-
Vaticano confirma excomunhão de seis bispos tradicionalistas
-
Negociações indiretas entre EUA e Irã registram 'avanços positivos', diz Catar
-
Equipes de resgate lutam para retirar venezuelano dos escombros sete dias após terremotos
-
Pochettino comemora classificação dos EUA para as oitavas: "Por que não nós?"
-
Ataque russo com mísseis e drones deixa dois mortos em Kiev
-
EUA vence Bósnia (2-0) com um a menos e vai enfrentar Bélgica nas oitavas da Copa
-
Adversário apela à CIDH contra vitória de Keiko no Peru
-
Ataque russo com mísseis e drones deixa um morto e vários feridos em Kiev
-
Celtics negociam Jaylen Brown com seus rivais Sixers
-
Tottenham está perto de contratar Tonali e Mateus Fernandes
-
Ator Danny Glover revela diagnóstico de Alzheimer
-
"Gus", o tiranossauro mais completo do mundo, é apresentado em NY antes de leilão
-
Bélgica vence Senegal de virada na prorrogação (3-2) e vai às oitavas da Copa
-
Para Portugal, Copa do Mundo começa contra a Croácia, diz Martínez
-
Esperança de encontrar sobreviventes se esvai na Venezuela
-
Nos 16-avos, Argélia encara Suíça, seleção já comandada por seu atual técnico
-
Lautaro ou Julián Álvarez? O dilema da Argentina para acompanhar Messi no ataque
-
Cristiano Ronaldo ou Modric: a Copa se despede de uma lenda
-
Vítor Pereira, ex-Corinthians e Flamengo, é demitido do Nottingham Forest
-
Djokovic bate Tsitsipas e vai à terceira rodada de Wimbledon
-
Casal que escalou Empire State Building para pedido de casamento é detido
-
Cavani rescinde com Boca Juniors, diz imprensa argentina
-
Seleção da RD de Congo mostrou a 'resiliência' de seu país contra a Inglaterra, diz treinador
-
Esperança de encontrar sobreviventes de terremotos se apaga na Venezuela
-
Vaticano expressa 'profunda dor' por ordenação não autorizada de bispos
-
Kane ressalta 'paciência' da Inglaterra na vitória sobre RD Congo
-
Irã afirma que usará fundos congelados no Catar para comprar bens essenciais
-
Espanha desfalcada enfrenta Áustria por vaga nas oitavas da Copa
-
Brasil e França aumentam cooperação em segurança transfronteiriça
-
Com 2 de Kane, Inglaterra vence RD Congo (2-1) de virada e vai às oitavas da Copa
-
Trump diz ter ganhado mais de US$ 1 bi com criptomoedas
-
Constelações de satélites podem ameaçar a astronomia, alerta estudo
-
Inglaterra vence RD Congo (2-1) e vai enfrentar o México nas oitavas da Copa
-
Bayern de Munique acerta contratação do marroquino Saibari até 2031
-
努莎·奧貝爾:為市民實施時速10公里限速,波茨坦的「坑洞政策」——是漠不關心還是無能為力?
-
Esperança de sobreviventes se apaga na Venezuela, que decreta sete dias de luto por terremotos
-
WTA Finals sai de Riade e será disputado em Indian Wells nesta temporada
-
Marco Palestra, grande promessa do futebol italiano, assina com o Chelsea
-
Seleção iraniana é recebida com festa no retorno a Teerã
-
João Fonseca avança à 3ª rodada e iguala sua melhor campanha em Wimbledon
-
'Inteligentes' e 'muito racionais'?: os dirigentes do Irã pós-Ali Khamenei
-
Prédios marcados com 'D' simbolizam mortes após terremotos letais na Venezuela
-
Noosha Aubel: Limite de velocidade de 10 para os cidadãos, a política de buracos nas estradas de Potsdam: desinteresse ou incompetência?
-
Maduro é processado nos EUA por execuções sumárias na Venezuela
-
Bruno Guimarães, motor e metrônomo do Brasil de Ancelotti
-
Trump diz estar 'emocionado' com seu primeiro voo no Air Force One oferecido pelo Catar
-
Presidente do Barcelona confirma proposta ao Atlético de Madrid por Julián Álvarez
-
Sinner avança à 3ª rodada de Wimbledon duelo disputado contra português Nuno Borges
-
Embaixador dos EUA na Otan alerta que alguns países estão 'para trás' em matéria de gastos
-
Representantes dos EUA e do Irã mantêm diálogos indiretos em Doha
Israel destrói outro grande edifício residencial em Cidade de Gaza
O Exército israelense destruiu, neste sábado(6), mais um grande edifício residencial na Cidade de Gaza, cuja população foi ordenada a se deslocar para uma região que declarou "humanitária", o prenúncio de uma operação terrestre.
O coronel Avichay Adraee, porta-voz em língua árabe do Exército israelense, pediu nas redes sociais a evacuação de uma área onde, segundo estimativas da ONU, vivem cerca de um milhão de pessoas.
Aviões israelenses lançaram milhares de panfletos sobre os bairros do oeste da cidade, pedindo aos moradores que saíssem.
Pouco depois, o Exército israelense anunciou que destruiu um edifício de grande altura, identificado por testemunhas consultadas pela AFP como Sussi, no sudoeste da cidade.
"Li os panfletos [...], mas a pergunta é: para onde podemos ir?", afirmou Nafiz, de 44 anos, que vive com sua família em uma barraca no bairro de Rimal. "Vamos esperar e, quando virmos os tanques israelenses se aproximando, iremos embora".
Na sexta-feira, outro edifício similar foi destruído pelas forças israelenses.
"Seguimos", escreveu na rede social X o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, que compartilhou um vídeo mostrando um edifício de cerca de 15 andares desmoronando em meio a uma grande nuvem de poeira.
- 'Mentiras descaradas' -
Na sexta-feira, o Exército israelense havia alertado que atacaria "infraestruturas terroristas" na Cidade de Gaza, particularmente os grandes edifícios residenciais.
Israel acusa o Hamas de utilizar essas estruturas em suas operações, o que o movimento palestino classifica de "mentiras descaradas".
O Exército israelense, que afirma controlar 75% da Faixa de Gaza e 40% de sua principal cidade, declarou que quer tomar a Cidade de Gaza para acabar com o Hamas e libertar os reféns em seu poder.
O Exército de Israel estima que 25 dos 47 reféns que permanecem em Gaza — dos 251 sequestrados no ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023 em Israel — estão mortos.
O Hamas, por sua vez, acusou o Exército israelense de cometer "crime [...] de deslocamento forçado contra o povo palestino".
A ofensiva ocorre após o presidente americano, Donald Trump, afirmar na sexta-feira que os Estados Unidos estavam em negociações "muito profundas" com o Hamas.
O novo chefe do comando militar americano para o Oriente Médio (CENTCOM), Brad Cooper, realizou neste sábado sua primeira visita a Israel.
Em agosto, o movimento islamista palestino aceitou uma proposta de cessar-fogo que permitiria a libertação de reféns em etapas, graças à mediação de Egito, Estados Unidos e Catar.
Mas o governo do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu exige que o Hamas liberte todos os reféns de uma vez, deponha as armas, e afirma que quer assumir o controle da segurança da Faixa de Gaza.
- 'O Exército mente' -
Em sua mensagem, o porta-voz do Exército israelense indicou que foi declarada uma "zona humanitária" em Al Mawasi, ao sul da Cidade de Gaza, para "facilitar a evacuação dos habitantes".
Segundo o Exército israelense, essa zona inclui "infraestruturas humanitárias essenciais" e está abastecida "com alimentos, barracas, medicamentos e equipamentos médicos".
Desde o início da guerra, o Exército israelense tem bombardeado com frequência áreas declaradas "humanitárias" e "seguras", alegando a presença de combatentes do Hamas.
"O Exército mente para as pessoas. Quando buscamos ajuda [...], abrem fogo", lamenta Abdelnasser Mushtaha, de 48 anos, um deslocado no oeste da Cidade de Gaza que teve que abandonar o bairro de Zeitun por causa dos bombardeios.
Bassam al Astal, de 52 anos, outro deslocado agora instalado com sua família em Al Mawasi, afirma que a zona não é "nem humanitária, nem segura". "A cada dia morre mais gente, não há espaço para barracas, nem serviços humanitários, nem água, nem saneamento, nem ajuda alimentar", afirma.
Segundo a Defesa Civil do território palestino, onde o Hamas tomou o poder em 2007, 55 pessoas morreram neste sábado por disparos ou bombardeios israelenses.
Devido às restrições impostas aos meios de comunicação em Gaza e às dificuldades de acesso, a AFP não pode verificar de forma independente os balanços da Defesa Civil.
O ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, que desencadeou a guerra, provocou a morte de 1.219 pessoas em Israel, em sua maioria civis, segundo um levantamento da AFP com base em dados oficiais.
As represálias israelenses deixaram pelo menos 64.300 mortos em Gaza, a maioria mulheres e crianças, segundo o Ministério da Saúde do território palestino, cujos dados são considerados confiáveis pela ONU.
N.Fournier--BTB