-
Europa registra mais de 1.300 mortes adicionais em meio à onda de calor, diz OMS
-
Terremotos na Venezuela deixam quase 1.500 mortos e milhares de desaparecidos
-
Últimos acontecimentos da onda de calor na Europa
-
Escritor francês encontra livro gerado por IA e assinado com seu nome
-
Irã ataca Kuwait e Bahrein após bombardeios dos EUA em seu território
-
Mortos por terremotos na Venezuela ultrapassam os 1.400 e milhões são afetados
-
Áustria e Argélia empatam (3-3) com gols nos acréscimos e vão aos 16-avos da Copa
-
Com gol de Messi, Argentina vence Jordânia (3-1) e fecha campanha 100% no Grupo J da Copa
-
Copa do Mundo 'perde valor' com 48 seleções, afirma técnico de Gana
-
RD Congo vence Uzbequistão (3-1) e vai aos 16-avos da Copa como 3º do Grupo K
-
Colômbia empata com Portugal (0-0) e vai aos 16-avos da Copa como líder do Grupo K
-
Alphonso Davies está 'disponível' para estrear na Copa do Mundo, confirma técnico do Canadá
-
'Um dos piores dias da minha vida', lamenta Nico Williams após nova lesão
-
Técnico da Escócia pede demissão após eliminação na Copa do Mundo
-
Croácia vence Gana (2-1) e vai aos 16-avos da Copa como segunda do Grupo L
-
Inglaterra vence Panamá (2-0) e avança aos 16-avos da Copa em 1º do Grupo L
-
'Por que não?': Cabo Verde sonha com feito histórico contra a Argentina
-
Participantes na marcha do orgulho em Budapeste reivindicam igualdade após fim da proibição
-
Parreira passará por cirurgia após piora de seu estado de saúde
-
Holandês Gakpo e sua companheira anunciam perda de bebê durante gestação
-
A vida desaparece após 72 horas sob os escombros de terremotos na Venezuela
-
Curaçao, a 'Onda Azul' que se despediu com orgulho de sua primeira Copa do Mundo
-
Longe de casa, Canadá quer abrir caminho em sua Copa do Mundo
-
Com fase de grupos chegando ao fim, expansão da Copa do Mundo para 48 seleções ainda gera debate
-
Da Alemanha à Dinamarca, recordes históricos de temperaturas na Europa
-
Mistura de sentimentos marca expectativa dos iranianos sobre seu futuro na Copa
-
Djokovic avisa que chega a Wimbledon mais bem preparado, após decepção em Roland Garros
-
Com posto de número 1 ameaçado, Sabalenka diz que encara Wimbledon sem pensar no ranking
-
Sinner aposta em 'pequenas mudanças' para Wimbledon, após tropeço em Roland Garros
-
Número de mortos por duplo terremoto na Venezuela supera 1.400
-
Copa do Mundo define últimas vagas para o mata-mata neste sábado
-
Ajuda dos EUA chega à Venezuela, onde muitos estão desabrigados após terremotos
-
Espanhol Davidovich garante primeiro título no circuito ATP em Mallorca
-
Madison Keys conquista WTA 250 de Eastbourne
-
Muchova conquista torneio de Bad Homburg após desistência de Osaka
-
Milhões de europeus enfrentam temperaturas recordes neste sábado
-
George Russell supera Ferrari e fica com pole no GP da Áustria de F1
-
Na Times Square, a Copa do Mundo vive um eterno Carnaval
-
Milhões de europeus enfrentam recorde de temperaturas neste sábado
-
Didier Deschamps retorna à base da França na Copa do Mundo
-
Seleção Brasileira treina com elenco completo antes de viajar para enfrentar o Japão
-
Centenas de desabrigados iniciam 'uma nova vida' após terremotos na Venezuela
-
Desabamento de hospital obriga famílias a levarem corpos para necrotério na Venezuela
Quinto aniversário da invasão do Capitólio mostra polarização persistente nos EUA
Os Estados Unidos relembram nesta terça-feira (6) o quinto aniversário da invasão do Capitólio, que revelou uma divisão social no país que só fez aumentar desde então.
O aniversário expõe um país dividido entre relatos irreconciliáveis de um ataque que redefiniu a política americana: um deles, apoiado em conclusões oficiais, de uma tentativa violenta de anular uma eleição legítima, e o outro retratando-o como um protesto criminalizado injustamente.
"Há cinco anos, uma multidão violenta atacou brutalmente o Capitólio. A missão deles era anular uma eleição livre e justa. Nunca permitiremos que extremistas acobertem sua traição", publicou no X o líder da minoria democrata na Câmara dos Representantes, Hakeem Jeffries.
Em 6 de janeiro de 2021, apoiadores de Trump se reuniram em Washington depois que o presidente os conclamou a protestar contra a certificação pelo Congresso da vitória de Joe Biden nas eleições de novembro de 2020.
Milhares deles invadiram a área do Capitólio, sobrecarregando os policiais mobilizados e ferindo mais de 140 agentes. Quebraram janelas e portas, saquearam gabinetes e forçaram os legisladores a se esconder, enquanto a certificação foi interrompida por horas.
Nesta terça-feira, os democratas realizaram na Câmara dos Representantes uma audiência extraoficial com policiais, ex-parlamentares e civis que vivenciaram a violência em primeira mão.
Muitos dos envolvidos na investigação original do Congresso dizem que o objetivo não é reavaliar o passado, mas impedir que ele seja apagado — especialmente depois que Trump voltou ao cargo e perdoou quase todos os réus condenados pelo ataque.
- Violência política normalizada -
Um novo relatório publicado pelos democratas documenta os novos crimes cometidos posteriormente por dezenas de vândalos que receberam indulto de Trump, e alertam que o perdão presidencial ajuda a normalizar a violência política.
Do lado de fora do Capitólio, apoiadores de Trump, liderados por representantes do grupo de extrema direita Proud Boys, refizeram o percurso da multidão de manifestantes em 2021.
Cerca de 200 manifestantes vestiram o tradicional boné vermelho de Trump com o lema "Make America Great Again" e exibiram faixas em que exigiam justiça. Tami Jackson, que viajou do Texas, disse que se manifestava "em memória das pessoas que perderam a vida nesse dia". Seu marido, Brian, chamou alguns dos manifestantes de "mártires".
O evento foi promovido, entre outros, pelo ex-líder do grupo Enrique Tarrio, que cumpria pena de 22 anos de prisão por conspiração sediciosa, um crime federal nos Estados Unidos, antes de receber um indulto de Trump.
Os organizadores dizem que o objetivo da passeata é homenagear aqueles que morreram no 6 de Janeiro, incluindo a manifestante pró-Trump Ashli Babbitt, e protestar contra o que descreveram como uso excessivo da força pela polícia e processos judiciais motivados politicamente.
O ponto de tensão entre os dois lados é o papel de Trump no ataque. Os democratas afirmam que ele incitou o ataque para reverter a eleição. Já os republicanos rejeitam essa avaliação, citam, em vez disso, falhas de segurança e criticam o Departamento de Justiça.
Líderes republicanos consideraram a audiência desta terça-feira partidária e mostraram pouco interesse em realizar uma comemoração formal.
O presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, um aliado de Trump, ainda não instalou uma placa em homenagem aos policiais do Capitólio que defenderam o edifício naquele dia, apesar de uma lei federal exigir isso.
O representante republicano Barry Loudermilk argumentou que o 6 de Janeiro tem sido usado para promover uma narrativa política contra Trump e seus aliados.
O ex-procurador especial Jack Smith afirmou que o ataque não teria ocorrido sem as mãos de Trump, mas abandonou o caso após a reeleição do republicano, em 2024, seguindo a política do Departamento de Justiça que proíbe processos contra um presidente.
Trump foi levado pela Câmara dos Representantes, então controlada pelos democratas, a um julgamento político logo após os distúrbios, mas foi absolvido pelo Senado, liderado pelos republicanos.
O.Krause--BTB