-
Palmeiras vence Fluminense (2-1) na ida das semifinais da Libertadores
-
Flamengo visita Estudiantes na ida das semifinais da Libertadores
-
Rússia usava gasodutos como "arma", afirma defesa no caso Nord Stream
-
Atlético-MG vence City Torque (3-0) na ida das semifinais da Sul-Americana
-
México pressiona redes sociais a remover conteúdo que incite à violência
-
Secretário do Tesouro americano pede FMI mais forte contra 'políticas que geram distorções'
-
Ucrânia acusa EUA de ajudar Rússia enquanto Kiev sofre novos ataques
-
Com 6 a 0 sobre Fenerbahçe na Champions, Villa aplica sua maior goleada em torneios europeus
-
Com gol de Endrick, Real Madrid vence Roma de virada (4-3) na Champions
-
Costa Rica inaugura presídio inspirado na polêmica megaprisão de Bukele
-
Colômbia inaugura embaixada em Jerusalém e estreita laços com Israel
-
Bodo/Glimt volta a surpreender e vence Dortmund (1-0) na Champions
-
PSG vence Manchester City (4-2) fora de casa pela 2ª rodada da Champions
-
Fortalecido, Infantino encara seus críticos no conselho da Fifa
-
Inflação volta a subir nos EUA em setembro, a dois meses das legislativas
-
Governo dos EUA recorrerá de decisão que dá acesso à CNN, MS NOW e Politico à Casa Branca
-
Conselho de Segurança da ONU renova embargo de armas ao Haiti
-
'Um leão ferido é perigoso', diz Seedorf ao assumir o Corinthians
-
Ex-chefe de segurança de Israel processa Netanyahu por difamação sobre o 7/10
-
Papa evolui favoravelmente após cirurgia de câncer de pulmão
-
Barcola brilha com hat-trick em vitória do Liverpool sobre o LASK (6-3) na Champipons
-
Milhares protestam na Colômbia na primeira manifestação contra governo de direita
-
Novos confrontos entre manifestantes e policiais na Albânia
-
Vini Jr. recebe 4 jogos de suspensão e está fora do 'el Clásico'
-
'Cidade do papa' Leão XIV no Peru reza por sua saúde e espera seu retorno
-
Lufthansa vence oferta comercial de ações da TAP Air Portugal
-
Rei da Espanha pede ao Marrocos relação baseada na "boa-fé"
-
Credenciais de nova porta-voz da Casa Branca despertam dúvidas
-
Advogado das irmãs de Maradona pede penas de até 10 anos por morte do astro argentino
-
Arbeloa é multado por criticar árbitro na Inglaterra
-
Tenista francês Gaël Monfils se aposenta
-
Macron afirma que estudantes franceses estão sendo instrumentalizados por forças políticas
-
Papa tem 'evolução normal' após cirurgia de câncer de pulmão
-
Brasil investiga disparada de incêndios 'criminosos' na Amazônia
-
Arábia Saudita adia torneio de tênis após ataques houthis
-
Vencedora do Nobel da Paz critica sanções 'ilegais' de Trump contra o TPI
-
Medvedev, Jódar e Paul avançam às quartas no Masters 1000 de Xangai
-
Livros de Sally Rooney são vetados no Reino Unido por seu apoio à Palestine Action
-
Sabalenka e Pegula caem na estreia no WTA 1000 de Wuhan
-
Ucrânia acusa Estados Unidos de ajudar a Rússia
-
Editora canadense apoia escritor que negou ter usado IA em sua obra
-
Nintendo aposta na nostalgia com remake de 'The Legend of Zelda: Ocarina of Time'
-
Sem reforma, Louvre terá que fechar as portas, alerta seu presidente
-
Inflação nos EUA voltou a subir em setembro às vésperas das eleições legislativas
-
Rússia usava gasodutos como 'arma' política, afirma defesa no caso Nord Stream
-
Houthis atacam novamente a Arábia Saudita; FMI teme impacto regional e global
-
Ator britânico Russell Brand, descrito como 'predador sexual' em julgamento por estupro
-
Políticos e empresários da tecnologia pedem respostas para garantir segurança da IA
-
Colômbia inaugura em Jerusalém sua embaixada em Israel
-
Taiwan disposto a investir US$ 4,4 bilhões em gasoduto no Alasca impulsionado por Trump
Irã afirma que apreendeu dois navios no Estreito de Ormuz
O Irã afirmou, nesta quarta-feira (22), que suas forças navais interceptaram dois navios porta-contêineres que tentavam atravessar o estratégico Estreito de Ormuz, apesar de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter anunciado uma prorrogação por tempo indeterminado do cessar-fogo, para dar mais tempo às negociações de paz.
Um segundo ciclo de negociações entre EUA e Irã pode ser realizado nos próximos três dias, informou o jornal The New York Post, citando fontes paquistanesas anônimas e o presidente americano.
"É possível!", respondeu Trump ao jornal por mensagem de texto quando questionado sobre as fontes no Paquistão que afirmavam que uma segunda rodada de diálogo em Islamabad é esperada nos próximos dois ou três dias.
No entanto, dois organismos de monitoramento da segurança marítima com sede no Reino Unido confirmaram que três navios comerciais relataram incidentes com lanchas de patrulha na passagem estratégica, cujo controle é disputado pelas forças americanas e iranianas.
"A força naval do Corpo de Guarda Revolucionária Islâmica identificou e deteve esta manhã, no Estreito de Ormuz, dois navios infratores", afirmou o exército ideológico iraniano em um comunicado, acrescentando que eles "foram apreendidos (...) e conduzidos para a costa iraniana".
As autoridades do Irã identificaram um navio como "MSC-FRANCESCA", que disseram pertencer "ao regime sionista", em referência a Israel, e o outro como "EPAMINONDAS".
O site de rastreamento Marine Traffic informou que as últimas posições conhecidas dos dois navios estavam próximas da costa iraniana do Estreito de Ormuz, ao nordeste de Omã.
A agência britânica de segurança marítima UKMTO informou anteriormente que uma lancha iraniana havia atingido um navio porta-contêineres perto da costa de Omã, e que um cargueiro que deixava o Irã foi imobilizado por disparos.
A empresa de segurança britânica Vanguard Tech identificou este último como o porta-contêineres Euphoria, de bandeira do Panamá, e afirmou que "atravessava o Estreito de Ormuz em direção ao exterior".
Os Estados Unidos tentam bloquear embarcações que se dirigem para e que tentam sair dos portos iranianos, enquanto Teerã afirma que os navios devem solicitar permissão para sair ou entrar no Golfo pelo Estreito de Ormuz, uma rota pela qual, em período de paz, transita 20% das exportações mundiais de petróleo e gás.
- Missão para o Estreito de Ormuz -
Trump havia anunciado a extensão da trégua após um pedido do Paquistão e destacou a necessidade de permitir ao "fragmentado" governo iraniano que elabore uma proposta para pôr fim ao conflito.
Desde o início da guerra no Oriente Médio, deflagrada em 28 de fevereiro por ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã, uma rodada de negociações aconteceu em Islamabad, mas terminou sem resultados. O Paquistão, país mediador, tenta organizar outro ciclo de conversações para acabar com um conflito que matou milhares de civis, principalmente no Irã e no Líbano, e abala a economia mundial.
O futuro das negociações de paz segue incerto.
Um funcionário da Casa Branca confirmou que o vice-presidente dos EUA, JD Vance, não viajaria à capital paquistanesa para uma nova rodada de negociações, como estava inicialmente previsto.
Por sua vez, o Irã nunca anunciou se havia decidido enviar uma delegação.
Apesar da prorrogação do cessar-fogo, Trump insistiu que os Estados Unidos continuariam bloqueando os portos iranianos.
O Reino Unido e outros aliados dos Estados Unidos já comunicaram ao governo americano que não adeririam a nenhuma iniciativa militar destinada a reabrir à força o Estreito de Ormuz.
No entanto, o Ministério da Defesa britânico anunciou que receberá, a partir desta quarta-feira, militares de cerca de 30 países para discutir, durante dois dias, a formação de uma missão liderada em conjunto com a França, para proteger a navegação nesta passagem.
- Três mortos no Líbano -
Na outra frente de batalha da guerra, três pessoas morreram e outras duas ficaram feridas nesta quarta-feira em ataques israelenses, apesar do cessar-fogo de dez dias, segundo a agência de notícias estatal libanesa.
Além disso, um militar francês morreu em decorrência de ferimentos sofridos na mesma "emboscada" na qual um capacete azul do mesmo país faleceu no último sábado, anunciou o presidente Emmanuel Macron, que atribuiu o ataque ao movimento libanês pró‑iraniano Hezbollah.
Novas negociações diretas entre Israel e Líbano devem acontecer na quinta-feira em Washington, depois de um primeiro encontro em 14 de abril.
Uma fonte oficial afirmou à AFP que o Líbano solicitará, na capital americana, "a prorrogação da trégua por um mês, o estrito respeito ao cessar-fogo e o fim, por parte de Israel, das operações de detonação e destruição nas zonas onde está presente".
Segundo um balanço oficial divulgado na terça-feira, mais de 2.400 pessoas morreram no Líbano em seis semanas de guerra.
burs-bar-vla/cjc-arm-ahg/pb/erl/fp/yr/aa
O.Lorenz--BTB