-
"Mostramos grande força mental", diz Hakimi após vitória do Marrocos
-
Van Dijk diz que eliminação da Copa do Mundo é o momento mais difícil para um jogador
-
Entre sangue, lágrimas e pênaltis, Marrocos vence Países Baixos e vai às oitavas da Copa
-
Marrocos vence Países Baixos nos pênaltis e vai às oitavas da Copa
-
"Mais um pesadelo": imprensa alemã detona 'Mannschaft' após eliminação na Copa
-
Explosão de 'pacote-bomba' deixa oligarca ucraniano e mais dois feridos em Mônaco
-
Estádio Azteca lotado será "o grande diferencial" a favor do México, diz técnico Aguirre
-
Argentina começa a se preparar para o mata-mata da Copa no calor de Kansas City
-
Diretor americano é condenado à prisão por fraude contra Netflix
-
EUA acelera ajuda à Venezuela após terremotos
-
Presidente do Paraguai decreta feriado nacional após vitória sobre a Alemanha
-
Técnico Julian Nagelsmann descarta pedir demissão após eliminação da Alemanha
-
Técnico do Paraguai comemora "partida extraordinária" contra a Alemanha
-
Arquidiocese de São Francisco fecha acordo com vítimas de abusos sexuais
-
Keiko Fujimori é eleita presidente e devolve poder à direita no Peru
-
Goleiro do Paraguai comemora "privilégio" de eliminar a Alemanha da Copa do Mundo
-
Oligarca ucraniano e mais duas pessoas ficam feridas em explosão em Mônaco
-
Paraguai elimina Alemanha nos pênaltis e avança às oitavas da Copa
-
Com renovação à vista, Scaloni completará 100 jogos à frente da Argentina contra Cabo Verde
-
Keiko Fujimori é eleita presidente do Peru
-
Alerta de calor extremo em Kansas City é emitido antes de Colômbia x Gana
-
Retorno da seleção iraniana é adiado para terça-feira
-
Keiko Fujimori, herdeira de um sobrenome que divide os peruanos
-
Djokovic sofre, mas vence em sua estreia em Wimbledon
-
Chicago Fire, da MLS, anuncia contratação de Lewandowski
-
Argentino Nico Paz seguirá no Como após acordo com Real Madrid
-
Keiko Fujimori é eleita presidente do Peru com 50,13% dos votos
-
Mirra Andreeva, atual campeã de Roland Garros, vence em sua estreia em Wimbledon
-
Embalada, França estreia no mata-mata da Copa contra Suécia
-
Mercosul dá forte apoio a governo da Bolívia
-
'Não tenho nem palavras', diz Martinelli após gol decisivo
-
Brasil vence Japão de virada (2-1) e vai às oitavas da Copa do Mundo
-
Homem armado mata seis pessoas em abrigo para mulheres na Alemanha
-
Noruega e Costa do Marfim se enfrentam em busca de vaga nas oitavas da Copa
-
Coco Gauff vence em Wimbledon sua 1ª partida na grama em dois anos
-
Onda de calor que assola a Europa bate recorde na Eslováquia e põe Ucrânia à prova
-
EUA busca acelerar envio de ajuda à Venezuela; mortos em terremotos passam de 1.700
-
Sabalenka estreia com vitória tranquila e vai à 2ª rodada de Wimbledon
-
'Temos muita confiança', diz João Félix antes de duelo entre Portugal e Croácia
-
Bombas em frente a sedes estatais no Equador causam danos e deixam um ferido
-
Espanha retoma treinos sem três jogadores lesionados
-
Após decepção na Copa, República Tcheca demite técnico Miroslav Koubek
-
Sinner sofre na estreia, mas avança à 2ª rodada de Wimbledon
-
Ataque a tiros deixa seis mortos em cidade do norte da Alemanha
-
Irã na Copa do Mundo de 2026: o ponto final de uma participação conturbada
-
João Fonseca vence espanhol Roberto Bautista e vai à 2ª rodada de Wimbledon
-
Ataques russos deixam 9 mortos na Ucrânia
-
Funerárias de Paris, sobrecarregadas após onda de calor recorde
-
Suprema Corte dos EUA rejeita tentativa de Trump de demitir governadora do Fed
-
Uma Copa do Mundo com menos faltas, dribles e finalizações
Iraque elege novo Parlamento em momento-chave para o Oriente Médio
Os iraquianos votaram, nesta terça-feira (11), para eleger um novo Parlamento em um momento crucial para o país e o Oriente Médio, em um pleito acompanhado de perto por Irã e Estados Unidos.
O Iraque desfruta de uma estabilidade incomum nos últimos anos, enquanto tenta superar décadas de guerra e repressão durante o regime de Saddam Hussein, e desde a invasão liderada pelos Estados Unidos que depôs o ditador.
No entanto, este país de 46 milhões de habitantes sofre com infraestruturas e serviços públicos deficientes, além de uma corrupção endêmica.
Muitos iraquianos perderam a esperança na política e veem as eleições como uma farsa que só beneficia as elites e as potências regionais.
Desta vez, os eleitores precisaram escolher os candidatos que vão ocupar os 329 assentos do Parlamento. A taxa de participação foi de 55%, uma surpresa, pois muitos observadores temiam uma adesão muito baixa, após uma convocação de boicote feita pelo influente clérigo xiita Moqtada al Sadr. Nas eleições de 2021, a participação foi de 41%.
No panorama político iraquiano não há novas lideranças e os representantes tradicionais das comunidades xiitas, sunitas e dos curdos seguem na primeira fila.
"A cada quatro anos acontece o mesmo. Não vemos rostos jovens, nem novas energias" capazes de "fazer uma mudança", lamentou o estudante universitário Al Hassan Yassin.
As seções de votação fecharam às 18h locais (12h de Brasília) e os resultados preliminares devem ser conhecidos 24 horas após o fechamento das urnas.
- Boicote -
Em Bagdá, ruas cobertas com cartazes de campanha estavam desertas em sua maioria, exceto pela presença de equipes de segurança, embora houvesse eleitores nos centros de votação de alguns bairros.
Desde a invasão do Iraque, em 2003, pelas forças lideradas pelos Estados Unidos, que depuseram o sunita Saddam Hussein, a maioria xiita do país, oprimida durante muito tempo, se mantém no poder e a maior parte dos partidos mantém vínculos com o Irã.
Por convenção, desde a invasão, um muçulmano xiita ocupa o cargo de primeiro-ministro e um sunita o de presidente do Parlamento, enquanto a Presidência, um posto em grande parte cerimonial, é exercida por um curdo.
Estas eleições foram marcadas pela ausência do influente clérigo xiita Sadr, que instou sua congregação a boicotar o pleito, o que poderia minar ainda mais a participação.
O clérigo acusou a classe política de ser "corrupta" e se negar a se submeter a uma reforma. Uma pessoa de seu círculo próximo pediu, na segunda-feira, que seus milhões de seguidores ficassem em casa e fizessem do dia de votação "um dia familiar".
"Por amor e obediência, vou boicotar a eleição, seguindo as ordens" de Moqtada al Sadr, relatou Hatem Hazem, de 28 anos, que fechou sua loja e pensava tirar o dia de folga.
Apesar do ceticismo, ao menos 7.740 candidatos, quase um terço deles mulheres, disputam uma vaga no Parlamento. Apenas 75 independentes estão na corrida, segundo uma lei eleitoral que os críticos consideram favorecer os partidos maiores.
O primeiro-ministro xiita Mohamed Shia al Sudani, que disputa a reeleição após ter governado sob a bandeira da estabilidade e da reconstrução, provavelmente terá uma vitória significativa.
Sudani chegou ao poder em 2022 graças a uma aliança governista de partidos e facções xiitas vinculada ao vizinho Irã. O dirigente tem insistido em seu "sucesso" em manter o Iraque relativamente imune à instabilidade no Oriente Médio.
R.Adler--BTB