estão vivos e os mortos ao esquecimento", denunciou Lishay Miran Lavi, cujo marido, Omri Miran, continua sequestrado.
T.Bondarenko--BTB