-
Crime organizado brasileiro se expande para a Guiana Francesa
-
EUA e países de todo o mundo oferecem ajuda à Venezuela após terremotos devastadores
-
Brasil aguarda conclusão do Grupo F para conhecer rival na 2ª fase da Copa
-
'Wannabe', sucesso das Spice Girls, completa 30 anos em meio a rumores de reencontro
-
'Tudo desabou': área mais devastada pelos terremotos na Venezuela pede socorro
-
Rubio rejeita possível pedágio iraniano em Ormuz e alerta para precedente
-
Trump abre festa dos 250 anos dos Estados Unidos com discurso de tom político
-
EUA volta a contar com Pulisic e tenta, contra Turquia, mais uma vitória antes dos 16-avos
-
África do Sul vence Coreia do Sul (1-0) e vai aos 16-avos da Copa em segundo no Grupo A
-
México elimina República Tcheca (3-0) e avança aos 16-avos da Copa com campanha 100%
-
Preço do Brent cai abaixo do nível anterior à guerra no Oriente Médio
-
'Muito nervoso, mas feliz', diz Neymar após estreia na Copa do Mundo
-
Proibição de adolescentes em redes sociais na Austrália teve pouco impacto (estudo)
-
Juízas do TPI processam Trump por 'sanções draconianas'
-
'Seguir melhorando', diz Vini Jr. após vitória do Brasil
-
Bósnia elimina Catar e se garante nos 16-avos da Copa do Mundo
-
Jaques Wagner deixará liderança do governo no Senado por suspeita de corrupção
-
'Agora chega o bonito', diz Ancelotti após vitória do Brasil sobre a Escócia
-
Marrocos vence Haiti (4-2) e passa em segundo no grupo do Brasil na Copa
-
Brasil vence Escócia (3-0) e vai aos 16-avos como 1º do Grupo C da Copa
-
Terremotos na Venezuela destroem prédios e causam pânico em Caracas
-
Trump pede ao Congresso mais recursos para guerra no Irã
-
Ainda confiante na classificação, Equador encara líder Alemanha
-
Forte sismo de magnitude 7,1 sacode a Venezuela
-
Novo tipo de vacina permite imunizar contra famílias de vírus (pesquisadores)
-
Rubio promete defender interesses dos países do Golfo em negociações com Irã
-
Entre a nostalgia e o desinteresse, Itália vive mais uma Copa sem a 'Azzurra'
-
Tenistas vão intensificar protesto por premiação em Wimbledon
-
'Eles vêm com tudo', diz Laporte sobre duelo da Espanha contra o Uruguai
-
Onda de calor sufoca Europa e testa redes elétricas
-
Candidatos do prefeito de Nova York vencem primárias democratas
-
Bósnia garante terceiro lugar do Grupo B na Copa do Mundo e elimina o Catar
-
Suíça vence Canadá (2-1) e avança como líder do Grupo B da Copa
-
Cacique Raoni se recupera após cirurgia no intestino
-
Pai, mãe e Flávio Bolsonaro desejam sorte a Neymar em sua estreia na Copa
-
Keiko Fujimori agradece apoio de eleitores e admite divisão no Peru
-
Adversário reconhece De la Espriella como presidente eleito da Colômbia
-
Novo formato ressuscita fantasma da manipulação de resultados na Copa
-
Juan Manuel Cerúndolo avança para as quartas de final em Eastbourne
-
Surto de hantavírus deve ser encerrado oficialmente em 2 de julho (OMS)
-
França detecta primeiro caso de ebola fora da África durante surto atual
-
Sem Almirón, Paraguai enfrenta Austrália por sobrevivência na Copa
-
Trump se recusa a promulgar lei de habitação até Congresso aprovar reforma eleitoral
-
Democrata acusa Trump de bloquear ponte entre EUA e Canadá para ajudar doador
-
França detecta caso de ebola em médico que chegou da RDC
-
Andreeva e Swiatek são eliminadas na estreia em Bad Homburg
-
Rubio promete defender interesses dos países do Golfo nas negociações com Irã
-
A briga acirrada pela Chuteira de Ouro da Copa do Mundo 2026
-
Descoberta aproxima cientistas da misteriosa fronteira dos buracos negros
-
Alemanha, a difícil adversária do Equador na Copa do Mundo
Trump demite a secretária de Segurança Interna Kristi Noem
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, nesta quinta-feira (5), a saída de Kristi Noem como chefe do Departamento de Segurança Nacional, artífice da ofensiva do governo contra a imigração.
Em postagem em sua plataforma Truth Social, Trump disse que Markwayne Mullen, senador republicano por Oklahoma, substituirá Noem à frente do poderoso Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) em 31 de março.
Noem, de 54 anos, será enviada especial do presidente para uma nova iniciativa de segurança em todo o continente, afirmou Trump.
Segundo veículos de imprensa americanos, Trump ficou incomodado com as declarações de Noem durante uma audiência no Senado esta semana, na qual afirmou que o presidente tinha aprovado uma campanha publicitária do DHS orçada em 220 milhões de dólares (R$ 1,15 bilhão, na cotação atual), na qual ela apareceria com destaque.
Noem "cumpriu sua função com folga e alcançou muitos e excelentes resultados (especialmente na Fronteira!)", afirmou Trump.
Noem, mãe de três filhos, é considerada um pilar do movimento MAGA (iniciais em inglês para 'Tornar os Estados Unidos grandes de novo', lema de campanha de Trump), que reúne os trumpistas mais fervorosos dentro do Partido Republicano.
Defensora de posições ultraconservadoras em temas variados, do aborto à imigração, passando pelas armas de fogo, ela é lembrada pelo escândalo provocado quando revelou ter sido obrigada a matar a tiros sua cadela "Cricket" por seu temperamento "indomável".
Trump descreveu Mullin, sucessor de Noem, como um "guerreiro MAGA" e afirmou que ele será um "secretário de Segurança Interna espetacular".
Sua nomeação ainda precisa ser confirmada pelo Senado, onde os republicanos têm maioria.
"Markwayne trabalhará incansavelmente para manter nossa fronteira segura, conter os crimes cometidos por migrantes, assassinos e outros criminosos que tentam entrar ilegalmente no nosso país, acabar com o flagelo das drogas ilegais e fazer com que os Estados Unidos sejam seguros outra vez", assegurou Trump.
- Campanha "eficaz" -
O presidente americano fez campanha para a Casa Branca com a promessa de expulsar milhões de migrantes sem documentos dos Estados Unidos, e o DHS é o principal executor de sua política de deportações.
Noem foi alvo de críticas bipartidárias durante a audiência do Senado, na terça-feira, sobre a ofensiva migratória do governo Trump.
"Sob sua liderança, o DHS careceu de qualquer bússola moral ou respeito pelo Estado de Direito", disse a Noem o senador Dick Durbin, democrata de Illinois.
Durbin e outros democratas pediram reiteradamente que Noem se desculpasse pela morte de dois americanos, alvejados por agentes federais em Minnesotta durante os protestos contra a ofensiva migratória e por tê-los qualificado como "terroristas internos".
O senador Thom Tillis, republicano da Carolina do Norte, usou palavras duras para se referir à gestão de Noem no DHS e pediu sua renúncia.
"Vimos um desastre sob sua liderança", disse Tillis. "Pessoas inocentes foram detidas e eram cidadãos americanos".
O senador John Kennedy, republicano de Luisiana, interrogou Noem sobre os 220 milhões de dólares que o DHS gastou em anúncios de TV que instam os migrantes em situação irregular a se autodeportarem.
Noem afirmou que a campanha publicitária tinha sido "eficaz".
"Foi eficaz para que seu nome ficasse mais conhecido", retrucou Kennedy.
A demissão de Noem ocorre em meio ao fechamento parcial do DHS por falta de orçamento.
Os democratas se opõem a atribuir novos recursos para o DHS até que sejam implementadas mudanças importantes na forma como o Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE, na sigla em inglês) realiza suas operações.
Eles exigem restringir as patrulhas, proibir os agentes de usarem máscaras faciais e requerer ordens judiciais antes de entrar em propriedades privadas.
M.Ouellet--BTB