-
Lens empata com Strasbourg e desperdiça chance de assumir liderança do Francês
-
México vê quatro possíveis sucessores de 'El Mencho' no cartel de Jalisco
-
Macron deve revelar na 2ª feira como arsenal nuclear francês pode proteger Europa
-
Ex-candidato à Presidência quer participar de transição na Venezuela
-
Benfica suspende 5 sócios por suspeita de racismo contra o Real Madrid
-
Descarrilamento de bonde deixa 2 mortos e dezenas de feridos em Milão
-
'Não somos o Flamengo que a gente quer': as chaves de um novo fracasso rubro-negro
-
França afirma que suposto drone russo perto de seu porta-aviões é 'provocação ridícula'
-
Funcionários de empresas de IA pedem apoio à Anthropic em disputa com Pentágono
-
Paquistão bombardeia Cabul após declarar 'guerra aberta' contra governo talibã do Afeganistão
-
Equipe da Fifa revisará segurança e mobilidade no México para Copa do Mundo de 2026
-
Trump diz que EUA estuda 'tomada de controle amistosa' de Cuba
-
Subsidiária da Hutchison denuncia invasão de escritório no Panamá após perder concessão
-
Trump diz não estar 'entusiasmado' com diálogo com Irã, mas não decidiu sobre ataque
-
Ataques israelenses deixam ao menos sete mortos em Gaza
-
Medvedev e Griekspoor vão disputar a final do ATP 500 de Dubai
-
Bill Clinton diz a congressistas que não sabia dos crimes de Epstein
-
Nasa anuncia reestruturação de programa lunar Artemis após múltiplos atrasos
-
Pokémon anuncia dois novos jogos para 2027 pelos 30 anos da marca
-
França afirma que suposto drone russo perto de seu porta-aviões é uma 'provocação ridícula'
-
Bill Clinton depõe a congressistas sobre seus vínculos com Epstein
-
'Como andar de bicicleta', diz indicado ao Oscar Ethan Hawke sobre magia de 'Blue Moon'
-
Demissão de Rúben Amorim pode custar 16 milhões de libras ao Manchester United
-
Justiça francesa investiga os Al Fayed por tráfico de mulheres
-
OpenAI receberá investimentos de US$ 110 bilhões
-
Diretor de 'Sonhos de Trem' queria 'levar o público em uma viagem'
-
Índia supera previsões e cresce 7,8% no último trimestre de 2025
-
Procurador do TPI afirma que ex-presidente filipino Rodrigo Duterte matou 'milhares de pessoas'
-
Bill Clinton é interrogado sobre seus vínculos com Epstein
-
EUA recomenda saída de pessoal de sua embaixada em Israel por tensão com Irã
-
Reforma trabalhista de Milei está a um passo de se tornar lei na Argentina
-
Amazon busca fazer a diferença na batalha para treinar IA
-
Real Madrid-City e PSG-Chelsea, os confrontos mais aguardados das oitavas da Liga dos Campeões
-
Abraços, alegria e espuma: ex-preso político volta para casa após anistia na Venezuela
-
Governo trabalhista recebe advertência em eleição em Manchester
-
União Europeia anuncia aplicação provisória do acordo com o Mercosul
-
Paquistão bombardeia Cabul após declarar 'guerra aberta' contra o governo talibã do Afeganistão
-
Irã pede aos Estados Unidos que evitem 'exigências excessivas' para alcançar acordo
-
EUA, Filipinas e Japão anunciam exercícios militares perto de Taiwan
-
Partido Trabalhista britânico perde eleições locais cruciais para o primeiro-ministro Starmer
-
Lanús vence Flamengo na prorrogação (3-2) e é campeão da Recopa Sul-Americana
-
Paquistão declara 'guerra aberta' a autoridades talibãs do Afeganistão e ataca Cabul
-
Netflix descarta aumento de oferta pela Warner e abre caminho para Paramount
-
Candidato ao Congresso da Colômbia desaparece em meio à violência política
-
Hillary afirma após depor que Bill Clinton desconhecia crimes de Epstein
-
Cuba diz que EUA está disposto a 'cooperar' em investigação sobre lancha interceptada
-
Dortmund encara 'Klassiker' contra o Bayern como última chance de lutar pelo título alemão
-
Líder do Italiano, Inter recebe Genoa para virar a página da eliminação na Champions
-
Barça coloca liderança à prova contra o Villareal na 26ª rodada do Espanhol
-
PSG segue vivo na Champions, mas com aura de campeão cada vez mais diluída
Abraços, alegria e espuma: ex-preso político volta para casa após anistia na Venezuela
Os dois filhos de Reinardo Morillo correm em sua direção assim que ele sai da caminhonete, em um abraço apertado de reencontro após sua libertação da prisão, na sequência da recente anistia concedida na Venezuela.
A euforia no bairro 9 de Diciembre, em San Fernando de Apure (oeste da Venezuela), mistura-se ao hino nacional venezuelano que ressoa em alto-falantes. As pessoas gritam, buzinam e alguém lança espuma de festa.
A casa da família está decorada com balões nas cores da bandeira: amarelo, azul e vermelho, e uma faixa com a frase "Bem-vindo de volta".
Morillo é inspetor da polícia científica. Ele tem 41 anos e foi preso em 30 de setembro de 2024, em Guasdualito, a cerca de seis horas de San Fernando.
Ele foi acusado de traição, terrorismo, conspiração e colaboração com um ex-chefe de polícia exilado para derrubar o então presidente, Nicolás Maduro.
A família afirma que foi uma retaliação por ter feito uma investigação sobre um caso envolvendo a temida agência de contraespionagem. Ele passou um ano e cinco meses atrás das grades.
Sua esposa, Grecia Arana, organizou a recepção, dois dias após reencontrar Morillo na saída da penitenciária Rodeo I, nos arredores de Caracas. Ela dormiu por quase um mês no acampamento improvisado que ela e outros familiares de presos políticos montaram em frente ao local.
"A demonstração de amor da família, a liberdade não tem preço, e viva a Venezuela livre", disse Morillo à AFP, com os olhos cheios de lágrimas, em meio à multidão e coberto de espuma.
Ele conta que, ao sair da prisão, simplesmente pegou a mão de Arana e se deixou levar, ainda extasiado com sua recém-conquistada liberdade.
- "Surpreso" -
Nos minutos que antecederam a chegada de Morillo, os vizinhos ensaiaram sua recepção. As crianças iam à frente, uma bandeira tremulava atrás, e a família carregava balões brancos com mensagens escritas.
Tudo em vão. As crianças foram as primeiras a correr em direção ao carro. O hino nacional mal se ouvia. A bandeira ficou para trás.
"Surpreso", disse Morillo. Ele estendeu o braço para cumprimentar vizinhos e familiares que se alinhavam para vê-lo.
Ele falou pouco sobre a prisão, os nove meses em que esteve desaparecido sem contato com a família, ou sobre o momento em que soube que seria libertado.
"Primeiro, preciso compartilhar isso com minha família antes de poder expressar outras emoções", disse ele.
Morillo recuperou sua liberdade graças à anistia promovida pela presidente interina, Delcy Rodríguez, sob pressão de Washington e aprovada pelo Parlamento na semana passada.
Rodríguez assumiu o poder após a captura de Maduro em uma incursão militar dos Estados Unidos.
Um total de 217 pessoas foram libertadas até quinta-feira, segundo o Parlamento, embora, desde a libertação de Morillo e de outros trinta presos políticos de El Rodeo, o processo de libertação tenha diminuído.
O.Krause--BTB