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Candidato chileno de extrema direita quer enviar imigrantes irregulares com antecedentes para El Salvador
O candidato de extrema direita à presidência do Chile, Johannes Kaiser, defendeu o uso de força letal contra criminosos e afirmou que enviaria imigrantes irregulares com antecedentes criminais para El Salvador.
Kaiser, um deputado de 49 anos, está em ascensão nas pesquisas para as eleições presidenciais chilenas do próximo dia 16 de novembro. Ele tem 15% das intenções de voto, ocupando o terceiro lugar.
As pesquisas - suspensas desde 2 de novembro - têm sido favoráveis a ele nas últimas semanas, que aparece empatado no terceiro lugar no primeiro turno com a candidata da direita tradicional Evelyn Matthei.
Na primeira posição está a candidata de esquerda Jaennette Jara, seguida por José Antonio Kast, outro aspirante da extrema direita.
Em entrevista à AFP, Kaiser rejeitou o papel das organizações de defesa dos direitos humanos: "Estão sempre protegendo terroristas, criminosos e narcotraficantes", disse, a bordo do ônibus de campanha enquanto se dirigia a um evento na cidade de La Serena.
Proteger os direitos humanos é "impedir que te assaltem à noite, que te deem uma facada pelas costas, que estuprem sua esposa na sua própria casa ou que agridam sexualmente sua filha na escola, (...) não impedir que o assaltante leve um tiro", acrescentou.
O deputado afirmou que gostaria de enviar à prisão de segurança máxima implementada em El Salvador pelo presidente Nayib Bukele para gangues os "estrangeiros ilegais que estão no Chile com antecedentes criminais, membros do Tren de Aragua e de organizações criminosas".
"Meu problema são aqueles cidadãos estrangeiros que não posso devolver ao seu país de origem, porque seu regime criminoso, narcotraficante, (...) não quer recebê-los", disse sobre o governo de Nicolás Maduro.
Atualmente, vivem no Chile cerca de 337 mil imigrantes irregulares, em sua maioria de origem venezuelana.
Os chilenos e as autoridades associam o aumento dos crimes que o país enfrenta à entrada de gangues estrangeiras do crime organizado. A insegurança e o controle migratório têm dominado a campanha presidencial no país.
- Cansado do tema Pinochet -
Kaiser é o fundador do Partido Nacional Libertário, uma afiliação política de extrema direita que criou em 2024 ao abandonar o Partido Republicano.
Seu programa combina mão de ferro para combater o crime e a imigração irregular, com medidas econômicas ultraliberais e um discurso conservador no âmbito social.
Ele ganhou notoriedade no Chile há alguns anos por comentários polêmicos no YouTube, onde questionou o direito ao voto das mulheres, ironizou sobre casos de estupro e vítimas da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), que deixou mais de 3.200 mortos e desaparecidos.
O candidato defende a ditadura de Pinochet, mas agora se recusa a falar sobre ele: "Estou cansado do assunto", disse irritado.
Kaiser afirma que incluirá militares em operações em locais onde a polícia não possa entrar, "porque a resistência armada de grupos terroristas ou criminosos é muito forte".
Propõe eliminar os ministérios da Educação, Mulher e Meio Ambiente e retirar o Chile de tratados ambientais como o Acordo de Paris sobre mudanças climáticas e o de Escazú, sobre meio ambiente. "Não gosto da moda climática", declarou.
O deputado ingressou em sete cursos superiores ao longo de 20 anos, como Direito, Filosofia, Economia e Sociologia, mas não concluiu nenhum. Viveu um tempo na Áustria, onde trabalhou como garçom, operário da construção civil e recepcionista de hotel.
S.Keller--BTB