-
João Fonseca avança à 3ª rodada e iguala sua melhor campanha em Wimbledon
-
'Inteligentes' e 'muito racionais'?: os dirigentes do Irã pós-Ali Khamenei
-
Prédios marcados com 'D' simbolizam mortes após terremotos letais na Venezuela
-
Noosha Aubel: Limite de velocidade de 10 para os cidadãos, a política de buracos nas estradas de Potsdam: desinteresse ou incompetência?
-
Maduro é processado nos EUA por execuções sumárias na Venezuela
-
Bruno Guimarães, motor e metrônomo do Brasil de Ancelotti
-
Trump diz estar 'emocionado' com seu primeiro voo no Air Force One oferecido pelo Catar
-
Presidente do Barcelona confirma proposta ao Atlético de Madrid por Julián Álvarez
-
Sinner avança à 3ª rodada de Wimbledon duelo disputado contra português Nuno Borges
-
Embaixador dos EUA na Otan alerta que alguns países estão 'para trás' em matéria de gastos
-
Representantes dos EUA e do Irã mantêm diálogos indiretos em Doha
-
Sabalenka vence e segue firme em Wimbledon
-
Mkhitaryan renova com a Inter de Milão por mais uma temporada
-
À espera de reformas, setor privado já transformou Cuba
-
Liverpool anuncia contratação de jovem francês Jérémy Jacquet
-
Saques e prisões após protestos contra imigrantes na África do Sul
-
Serena Williams sofreu lesão no joelho, segundo sua representante
-
Justiça francesa condena Isabelle Adjani a 10 meses de prisão com sursis por fraude fiscal
-
Fifa denuncia aumento de comentários racistas e ofensivos durante a Copa do Mundo
-
Sede da Federação Alemã de Futebol é alvo de buscas por suspeita de corrupção na Eurocopa 2024
-
Nova Zelândia rejeita recurso do fundador do Megaupload contra extradição
-
Inglaterra enfrenta RD Congo para confirmar o favoritismo
-
Medo e preocupação crescem na Meta em meio à febre da IA
-
Sobreviventes dos terremotos na Venezuela enfrentam precariedade em abrigos improvisados
-
Robô chinês promete fazer companhia a quem se sente só
-
Guerra em Mianmar já deixou mais de 100 mil mortos
-
Comunidade tradicionalista desafia o Vaticano e ordena quatro bispos
-
Victor Willis, cantor do Village People, morre aos 74 anos
-
Fraternidade São Pio X desafia o Vaticano e ordena quatro bispos
-
Vietnã anuncia incentivos para que a população tenha mais filhos
-
México 'merecia uma noite como esta', comemora Aguirre após classificação para 16-avos da Copa
-
México vence Equador (2-0) e avança às oitavas de final da Copa do Mundo
-
Olise, o mago onipresente da França
-
Pochettino minimiza 'maldição' dos EUA contra seleções europeias
-
Tuchel reconhece favoritismo da Inglaterra contra RD Congo nos 16-avos da Copa
-
Nasa revela planos para construir base na Lua
-
EUA suspende restrições a modelos avançados de IA da Anthropic
-
Trump ganhou quase US$ 1,2 bilhão com criptomoedas em 2025
-
Chuva adia início do jogo entre México e Equador no Estádio Azteca
-
Copa do Mundo de 2026 ultrapassa marca de 5 milhões de espectadores nos estádios
-
Respirar sem se desesperar: mulher conta como sobreviveu sob os escombros na Venezuela
-
França deve levar Paraguai 'a sério', diz Mbappé
-
RD Congo joga pressão para Inglaterra: 'Nossa Copa já é um sucesso'
-
Com show de Mbappé e Olise, França atropela Suécia (3-0) e vai às oitavas da Copa
-
A hora de Pulisic pelos EUA contra a Bósnia nos 16-avos da Copa
-
Milhares de sul-africanos pedem expulsão de imigrantes sem documentos
-
Ronald Koeman pede demissão da seleção holandesa após eliminação na Copa
-
Serena Williams retorna ao circuito de simples com derrota em Wimbledon
-
Alemanha questiona sua identidade após mais uma decepção na Copa do Mundo
-
'Consigo jogar os 90 minutos contra a Áustria', garante Yamal, a 2 dias da estreia no mata-mata
Trump está 'cada vez mais impaciente' com a Rússia por causa da Ucrânia, diz vice dos EUA
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, advertiu nesta quarta-feira (24) que Donald Trump está "cada vez mais impaciente" com Moscou, um dia depois de Washington endurecer sua posição perante a Rússia após a estagnação dos esforços diplomáticos para encerrar a guerra na Ucrânia.
O presidente americano fez uma reviravolta surpreendente na ONU na terça-feira, ao sugerir que a Ucrânia não apenas poderia recuperar todo o território que perdeu militarmente para a Rússia, mas "inclusive ir além".
"O presidente está ficando cada vez mais impaciente com os russos porque sente que não estão contribuindo o suficiente para encerrar a guerra", disse Vance a jornalistas durante uma viagem à Carolina do Norte.
"Se os russos se negam a negociar de boa-fé, acho que será muito, mas muito ruim para o seu país", acrescentou o vice-presidente americano.
Em uma reunião realizada na manhã desta quarta-feira em Nova York, o titular da diplomacia americana, o secretário de Estado Marco Rubio, pareceu entrar em conflito com seu colega russo, Sergei Lavrov, ao pedir o fim da "matança" na Ucrânia e exigir que Moscou "tome medidas significativas para uma solução duradoura", de acordo com o Departamento de Estado.
Lavrov respondeu, segundo uma nota do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, destacando "o caráter inaceitável dos planos promovidos por Kiev e algumas capitais europeias destinados a prolongar o conflito".
Mais cedo, o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, havia elogiado Trump após sua inesperada mudança de postura sobre o conflito, mas advertiu que a Otan por si só não poderia garantir a segurança de seu país.
"Devido ao fato de as instituições internacionais serem fracas demais, esta loucura continua. Mesmo que faça parte da aliança militar de longa data [Otan], isso não significa automaticamente que você está seguro", declarou Zelensky perante a Assembleia Geral da ONU em Nova York.
Zelensky fez um balanço positivo da reunião que manteve na terça-feira com Trump, que descartou o ingresso de Kiev na Otan.
"Tivemos uma boa reunião com o presidente Trump, e também falei com muitos outros líderes fortes, e juntos podemos mudar muitas coisas", relatou Zelensky.
"Obviamente, estamos fazendo tudo o que é possível para garantir que a Europa ajude e, certamente, contamos com os Estados Unidos", acrescentou.
A sugestão de Trump de que Kiev poderia vencer a guerra, com o apoio da União Europeia e da Otan, marcou uma mudança de 180° na postura do mandatário americano, após passar meses afirmando que a Ucrânia não recuperaria partes de seu território tomadas pela Rússia.
Até agora, Trump vinha sendo crítico com Zelensky e próximo a seu colega russo Vladimir Putin, com quem se reuniu no Alasca em 15 de agosto para tentar colocar fim à invasão da Ucrânia.
- Risco na Moldávia -
Zelensky também advertiu nesta quarta-feira sobre o perigo que representa para Europa perder influência sobre a Moldávia em favor da Rússia, o que já aconteceu com Belarus e Geórgia.
"A Rússia está tentando fazer com a Moldávia o que o Irã fez em seu momento com o Líbano, e a resposta global, mais uma vez, não é suficiente. Já perdemos a Geórgia na Europa... e, durante muitos, mas muitos anos, Belarus também vem avançando para a dependência da Rússia. A Europa não pode se permitir perder também a Moldávia", afirmou o líder ucraniano.
A Moldávia é uma ex-república soviética que realizará eleições neste domingo, no momento em que sua presidente, a pró-europeia Maia Sandu, enfrenta uma onda de vídeos falsos e outros tipos de desinformação vinculadas à Rússia.
O líder ucraniano advertiu sobre o desenvolvimento de drones autônomos e veículos aéreos não tripulados capazes de disparar contra outros drones e infraestruturas sensíveis.
"Agora estamos vivendo a corrida armamentista mais destrutiva da história humana, porque, desta vez, inclui a inteligência artificial", advertiu.
"Se o mundo não puder responder a todas as ameaças e não houver uma plataforma sólida para a segurança internacional, haverá alguma paz na Terra?", questionou.
R.Adler--BTB