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Assassinato de irmão de ativista antidrogas deixa França em alerta
O presidente da França, Emmanuel Macron, convocou nesta terça-feira (18) uma reunião de urgência sobre o combate ao tráfico de drogas, depois de vários dramas associados a este comércio, como o assassinato do irmão de um jovem ativista antidrogas em Marselha.
A reunião ocorre dias após o anúncio do ministro francês das Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot, de um plano para reforçar a cooperação contra o narcotráfico com países da América Latina e do Caribe, onde os Estados Unidos bombardeiam supostas embarcações com drogas.
"Aprovamos uma lei no mês de junho passado para nos dotar de um arsenal repressivo contra este flagelo do narcotráfico que invade as cidades e vilarejos da França", disse Barrot nesta terça-feira ao canal de televisão público France 2.
"Mas diante de tráficos (...) que se internacionalizam, temos que erradicar o narcotráfico pela raiz", acrescentou Barrot, recordando sua proposta de criar uma academia regional na América Latina de formação na luta antidrogas.
Marselha, às margens do Mediterrâneo, simboliza o fenômeno do narcotráfico na França. Desde janeiro, pelo menos 14 pessoas morreram nesta cidade do sudeste e em seu departamento por crimes relacionados ao tráfico de drogas, segundo um levantamento da AFP.
Mas o assassinato na quinta-feira do irmão de 20 anos do ativista ambientalista e antidrogas Amine Kessaci recolocou o foco nesta cidade portuária. O enterro de Mehdi está previsto para esta terça-feira, antes de uma marcha silenciosa no sábado em Marselha.
- "Crime de intimidação" -
"Infelizmente, é um crime de intimidação que está muito diretamente ligado" ao narcotráfico e "um ponto de inflexão", afirmou o ministro do Interior, Laurent Nuñez, após a reunião no Palácio do Eliseu, sede da presidência francesa em Paris.
"Temos observado que os traficantes, e em particular os que comandam as máfias de Marselha, estão cada vez mais nervosos porque estamos realizando ações extremamente eficazes", acrescentou o ministro.
Amine Kessaci, de 22 anos, tornou-se ativista e membro do partido ecologista após perder um irmão mais velho em 2020 em um crime relacionado ao narcotráfico. Seu corpo foi encontrado carbonizado dentro de um veículo.
Para o criminologista Jean-Baptiste Perrier, "os grupos criminosos relacionados hoje ao narcotráfico não são máfias nem cartéis, mas utilizam os códigos de violência dos cartéis".
No caso de Mehdi, uma moto parou ao lado de seu carro quando acabava de estacionar. "O passageiro do banco traseiro da motocicleta disparou várias vezes contra a vítima", explicou na sexta-feira o procurador de Marselha, Nicolas Bessone.
Nesta terça, várias pessoas depositaram flores brancas na rotatória onde ele foi assassinado. "Temos filhos, inevitavelmente pensamos neles. O que pode lhes acontecer? Não estamos a salvo de uma bala perdida", disse Mohamed Habib Errabia, um morador de 77 anos.
Durante a reunião de urgência, Macron convocou o governo a "amplificar" o combate ao tráfico de drogas, sobretudo porque o tema está ganhando destaque no debate público antes das eleições municipais em março de 2026.
"É urgente que o governo tome providências", disse a líder de extrema direita Marine Le Pen. O candidato de seu partido à prefeitura de Marselha, Franck Allisio, pediu a ativação do "estado de emergência" na cidade.
Segundo a presidência francesa, o objetivo da reunião era a "implementação" e o "reforço" da lei contra o narcotráfico promulgada em junho, que prevê a criação de uma Promotoria nacional contra o crime organizado (Pnaco) a partir de janeiro.
Esta legislação, inspirada nas leis antimáfia italianas, também permitiu a criação de dos presídios de segurança máxima para os narcotraficantes mais perigosos.
A França registrou nos últimos anos uma forte violência ligada ao tráfico de drogas em todo o país. Em 2024, 110 pessoas morreram e 341 ficaram feridas.
burs-tjc/meb/yr/fp
L.Janezki--BTB