-
Narcotraficante relacionado ao assassinato do jogador Andrés Escobar é morto no México
-
Cidadão francês narra o 'calvário' que viveu nas prisões venezuelanas
-
Trump provoca fúria ao publicar vídeo dos Obama como macacos
-
Atentado suicida contra mesquita xiita no Paquistão deixa mais de 30 mortos e 169 feridos
-
Guardiola defende direito de se manifestar sobre questões de fora do futebol
-
Semifinal da Copa do Rei terá Atlético x Barça e clássico basco entre Athletic e Real Sociedad
-
Premiê espanhol pede prudência com previsão de temporal em áreas já encharcadas
-
Meloni e Vance celebram 'valores comuns'
-
Guitarras de Kurt Cobain, Beatles e outras lendas da música serão leiloadas nos EUA
-
Caso Master, o escândalo financeiro que abala os Três Poderes
-
Senegaleses detidos na Copa Africana de Nações declaram greve de fome
-
Projeto de surfe incentiva que meninas voltem à escola no Senegal
-
Elton John denuncia invasão 'abominável' do Daily Mail a sua vida privada
-
Irã afirma estar 'preparado' para se defender ao iniciar negociações com EUA em Omã
-
Campanha presidencial chega ao fim em Portugal marcada por tempestades
-
Na fronteira da Estônia, Narva vive entre dois mundos e teme se tornar alvo de Putin
-
França e Canadá abrem seus consulados na Groenlândia, em sinal de apoio
-
Queda em desgraça do ex-príncipe Andrew lança dúvidas sobre as finanças da monarquia
-
Japoneses vão às urnas com primeira-ministra apoiada por Trump e em busca da maioria
-
Trump publica vídeo com teoria da conspiração eleitoral que mostra os Obamas como macacos
-
Irã e EUA iniciam negociações sobre a questão nuclear
-
Toyota anuncia novo CEO e eleva previsões de lucros
-
Autoridades identificam sangue na casa da mãe desaparecida de famosa jornalista dos EUA
-
Anthropic lança novo modelo e aumenta rivalidade com OpenAI
-
Trump lança site com seu nome para compra de remédios mais baratos nos EUA
-
Gângster australiano ganha liberdade após escândalo envolvendo advogada informante da polícia
-
França diz que luta contra o Estado Islâmico é 'prioridade absoluta'
-
Venezuela avança em anistia histórica após quase três décadas de chavismo
-
Presidente de Cuba oferece diálogo aos EUA; Washington afirma que conversas já começaram
-
Autoridades identificam sangue na cena de crime da mãe de famosa jornalista dos EUA
-
Teerã e Washington se preparam para negociar em Omã após repressão violenta no Irã
-
Strasbourg elimina Monaco (3-1) e vai às quartas de final da Copa da França
-
Argentina assina acordo de comércio e investimento com os EUA
-
Atalanta bate Juventus (3-0) e avança à semifinal da Copa da Itália
-
Atlético de Madrid goleia Betis (5-0) e vai à semifinal da Copa do Rei
-
Wada investigará suposto método usado por saltadores de esqui para obter vantagem com aumento peniano
-
Venezuela avança em anistia histórica de quase três décadas de chavismo
-
Anistia na Venezuela para 'terrorismo', 'traição' e inabilitados: destaques do projeto de lei
-
Argentina assina acordo de comércio e investimento com EUA
-
Astros do Super Bowl entram na disputa por vaga na estreia do flag football nos Jogos Olímpicos
-
Trump pede tratado nuclear novo e 'modernizado' entre EUA e Rússia
-
Milhares são evacuados por chuvas em Espanha e Portugal, que confirma 2º turno presidencial
-
Chama olímpica chega a Milão a um dia da abertura dos Jogos de Inverno
-
Treinar o próprio filho: a mais nova excentricidade de 'Loco' Abreu no futebol mexicano
-
Cineasta teme que interesses do povo iraniano sejam sacrificados nas conversas com EUA
-
Prefeito de Nova York nomeia liberal à frente de escritório contra antissemitismo
-
Presidente eleito do Chile cita inspiração em políticas da Itália e Hungria
-
Rodrygo é suspenso por 2 jogos a vai desfalcar Real Madrid na Champions
-
Brasileiro bate recorde mundial ao correr 188 km em esteira por 24 horas
-
Panamá diz que não 'vai se deixar ameaçar' em meio à tensão com a China
Protestos continuam no Irã e filho do xá defende 'tomar' cidades
As principais cidades iranianas testemunharam novas manifestações contra o regime na noite de sexta-feira (9) e o filho do antigo xá, que vive no exílio, incitou os opositores a "tomarem" os centros urbanos.
Os protestos, que começaram há duas semanas com comerciantes insatisfeitos com a crise econômica do país, representam um dos maiores desafios das autoridades teocráticas que governam o Irã desde a Revolução Islâmica de 1979.
As manifestações em massa continuaram na sexta-feira, apesar do bloqueio da internet imposto pelas autoridades. A AFP confirmou as manifestações verificando imagens e vídeos publicados nas redes sociais.
Segundo o observatório Netblocks, na madrugada deste sábado, "o bloqueio nacional da internet permanecia em vigor após 36 horas".
"O regime iraniano cortou os meios de comunicação dentro do país" e "bloqueou todos os meios de contato com o mundo exterior", alertaram dois cineastas e dissidentes conhecidos, Mohammad Rasoulof e Jafar Panahi.
"A experiência demonstra que o objetivo dessas medidas é encobrir a violência infligida durante a repressão aos protestos", afirmou Panahi, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes do ano passado, em sua conta no Instagram.
No distrito de Saadatabad, em Teerã, manifestantes batiam panelas e gritavam "Morte a Khamenei!", enquanto carros buzinavam em apoio, segundo um vídeo verificado pela AFP.
Outras imagens que circularam nas redes sociais e em canais de televisão em língua persa fora do Irã mostraram protestos semelhantes em outras partes da capital, assim como nas cidades de Mashhad, Tabriz e Qom.
Na cidade de Hamadan, um homem agitava uma bandeira iraniana da época do xá, com o emblema do leão e do sol, cercado por fogueiras e pessoas dançando, de acordo com imagens compartilhadas nas redes sociais.
Em Punak, um dos distritos de Teerã, imagens mostraram pessoas dançando ao redor de uma fogueira no meio de uma rodovia.
Em Vakilabad, um bairro da cidade de Mashhad, onde fica um dos santuários mais sagrados do islamismo xiita, pessoas marcharam por uma avenida gritando "Morte a Khamenei!". Esses vídeos não puderam ser verificados imediatamente.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, escreveu em sua conta no X que "os Estados Unidos estão do lado do corajoso povo iraniano".
O líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, criticou duramente na sexta-feira os "vândalos" que, segundo ele, estavam por trás dos protestos, e acusou os Estados Unidos de incentivá-los.
- "Graves problemas" -
Reza Pahlavi, que vive nos Estados Unidos e é filho do deposto xá do Irã, celebrou a "magnífica" participação nas manifestações de sexta-feira e instou os iranianos a organizarem protestos mais focados neste fim de semana.
"Nosso objetivo não é mais apenas ir às ruas. O objetivo é nos prepararmos para tomar e manter os centros urbanos", disse Pahlavi em uma mensagem de vídeo nas redes sociais.
Pahlavi, cujo pai Mohammad Reza Pahlavi foi deposto na revolução de 1979 e morreu em 1980, disse que também está se preparando para "retornar à [sua] pátria" em breve.
No entanto, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, considerou prematuro que Reza Pahlavi assumisse um papel de liderança.
Segundo o grupo Iran Human Rights, com sede na Noruega, pelo menos 51 pessoas morreram até agora na repressão às manifestações.
A iraniana que ganhou o Nobel da Paz, Shirin Ebadi, alertou na sexta-feira que as forças de segurança podem estar se preparando para cometer um "massacre sob a cobertura de um amplo bloqueio de comunicações".
As autoridades afirmam que vários membros das forças de segurança morreram, e Ali Khamenei, em um discurso na sexta-feira, denunciou os "vândalos" e prometeu que a República Islâmica "não recuará".
Ele também culpou os Estados Unidos por alimentarem os distúrbios, assim como outros altos funcionários do governo.
Por sua vez, Donald Trump recusou-se novamente, na sexta-feira, a descartar completamente novas ações militares contra o Irã.
Em 22 de junho, Washington atacou instalações nucleares iranianas como parte da guerra de 12 dias iniciada por Israel contra a República Islâmica.
"O Irã tem problemas sérios. Parece que a população está tomando o controle de certas cidades, algo que ninguém imaginava ser possível há poucas semanas", disse ele.
Questionado sobre sua mensagem aos líderes iranianos, Trump afirmou: "É melhor eles não começarem a atirar, porque nós também começaremos a atirar".
J.Horn--BTB