-
Neymar marca mas Santos fica no empate em casa com Recoleta (1-1) na Sul-Americana
-
Senador dos EUA quer que Fifa arque com transporte público durante a Copa
-
Vinicius Jr busca virada e redenção em Munique
-
Estado americano bloqueia construção de centros de dados para IA
-
A hora da verdade para o Arsenal de Mikel Arteta
-
Equador pede a Paraguai que classifique grupos do narcotráfico como terroristas
-
CEO da Netflix e donos de cinemas se reúnem na CinemaCon
-
Israel e Líbano concordam em iniciar negociações diretas após diálogo em Washington
-
'Temos muito respeito pelo Real Madrid', garante Kompany
-
Atlético de Madrid resiste ao Barça e avança às semifinais da Champions
-
Premier canadense promete estimular economia ameaçada pelos EUA
-
PSG vence Liverpool em Anfield (2-0) e vai às semifinais da Champions
-
"É uma final", alerta Bellingham sobre Bayern-Real Madrid
-
Senegal tem primeiro condenado sob nova lei contra homossexualidade
-
Iraola anuncia que vai deixar comando técnico do Bournemouth no fim da temporada
-
Alcaraz estreia com vitória no ATP 500 de Barcelona
-
Mascherano renuncia ao cargo de técnico do Inter Miami
-
Novo julgamento de Harvey Weinstein por estupro começa em Nova York
-
Lucros dos bancos nos EUA disparam e consumidores resistem à alta do petróleo
-
Papa segue passos de Santo Agostinho no 2º dia de sua visita à Argélia
-
Equador fará, contra Arábia Saudita e Guatemala, últimos amistosos antes da Copa do Mundo
-
França busca proibir show de Kanye West em junho por suas declarações antissemitas
-
Começa novo julgamento sobre morte de Maradona
-
Críticas de Trump ao papa, o ponto culminante de meses de tensões
-
Itália suspende acordo de defesa com Israel
-
Haiti, um país devastado cujo coração bate ao ritmo do futebol
-
FMI revisa em alta, a 2,3%, crescimento para América Latina e Caribe em 2026
-
Aplicar imposto sobre super-ricos na América Latina é viável?
-
Guerra no Irã começa a afetar a economia mundial, alerta FMI
-
Começa novo julgamento sobre morte de Maradona, um ano após escândalo
-
Papa percorrerá os passos de Santo Agostinho no 2º dia de sua visita à Argélia
-
Chanceler russo denuncia em Pequim os 'jogos muito perigosos' dos EUA e seus aliados na Ásia
-
Líbano e Israel se reúnem para suas primeiras conversas diretas em décadas
-
Sony Pictures apresenta trechos de "Homem-Aranha: Um Novo Dia" na CinemaCon
-
María Corina Machado defende convocar eleições na Venezuela 'o mais rápido possível', disse à AFP
-
Espanha desafia tendência e aprova regularização de migrantes
-
Partido do premiê canadense conquista maioria absoluta en Parlamento
-
Novo Nordisk anuncia aliança com a OpenAI para o desenvolvimento de medicamentos
-
Phil Collins, Iron Maiden e Oasis entram para o Hall da Fama do Rock
-
Dois deputados renunciam e outros dois podem ser expulsos da Câmara nos EUA
-
Eleições são encerradas no Peru após 2º dia inédito de votação, com filha de Fujimori na liderança
-
Luis Enrique alerta sobre visita do PSG a Anfield: "é uma partida-armadilha"
-
Paciente tem remissão de HIV após 'golpe de sorte'
-
Presidente da Venezuela comemora avanços no setor petrolífero em assinatura de acordos com Chevron
-
Aos 41 anos, LeBron segue brilhando e é eleito Jogador da Semana
-
Empresária do caso Ronaldinho é enviada para a prisão no Paraguai
-
McDonald's, Irã e papa: a coletiva de imprensa incomum de Trump
-
Leeds vence United em Old Trafford e ganha fôlego contra o rebaixamento no Inglês
-
Justiça paraguaia manda para prisão empresária acusada de falsificar documentos de Ronaldinho
-
Trump ameaça destruir qualquer navio iraniano que desafie bloqueio
Premiê Orbán reconhece 'dolorosa' derrota para Magyar nas legislativas na Hungria
O primeiro-ministro húngaro, o nacionalista Viktor Orbán, reconheceu a derrota nas eleições parlamentares deste domingo (12) para seu rival conservador, Péter Magyar.
Com quase 67% dos distritos apurados, o partido Tisza, de Magyar, atribui a si 137 dos 199 assentos da Assembleia húngara, uma supermaioria de dois terços que lhe permitira realizar reformas constitucionais.
"Os resultados da eleição, embora ainda não sejam definitivos, são claros e compreensíveis; para nós, são dolorosos, mas inequívocos", disse Orbán, que dirige o país da Europa Central há 16 anos.
"Parabenizo o partido vencedor", afirmou o primeiro-ministro.
Magyar, de 45 anos, que após o fechamento das urnas havia se declarado "cautelosamente otimista", disse que Orbán lhe concedeu a vitória. "Acabou de ligar para nos felicitar pela nossa vitória", escreveu em uma publicação nas redes sociais.
O pleito foi marcado por uma participação recorde, que poderia favorecer a oposição, segundo analistas.
As urnas fecharam às 19h00 no horário local (14h00 de Brasília) e, meia hora antes, a participação já era de 77,8%, um nível acima da taxa máxima de 70,5% registrada nas eleições de 2002.
Os 7,5 milhões de eleitores no país, assim como os mais de 500 mil registrados no exterior, puderam escolher entre cinco partidos, em um sistema eleitoral majoritário misto muito favorável ao partido de Orbán, Fidesz (União Cívica Húngara), que está há 16 anos no poder.
Líderes europeus saudaram os resultados.
O chanceler alemão, Friedrich Merz, expressou neste domingo "suas sinceras felicitações" ao vencedor das legislativas húngaras e o chamou a "unir forças por uma Europa unida".
"A França saúda uma vitória da participação democrática, do apego do povo húngaro aos valores da União Europeia e por uma Hungria na Europa", declarou o presidente francês, Emmanuel Macron, na rede X.
"O coração da Europa bate mais forte na Hungria esta noite", publicou na mesma rede Ursula von der Leyen, presidente da União Europeia.
O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, também o felicitou.
- "Cheia de esperança" -
Entre os apoiadores de Magyar reunidos em Budapeste havia um clima festivo.
"Estou muito emocionada. Vim a este evento cheia de esperança (...) Sou otimista em relação à mudança", declarou à AFP Orsolya Rozgonyi, uma executiva de recursos humanos de 28 anos.
Maria Toth, dona de casa de 31 anos e mãe de dois filhos, afirmou após votar na capital Budapeste que acredita que se trata de "uma eleição decisiva para a Hungria".
"Tenho a impressão de que a Hungria está cercada por todos os lados e que grandes potências como Bruxelas tentam ditar nosso modo de vida", acrescentou.
Entre os líderes da União Europeia, Orbán é uma exceção por sua proximidade com o presidente russo, Vladimir Putin, e tem criticado as sanções do bloco contra a Rússia desde que esse país invadiu a Ucrânia em 2022.
Seu partido Fidesz havia recebido o apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a ponto de receber nesta semana o vice-presidente JD Vance para apoiar Orbán na reta final da campanha e criticar a interferência dos "burocratas de Bruxelas".
O próprio Trump intensificou suas mensagens na sexta-feira, ao prometer colocar a "potência econômica" dos Estados Unidos a serviço de Orbán, que encarna a luta contra a imigração e a defesa da "civilização ocidental".
- "Nenhuma irregularidade" -
Orbán entra frequentemente em choque com os outros 26 Estados-membros. Bruxelas o acusa de minar o Estado de direito e congelou bilhões de euros em fundos.
Durante a campanha, Orbán prometeu prosseguir sua repressão contra "falsas organizações da sociedade civil, jornalistas vendidos, juízes e políticos".
Orbán também se apresenta como um baluarte contra a Ucrânia, a quem acusa de querer arrastar os húngaros para a guerra.
Em um tom muito diferente, Magyar, que percorre a Hungria sem descanso desde fevereiro, comprometeu-se a melhorar os serviços públicos, especialmente na saúde e na educação.
C.Meier--BTB