-
Itália e Gattuso querem espantar de vez os fantasmas de 2018 e 2022
-
Vice-presidente da Fifa minimiza temores políticos e de segurança antes da Copa do Mundo
-
Quatro sonhos e 12 pesadelos: começa a repescagem europeia para a Copa de 2026
-
Trump 'desencadeará o inferno' se Irã não aceitar negociar um fim para a guerra
-
Mbappé nega que médicos do Real Madrid tenham examinado seu joelho errado
-
Suspeita de atirar contra mansão de Rihanna se declara inocente
-
EUA vai consumir combustível com mais etanol diante de possível escassez
-
Rybakina vence Pegula mais uma vez e vai à semifinal do WTA 1000 de Miami
-
Técnico da Colômbia diz que James "parece muito bem", apesar da falta de ritmo de jogo
-
Domínio da Mercedes ameaça série de vitórias de Verstappen em Suzuka
-
Júri dos EUA responsabiliza Meta e YouTube em julgamento sobre dependência em redes sociais
-
Cães acompanham humanos há 16 mil anos
-
Maiores poluentes geram danos climáticos astronômicos, alerta estudo
-
Bolívia aposta em novos heróis com uma missão: voltar à Copa do Mundo
-
Senegal recorre na CAS após perder título da Copa Africana
-
Brasil apresenta seu primeiro caça supersônico fabricado no país
-
Promotoria francesa pede 30 anos de prisão para chileno Zepeda por assassinato
-
John Toshack, treinador campeão pelo Real Madrid, é diagnosticado com demência
-
Esperança de Copa do Mundo para Endrick passa pela França, país onde ressurgiu
-
AC Schnitzer: Quando os tuners de culto silenciam
-
Irã rejeita plano proposto pelos EUA para encerrar a guerra, diz meio estatal
-
Marquinhos está fora contra França, mas deve pegar Croácia, antecipa Ancelotti
-
Guerra no Irã impulsiona negócio dos drones na Ucrânia
-
Dois homens detidos em Londres por ataque contra ambulâncias da comunidade judaica
-
Matt Brittin, ex-executivo do Google, é nomeado diretor-geral da BBC
-
Os astronautas que sobrevoarão a Lua na missão Artemis II
-
Missão Artemis II, o retorno à Lua após mais de 50 anos
-
Dinamarca busca formar governo em cenário político fragmentado após eleições
-
Papa viaja a Mônaco para breve visita repleta de contrastes
-
Mamíferos não podem ser clonados indefinidamente, revela estudo
-
Maybach entre o brilho e a viragem
-
Bloco da primeira-ministra vence eleições legislativas na Dinamarca mas sem maioria
-
Guerra no Oriente Médio não dá sinais de trégua apesar do anúncio de Trump de negociações com o Irã
-
Show de retorno do BTS teve audiência de 18,4 milhões na Netflix
-
Gauff vence Bencic e vai enfrentar Muchova nas semifinais do WTA 1000 de Miami
-
OpenAI encerra plataforma de vídeos Sora e se concentra em ferramentas profissionais
-
Petróleo cai quase 6% após EUA apresentar plano de paz ao Irã
-
Reino Unido pesquisa arquivos sobre ex-príncipe Andrew
-
Sinner vence Michelsen e avança às quartas do Masters 1000 de Miami
-
Milhares de argentinos marcham contra o esquecimento, 50 anos após o golpe
-
Toronto apresenta estádio reformado para Copa do Mundo em meio a críticas por arquibancadas temporárias
-
Chile retira apoio à candidatura de Michelle Bachelet para Secretaria-Geral da ONU
-
Sobe para 69 o número de mortos em acidente de avião militar na Colômbia
-
Bloco da primeira-ministra lidera eleições na Dinamarca
-
Muchova vence Mboko e é primeira a avançar às semifinais do WTA 1000 de Miami
-
Israel assumirá controle de área extensa no sul do Líbano
-
O chavismo está 'ferido' e sendo desmantelado por ordem de Trump, diz María Corina Machado
-
Nasa suspende seu projeto de estação orbital e vai criar base na Lua
-
Seis países apostam tudo em minitorneio de repescagem no México para Copa do Mundo de 2026
-
Mohamed Salah deixará o Liverpool ao final da temporada
Ucrânia nega ataque à residência de Putin e Rússia promete endurecer sua posição
O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia declarou, nesta terça-feira (30), que não há "evidências plausíveis" do suposto ataque de Kiev a uma residência de Vladimir Putin, pelo qual o Kremlin prometeu endurecer sua posição nas negociações para pôr fim à guerra.
O aumento repentino na tensão diplomática ocorre pouco depois de Washington e Kiev anunciarem avanços nas negociações para chegar a um acordo que termine com o conflito, desencadeado pela invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022.
"Quase um dia se passou e a Rússia ainda não apresentou nenhuma evidência plausível para suas acusações sobre o suposto 'ataque da Ucrânia à residência de Putin'", afirmou o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andriy Sybiga, na rede social X.
Também lamentou as condenações do suposto ataque por parte dos Emirados Árabes Unidos, Índia e Paquistão que, em sua opinião, "minam o processo de paz construtivo que avança atualmente".
"Reações como essas diante das afirmações manipuladoras e infundadas da Rússia servem apenas à propaganda russa e encorajam Moscou a cometer mais atrocidades e mentiras", acrescentou.
Na segunda-feira, a Rússia acusou a Ucrânia de ter atacado durante a madrugada, com 91 drones, uma residência oficial de Putin na região de Nóvgorod, entre Moscou e São Petersburgo.
O Kremlin afirmou que sua postura nas negociações sobre o conflito na Ucrânia sofrerá um "endurecimento" em consequência do suposto ataque, ao mesmo tempo em que se recusou a apresentar evidências, como pede a Ucrânia, porque todos os drones "foram derrubados".
"Não acredito que deva haver qualquer evidência de que um ataque em larga escala com drones tenha sido executado e que, graças ao trabalho bem coordenado do sistema de defesa aérea, foram derrubados", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.
Em todo caso, acrescentou, o Ministério da Defesa teria que ser consultado sobre a possível existência de destroços.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, e seu homólogo americano, Donald Trump, reuniram-se no domingo na Flórida para buscar uma solução para o conflito, quase quatro anos após o início da invasão russa da Ucrânia.
- "Mentira" do Kremlin -
Zelensky chamou as acusações do ataque com drones de "mentira", com o objetivo, segundo ele, de preparar novas ações contra Kiev e "minar" os esforços diplomáticos entre Ucrânia e Estados Unidos.
"Não gosto disso. Não é bom", reagiu Donald Trump na noite de segunda-feira em sua residência em Mar-a-Lago, em Palm Beach.
"Sabe quem me falou sobre isso? O presidente Putin", disse ele. "É um momento delicado. Não é a hora adequada", acrescentou.
Diversos líderes ocidentais tiveram conversas nesta terça-feira sobre a situação na Ucrânia, informaram suas equipes.
Entre os participantes estavam o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk; a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o chanceler alemão, Friedrich Merz.
O presidente Zelensky afirmou na segunda-feira que os Estados Unidos ofereceram à Ucrânia garantias de segurança "sólidas" contra a Rússia por um período renovável de 15 anos.
No terreno, os bombardeios entre os dois lados continuam. Segundo a Força Aérea Ucraniana, o país foi atacado por dois mísseis russos e 60 drones na madrugada desta terça-feira.
As autoridades da região de Chernihiv, no norte da Ucrânia, ordenaram nesta terça a evacuação de 14 localidades próximas da fronteira com Belarus devido aos bombardeios russos.
"O Conselho de Defesa decidiu evacuar 14 vilarejos fronteiriços, onde ainda vivem 300 pessoas", declarou o comandante da administração militar regional, Viacheslav Chaus, ao destacar que "a zona fronteiriça é bombardeada todos os dias".
Pela manhã, a cidade de Zaporizhzhia, no sul do país, foi atingida por três bombas russas, segundo autoridades locais. Uma mulher ficou ferida e várias casas e prédios residenciais foram danificados.
Em seu relatório diário, o Exército russo, que continua seus ataques na frente de batalha, reivindicou a captura de duas pequenas localidades nas regiões de Kharkiv (nordeste) e Zaporizhzhia.
A.Gasser--BTB