-
A descoberta inquietante durante busca por mineradores sequestrados no México
-
Protesto contra Jogos de Inverno termina em confrontos em Milão
-
Napoli vence na visita ao Genoa (3-2) e se consolida em 3º no Italiano
-
Lens vence Rennes de virada (3-1) e assume liderança provisória, à frente do PSG
-
Líder Barcelona vence Mallorca (3-0) e coloca pressão sobre o Real Madrid
-
EUA deseja que guerra entre Ucrânia e Rússia termine até junho, segundo Zelensky
-
Ex-ministro francês citado em arquivos Epstein nega acusações
-
Líder Arsenal vence Sunderland (3-0) e deixa City nove pontos atrás
-
Novo Skoda Epiq moderno com autonomia
-
Em um pub de Moscou, Jogos de Inverno fazem clientes esquecer a política
-
BMW iX3 novo estilo e design
-
Imigrantes recorrem a aulas remotas em Minneapolis por medo de deportação
-
Dortmund vence no fim na visita ao Wolfsburg (2-1) e fica a 3 pontos do líder Bayern
-
Tcheca Sara Bejlek conquista em Abu Dhabi seu primeiro torneio da WTA
-
BMW iX3 nova era SUV
-
Barça anuncia que está se retirando da Superliga Europeia
-
Irã espera continuar negociações com EUA mas reitera linhas vermelhas
-
Paquistão chora vítimas de ataque a mesquita xiita
-
EUA deseja que guerra termine até junho (Zelensky)
-
Cuba decreta medidas de emergência diante de crise energética
-
Espanha e Portugal enfrentam nova tempestade após inundações durante a semana
-
Plataforma envia acidentalmente US$ 40 bilhões em bitcoins para seus usuários
-
Bill e Hillary Clinton pedem que seu depoimento sobre Epstein seja feito em público
-
Pentágono cortará seus laços acadêmicos com Harvard
-
Trump se recusa a pedir desculpas por vídeo racista que retratava casal Obama como macacos
-
França abre investigação contra ex-ministro envolvido em arquivos Epstein
-
Trump diz que haverá mais diálogo com Irã após 'conversas muito boas'
-
Estado Islâmico reivindica atentado que matou mais de 30 em mesquita no Paquistão
-
Trump apaga vídeo racista que retratava casal Obama como macacos
-
JD Vance é vaiado durante cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno em Milão
-
Itália exalta harmonia e sua cultura na abertura dos Jogos de Inverno de Milão-Cortina
-
CEO da SAF do Botafogo deixa cargo após atrito com John Textor
-
EUA anuncia prisão de participante do ataque de 2012 a consulado em Benghazi
-
Dow Jones supera os 50.000 pontos pela primeira vez em sua história
-
Manifestação contra EUA em Milão antes dos Jogos Olímpicos e na presença de JD Vance
-
Festa olímpica começa com cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno de Milão-Cortina
-
Real Madrid confirma lesão na coxa direita de Rodrygo
-
Ao menos 31 mortos e 169 feridos em atentado suicida contra mesquita xiita no Paquistão
-
ONU alerta que mais de 4 milhões de meninas podem sofrer mutilação genital neste ano
-
UE exige que TikTok mude sua interface 'viciante'
-
Julgamento de jovem acusado de matar executivo nos EUA terá início em junho
-
PSG recebe prazo para pagar 5,9 milhões de euros a Mbappé
-
Drone russo atinge refúgio de animais na Ucrânia
-
Trump apaga vídeo racista que retratava os Obama como macacos
-
EUA pede negociações trilaterais com Rússia e China sobre não proliferação nuclear
-
Polícia britânica realiza buscas em duas propriedades ligadas ao ex-embaixador Mandelson
-
James Rodríguez assina com Minnesota United, da MLS
-
Equipes de resgate buscam seis pessoas presas após explosão em mina na Colômbia
-
Irã anuncia que negociações com EUA continuarão
-
Narcotraficante relacionado ao assassinato do jogador Andrés Escobar é morto no México
Copa do Mundo de 2026 já sente a mão firme de Trump, um anfitrião controverso
Organizar uma Copa do Mundo de futebol renovada com 48 seleções já é uma tarefa difícil, um desafio para 2026 ao qual se propuseram Canadá, Estados Unidos e México. Mas quando o anfitrião se chama Donald Trump, a coisa se torna mais complicada.
A seis meses do apito inicial de um dos eventos esportivos mais seguidos do mundo, o imprevisível presidente dos Estados Unidos está complicando a organização ao pressionar seus vizinhos canadenses e mexicanos, ameaçar realocar partidas e impor restrições aos vistos.
- Qual será o impacto na política migratória? -
Espera-se que milhões de espectadores estrangeiros visitem os três países anfitriões, especialmente os Estados Unidos, onde ocorrerá a maioria das partidas.
Mas os visitantes chegarão a um país liderado por um governante que fez da política anti-imigração o pilar de seu mandato, com campanhas de deportações em massa.
E ele continua apertando os parafusos: após o ataque a dois soldados na semana passada, a poucos metros da Casa Branca, Trump suspendeu a emissão de vistos para cidadãos de 19 países, incluindo Haiti e Irã, dois classificados para a Copa do Mundo.
Teerã anunciou que boicotará o sorteio do Mundial, que ocorrerá na sexta-feira em Washington, com a presença de Trump, após os Estados Unidos recusarem emitir vistos para vários membros de sua delegação.
- Exceções no futebol? -
O presidente americano afirma que, em determinadas circunstâncias, o processo pode ser agilizado, porém obter vistos pode levar semanas ou até meses.
O líder republicano diz que está implementando um "passe Fifa" que permitirá que qualquer pessoa com ingresso para uma partida da Copa do Mundo obtenha uma consulta mais rapidamente.
De qualquer forma, "seu ingresso não é um visto", advertiu o secretário de Estado americano, Marco Rubio.
As condições para entrar nos Estados Unidos não serão relaxadas: "A única diferença é que estamos priorizando os pedidos", disse Rubio.
- Trump mudará os jogos? -
A sombra do mandatário republicano paira sobre algumas cidades anfitriãs, todas lideradas por democratas.
Los Angeles, por exemplo, prevê sediar oito partidas; San Francisco, seis; e Seattle também seis.
Sem provas, Trump acusa essas cidades americanas de permitir que a imigração irregular, a insegurança e o crime fiquem fora de controle.
O presidente ameaçou transferir os jogos para outras cidades, uma decisão que seria um pesadelo organizacional para a Fifa.
E também para os fãs, muitos dos quais já reservaram seus ingressos, hospedagem e viagens.
A essa incerteza somam-se as tensões pelo envio de tropas da Guarda Nacional a cidades democratas como Los Angeles, aparentemente para restabelecer a segurança.
As agressivas operações dos agentes do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE), que perseguem imigrantes em situação irregular por todo o país, estão exacerbando as tensões, enquanto um clima de medo se instalou em um segmento da comunidade latina.
De qualquer forma, o presidente dos Estados Unidos poderia decidir estender o envio de soldados e agentes até a Copa do Mundo.
- E quanto aos vizinhos? -
O presidente republicano não mede palavras quando se trata dos coanfitriões da Copa do Mundo, e impôs tarifas sobre certos produtos.
Entre suas ideias, ameaçou anexar o Canadá e transformar sua vizinha do norte em um novo estado dos Estados Unidos.
E ao sul, não descartou ataques aéreos no México como parte de sua luta contra os cartéis de drogas.
- A organização da Copa do Mundo pode ser comprometida? -
É pouco provável, mas os organizadores terão que adicionar às suas tarefas uma grande coordenação para gerenciar os vistos, o fluxo de espectadores e, claro, a segurança.
F.Pavlenko--BTB