-
Starmer volta a ser pressionado por nomeação de ex-embaixador vinculado a Epstein
-
Rapper é preso nos EUA em conexão com assassinato de uma adolescente
-
Flamengo goleia Independiente Medellín (4-1) e lidera Grupo A da Libertadores
-
Jogadoras iranianas que receberam asilo na Austrália veem com esperança seu futuro no país
-
Marvel revela primeiro trailer de 'Vingadores: Doutor Destino'
-
Astronautas da Artemis II voltam a conviver com a gravidade e elogiam nave
-
LeBron alerta que Durant não é a única ameaça dos Rockets
-
Palmeiras vence Sporting Cristal (2-1) em casa e lidera Grupo F da Libertadores
-
Lyon de Endrick encara PSG em grande fase após classificação na Champions
-
Ações da Netflix despencam mesmo com receitas trimestrais superando expectativas
-
Crystal Palace, Shakhtar, Rayo Vallecano e Strasbourg vão às semis da Conference League
-
Nottingham Forest, Aston Villa, Braga e Freiburg avançam às semifinais da Liga Europa
-
Chile vai aumentar frequência de ônibus e aviões para deportar imigrantes
-
Trump anuncia cessar-fogo entre Israel e Líbano que inclui Hezbollah
-
Damon Jones, ex-jogador da NBA, vai se declarar culpado em caso de apostas nos EUA
-
Paramount garante 45 dias de exibição nos cinemas antes do streaming
-
Juiz amplia proibição de salão de baile na Casa Branca
-
Trump diz que Irã concordou em entregar suas reservas de urânio enriquecido
-
Tiger Woods invoca direito à privacidade após solicitação judicial de suas prescrições médicas
-
Freiburg vence Celta (3-1) mais uma vez e avança às semifinais da Liga Europa
-
Manifestantes pedem eleições e ajustes salariais ante embaixada dos EUA na Venezuela
-
Barça apresenta reclamação à Uefa sobre 'erros' de arbitragem contra o Atlético de Madrid
-
Em visita a Camarões, papa denuncia 'tiranos' que 'devastam' o mundo
-
Messi é o novo dono do Cornellà, clube da 5ª divisão do futebol espanhol
-
Vários fotógrafos ficaram feridos durante a comemoração de um gol do Bayern
-
Alexander Manninger, ex-goleiro do Arsenal, morre em acidente de trânsito aos 48 anos
-
Colômbia vai enfrentar Jordânia em seu último amistoso antes da Copa do Mundo de 2026
-
IA ajudou Google a bloquear bilhões de 'anúncios maliciosos'
-
Lana del Rey interpreta música-tema de novo jogo de James Bond, '007 First Light'
-
Messi e AFA são processados por ausência do craque em amistoso da Argentina nos EUA
-
UE está preocupada com possível alcance de novo modelo de IA da Anthropic
-
O desafio de dar à luz no Líbano durante a guerra
-
Bernardo Silva vai deixar o Manchester City no final da temporada
-
Opositor sul-africano Julius Malema é condenado a cinco anos de prisão
-
'Listening bars', uma nova tendência para os amantes da música
-
EUA anunciam diálogo entre Líbano e Israel e expressa otimismo sobre o Irã
-
Kast anuncia plano de reformas para relançar economia do Chile
-
Papa propaga mensagem de paz em visita a zona de conflito em Camarões
-
Pedro Sánchez emerge de confronto com Trump como estrela mundial da esquerda
-
Meghan Markle afirma ser a 'pessoa mais atacada' do mundo na internet
-
Crise editorial na França após boicote de autores à editora ligada a magnata
-
Chatbots de IA geram preocupação de influência antes das eleições brasileiras
-
'Trump não tem o direito de acordar e achar que pode ameaçar um país', diz Lula
-
Starmer insta executivos de redes sociais a reforçarem a segurança infantil online
-
Steven Spielberg diz que há 'mais verdade do que ficção' em seu novo filme
-
EUA anuncia diálogo entre Líbano e Israel e expressa otimismo sobre o Irã
-
Congressistas dos EUA apresentam artigos de pedido de impeachment do chefe do Pentágono
-
Ataques russos deixam 16 mortos e mais de 100 feridos na Ucrânia
-
Economia da China resiste às consequências da guerra no primeiro trimestre
-
Polícia turca ordena detenção de dezenas por apologia de tiroteios em escolas
Pedro Sánchez emerge de confronto com Trump como estrela mundial da esquerda
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, recebe esta semana uma cúpula de progressistas de todo o mundo, entre eles o presidente Lula, desfrutando de uma maior influência global.
Confrontos com o presidente americano, críticas a Israel e a defesa da imigração distinguiram Sánchez em uma Europa que há anos se inclina à direita.
O último episódio foi sua firme oposição à guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, o que levou Donald Trump a ameaçar a Espanha com represálias comerciais.
Sánchez destoou da Otan no ano passado ao recusar a exigência de Trump de aumentar os gastos com defesa até 5% do PIB. Foi o líder ocidental de maior perfil a qualificar de "genocídio" a guerra de dois anos de Israel contra o Hamas em Gaza.
Para Ignacio Molina, diretor de pesquisas no Real Instituto Elcano de Madri, a postura "coerente" de Sánchez lhe rendeu frutos no Sul Global, especialmente na América Latina e no mundo árabe.
"Os números fecham bem para o governo, porque ele ganhou muito protagonismo, muita projeção, muita presença em muitos países", estimou Molina à AFP.
"A Espanha conquistou um peso entre os grandes países da União Europeia que antes não tinha", concordou Joan Botella, professor de ciências políticas da Universidade Autônoma de Barcelona.
- "Nêmesis de Trump" -
Nas últimas semanas, Sánchez ganhou destaque na imprensa internacional.
"Pedro Sánchez tornou-se o porta-bandeira da oposição política ocidental ao presidente dos Estados Unidos", escreveu o The Wall Street Journal em março, enquanto o Financial Times o qualificou como a "nêmesis de Trump na Europa".
Atual presidente da Internacional Socialista, Sánchez receberá figuras da esquerda mundial na cúpula Mobilização Progressista Global, que começará na sexta-feira em Barcelona. Comparecerão o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, o sul-africano Cyril Ramaphosa e a mexicana Claudia Sheinbaum, além de 400 prefeitos e mais de 100 partidos.
Sánchez e Lula farão o discurso principal no sábado nesse encontro, que, segundo os organizadores, tem como objetivo mobilizar os progressistas em tempos turbulentos marcados pela ascensão da extrema direita.
A ascensão internacional de Sánchez contrasta com sua imagem polarizadora em nível nacional. Sánchez nunca contou com uma maioria parlamentar desde que chegou ao poder em 2018 e foi enfraquecido pelos escândalos de corrupção que afetam familiares e antigos aliados políticos.
- "Fortalecer sua posição política" -
Botella considera que Sánchez joga "a carta da política externa, porque é um âmbito em que se sente pessoalmente à vontade e no qual a opinião pública espanhola lhe é majoritariamente favorável".
Mais de 68% dos espanhóis se opõem à guerra contra o Irã, incluindo os eleitores da principal força da oposição, o conservador Partido Popular (PP), segundo uma pesquisa de março publicada no jornal El País.
"Os espanhóis têm um certo complexo de inferioridade quando saem para o exterior. E, nesse sentido, o perfil que a figura de Pedro Sánchez adquiriu é algo satisfatório para muita gente para além de seu apoio eleitoral", disse Botella.
O PP acusa Sánchez de utilizar a política externa para unir as forças de esquerda divididas na Espanha e desviar a atenção das manchetes negativas.
E.Schubert--BTB