-
Rybakina vence Pegula mais uma vez e vai à semifinal do WTA 1000 de Miami
-
Técnico da Colômbia diz que James "parece muito bem", apesar da falta de ritmo de jogo
-
Domínio da Mercedes ameaça série de vitórias de Verstappen em Suzuka
-
Júri dos EUA responsabiliza Meta e YouTube em julgamento sobre dependência em redes sociais
-
Cães acompanham humanos há 16 mil anos
-
Maiores poluentes geram danos climáticos astronômicos, alerta estudo
-
Bolívia aposta em novos heróis com uma missão: voltar à Copa do Mundo
-
Senegal recorre na CAS após perder título da Copa Africana
-
Brasil apresenta seu primeiro caça supersônico fabricado no país
-
Promotoria francesa pede 30 anos de prisão para chileno Zepeda por assassinato
-
John Toshack, treinador campeão pelo Real Madrid, é diagnosticado com demência
-
Esperança de Copa do Mundo para Endrick passa pela França, país onde ressurgiu
-
AC Schnitzer: Quando os tuners de culto silenciam
-
Irã rejeita plano proposto pelos EUA para encerrar a guerra, diz meio estatal
-
Marquinhos está fora contra França, mas deve pegar Croácia, antecipa Ancelotti
-
Guerra no Irã impulsiona negócio dos drones na Ucrânia
-
Dois homens detidos em Londres por ataque contra ambulâncias da comunidade judaica
-
Matt Brittin, ex-executivo do Google, é nomeado diretor-geral da BBC
-
Os astronautas que sobrevoarão a Lua na missão Artemis II
-
Missão Artemis II, o retorno à Lua após mais de 50 anos
-
Dinamarca busca formar governo em cenário político fragmentado após eleições
-
Papa viaja a Mônaco para breve visita repleta de contrastes
-
Mamíferos não podem ser clonados indefinidamente, revela estudo
-
Maybach entre o brilho e a viragem
-
Bloco da primeira-ministra vence eleições legislativas na Dinamarca mas sem maioria
-
Guerra no Oriente Médio não dá sinais de trégua apesar do anúncio de Trump de negociações com o Irã
-
Show de retorno do BTS teve audiência de 18,4 milhões na Netflix
-
Gauff vence Bencic e vai enfrentar Muchova nas semifinais do WTA 1000 de Miami
-
OpenAI encerra plataforma de vídeos Sora e se concentra em ferramentas profissionais
-
Petróleo cai quase 6% após EUA apresentar plano de paz ao Irã
-
Reino Unido pesquisa arquivos sobre ex-príncipe Andrew
-
Sinner vence Michelsen e avança às quartas do Masters 1000 de Miami
-
Milhares de argentinos marcham contra o esquecimento, 50 anos após o golpe
-
Toronto apresenta estádio reformado para Copa do Mundo em meio a críticas por arquibancadas temporárias
-
Chile retira apoio à candidatura de Michelle Bachelet para Secretaria-Geral da ONU
-
Sobe para 69 o número de mortos em acidente de avião militar na Colômbia
-
Bloco da primeira-ministra lidera eleições na Dinamarca
-
Muchova vence Mboko e é primeira a avançar às semifinais do WTA 1000 de Miami
-
Israel assumirá controle de área extensa no sul do Líbano
-
O chavismo está 'ferido' e sendo desmantelado por ordem de Trump, diz María Corina Machado
-
Nasa suspende seu projeto de estação orbital e vai criar base na Lua
-
Seis países apostam tudo em minitorneio de repescagem no México para Copa do Mundo de 2026
-
Mohamed Salah deixará o Liverpool ao final da temporada
-
Irã e Israel mantêm ataques mútuos, apesar dos esforços para encerrar a guerra
-
Moraes autoriza prisão domiciliar temporária para Jair Bolsonaro
-
Cada vez mais apagada no cenário mundial, Itália busca soluções para seu futebol
-
Algoz de Alcaraz, Sebastian Korda cai nas oitavas do Masters 1000 de Miami
-
Ucrânia é alvo de um dos maiores ataques da Rússia em plena luz do dia
-
Americano libertado no Afeganistão após mais de um ano de detenção chega aos Emirados
-
Lukaku está fora dos amistosos da Bélgica contra Estados Unidos e o México
Trump ameaça Irã caso o país mate manifestantes em protestos
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou o Irã nesta sexta-feira (2) com uma resposta em caso de morte de manifestantes do movimento de protesto em curso no país islâmico, cujos líderes alertaram que uma intervenção desestabilizaria a região.
O Irã é cenário de grandes manifestações desde domingo, desencadeadas pelo alto custo de vida. Os protestos começaram com o fechamento de estabelecimentos comerciais em Teerã, a capital, mas se espalharam para outros grupos e regiões do país.
Pelo menos seis pessoas, incluindo um membro das forças de segurança, morreram na quinta-feira (1) durante os protestos no oeste do Irã, segundo a imprensa local. Esses foram os primeiros confrontos fatais desde o início das manifestações.
"Se o Irã atirar e matar violentamente manifestantes pacíficos, como é seu costume, os Estados Unidos virão em seu auxílio", escreveu Trump nesta sexta-feira em sua plataforma Truth Social. "Estamos preparados e prontos para agir", enfatizou.
As declarações do presidente republicano provocaram uma reação imediata de dois assessores do líder supremo do Irã, Ali Khamenei.
"A segurança do Irã é uma linha vermelha", enfatizou Ali Shamkhani nas redes sociais. "Qualquer intervenção que ameace a segurança do Irã, sob qualquer pretexto, enfrentará uma resposta firme", ressaltou.
Outro assessor, Ali Larijani, acrescentou na mesma plataforma que "Trump deveria saber que qualquer interferência americana neste assunto interno desestabilizaria toda a região e prejudicaria os interesses americanos".
Nos últimos dias, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, classificou os protestos como "legítimos" e instruiu seus funcionários a atenderem às reivindicações dos manifestantes.
"De uma perspectiva islâmica (...), se não resolvermos o problema da subsistência das pessoas, acabaremos no inferno", declarou ele em um pronunciamento na televisão.
Alguns funcionários, no entanto, alertaram que responderiam com firmeza a qualquer instabilidade.
- Hiperinflação -
A República Islâmica sofre há anos com aumentos desenfreados nos preços de produtos básicos e com a desvalorização crônica de sua moeda.
No último ano, o rial perdeu mais de um terço de seu valor em relação ao dólar, enquanto a hiperinflação de dois dígitos vem corroendo o poder de compra dos cidadãos há anos, em um país sufocado por sanções internacionais.
O movimento de protesto surge em um momento de fragilidade do Irã após os duros golpes sofridos por seus aliados regionais em Gaza, Líbano e Síria.
Ocorre também após a ONU ter restabelecido, em setembro, as sanções contra o programa nuclear iraniano.
A questão tem envenenado as relações entre Teerã e as potências ocidentais há anos. Estados Unidos e Israel suspeitam que o governo iraniano busca desenvolver uma bomba atômica, algo que a República Islâmica sempre negou.
Em abril, o Irã e os Estados Unidos iniciaram negociações, mediadas por Omã, sobre o programa nuclear.
Os esforços, no entanto, se estagnaram em junho, quando Washington bombardeou a instalação subterrânea de enriquecimento de urânio em Fordo, ao sul de Teerã, assim como as instalações nucleares em Isfahan e Natanz, no centro do país.
O presidente dos Estados Unidos prometeu na segunda-feira "erradicar" qualquer tentativa de Teerã de reconstruir seu programa nuclear ou seu arsenal de mísseis balísticos.
O movimento de protesto se espalhou por cerca de 15 cidades, principalmente no oeste do país, segundo uma contagem da AFP baseada em anúncios oficiais e reportagens da imprensa local.
As manifestações, por enquanto, são menores do que as que abalaram o país no final de 2022, após a morte sob custódia de Mahsa Amini. A jovem foi acusada de violar o rígido código de vestimenta para mulheres no Irã e sua morte provocou uma onda de indignação que deixou centenas de mortos.
O Irã também vivenciou uma onda de protestos em 2019, desencadeada pelo aumento dos preços dos combustíveis.
R.Adler--BTB