-
Governo dos EUA recorrerá de decisão que dá acesso à CNN, MS NOW e Politico à Casa Branca
-
Conselho de Segurança da ONU renova embargo de armas ao Haiti
-
'Um leão ferido é perigoso', diz Seedorf ao assumir o Corinthians
-
Ex-chefe de segurança de Israel processa Netanyahu por difamação sobre o 7/10
-
Papa evolui favoravelmente após cirurgia de câncer de pulmão
-
Barcola brilha com hat-trick em vitória do Liverpool sobre o LASK (6-3) na Champipons
-
Milhares protestam na Colômbia na primeira manifestação contra governo de direita
-
Novos confrontos entre manifestantes e policiais na Albânia
-
Vini Jr. recebe 4 jogos de suspensão e está fora do 'el Clásico'
-
'Cidade do papa' Leão XIV no Peru reza por sua saúde e espera seu retorno
-
Lufthansa vence oferta comercial de ações da TAP Air Portugal
-
Rei da Espanha pede ao Marrocos relação baseada na "boa-fé"
-
Credenciais de nova porta-voz da Casa Branca despertam dúvidas
-
Advogado das irmãs de Maradona pede penas de até 10 anos por morte do astro argentino
-
Arbeloa é multado por criticar árbitro na Inglaterra
-
Tenista francês Gaël Monfils se aposenta
-
Macron afirma que estudantes franceses estão sendo instrumentalizados por forças políticas
-
Papa tem 'evolução normal' após cirurgia de câncer de pulmão
-
Brasil investiga disparada de incêndios 'criminosos' na Amazônia
-
Arábia Saudita adia torneio de tênis após ataques houthis
-
Vencedora do Nobel da Paz critica sanções 'ilegais' de Trump contra o TPI
-
Medvedev, Jódar e Paul avançam às quartas no Masters 1000 de Xangai
-
Livros de Sally Rooney são vetados no Reino Unido por seu apoio à Palestine Action
-
Sabalenka e Pegula caem na estreia no WTA 1000 de Wuhan
-
Ucrânia acusa Estados Unidos de ajudar a Rússia
-
Editora canadense apoia escritor que negou ter usado IA em sua obra
-
Nintendo aposta na nostalgia com remake de 'The Legend of Zelda: Ocarina of Time'
-
Sem reforma, Louvre terá que fechar as portas, alerta seu presidente
-
Inflação nos EUA voltou a subir em setembro às vésperas das eleições legislativas
-
Rússia usava gasodutos como 'arma' política, afirma defesa no caso Nord Stream
-
Houthis atacam novamente a Arábia Saudita; FMI teme impacto regional e global
-
Ator britânico Russell Brand, descrito como 'predador sexual' em julgamento por estupro
-
Políticos e empresários da tecnologia pedem respostas para garantir segurança da IA
-
Colômbia inaugura em Jerusalém sua embaixada em Israel
-
Taiwan disposto a investir US$ 4,4 bilhões em gasoduto no Alasca impulsionado por Trump
-
Não existe 'solução milagrosa' para tornar o Louvre seguro, diz seu presidente
-
IA pode provocar 'incidentes graves' em um ou dois anos, alerta presidente do Google DeepMind
-
Zelensky acusa Putin de desprezar o pedido de trégua de Trump após últimos ataques
-
FMI alerta que ataques contra a Arábia Saudita podem ter amplo impacto negativo
-
Trump afirma que iniciará grande exploração de petróleo, gás e minerais na Groenlândia
-
Bukele avalia 'libertação antecipada' de detidos durante a guerra contra as gangues
-
Papa Leão XIV passou uma 'noite tranquila' após cirurgia para de câncer do pulmão
-
Líderes do movimento das 'baratas' são detidos na Índia
-
Vasco vence Boca (1-0) na Bombonera pela ida das semifinais da Sul-Americana
-
Manchester City e PSG: dois modelos semelhantes, mas não comparáveis
-
Funcionário saudita é acusado de colocar escuta na sede da OpenAI
-
Os incansáveis quarentões do Fluminense desafiam o Palmeiras nas semifinais da Libertadores
-
Arábia Saudita diz que ataque dos houthis causou incêndio na Aramco e feriu quatro pessoas
-
Estudantes franceses voltam às ruas antes de grande protesto de sábado
-
Ataque russo atinge usina elétrica e deixa dois mortos em Kiev
México pede aos EUA provas 'irrefutáveis' sobre caso de governador acusado de narcotráfico
A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, pediu aos Estados Unidos, nesta quinta-feira (30), provas "irrefutáveis" no caso do governador de Sinaloa e outras nove pessoas acusadas de vínculos com o narcotráfico pela promotoria de Nova York.
Rubén Rocha Moya, membro do partido Morena (situação), governa este estado violento desde 2021 e é considerado próximo do ex-presidente Andrés Manuel López Obrador. Os outros acusados também são membros do partido governista.
"Se a procuradoria-geral (...) receber provas contundentes e irrefutáveis conforme a legislação mexicana ou em sua própria investigação encontrar elementos constitutivos de um crime, deverá proceder" ao pedido de prisão para extraditar os acusados aos Estados Unidos, disse Sheinbaum durante sua coletiva de imprensa matinal.
A presidente esquerdista afirmou, ainda, que se não forem apresentadas provas, seria evidente que "o objetivo destas acusações por parte do Departamento de Justiça é político".
"Não vamos permitir que nenhum governo estrangeiro venha decidir o futuro do povo do México", acrescentou Sheinbaum, ao questionar as motivações da acusação.
A promotoria americana assegura que Rocha Moya e outros nove "ex ou altos funcionários do governo e das forças de ordem" se associaram ao Cartel de Sinaloa "para distribuir enormes quantidades de narcóticos nos Estados Unidos".
Sheinbaum admitiu que esta é a primeira vez que um governador, um senador e um prefeito no exercício do cargo são acusados de vínculos com o narcotráfico.
"Não vamos proteger ninguém", disse a presidente, ao ressaltar que é preciso cumprir as leis mexicanas antes de atender o pedido dos Estados Unidos.
- "Não há provas" -
Sheinbaum detalhou que antes de sua coletiva de imprensa conversou com seu gabinete de segurança sobre como a procuradoria federal e a chancelaria vão se "coordenar com as autoridades americanas" para analisar o pedido de prisão com fins de extradição dos acusados.
A procuradoria "tem que fazer uma revisão exaustiva" e, a partir daí, dar sua resolução. Este resultado será entregue aos Estados Unidos através da chancelaria.
A presidente não deu importância a algumas provas apresentadas pelos americanos, como uma suposta relação de pagamentos de subornos aos políticos mencionados. "É de chamar a atenção, é uma folha de papel", descreveu.
Ela ressaltou que o departamento jurídico da chancelaria revisou o expediente e concluiu que "não há provas", mas que conforme determinado por lei, caberá à procuradoria-geral fazer a investigação.
"Não vamos permitir que nenhum governo estrangeiro venha a decidir o futuro do povo do México", acrescentou Sheinbaum, ao questionar as motivações da acusação.
Rubén Rocha Moya, de 76 anos, antes foi deputado estadual e senador por Sinaloa.
Sua gestão é marcada pelo confronto entre os "Chapitos" e os herdeiros do outro fundador do cartel de Sinaloa, Ismael "Mayo" Zambada, detido em julho de 2024 e preso nos Estados Unidos.
O confronto entre os dois grupos deixou centenas de mortos e desaparecidos no estado.
Os supostos vínculos do governador de Sinaloa com o crime organizado vieram à tona em uma carta de "Mayo" Zambada, na qual dizia ter sido levado aos Estados Unidos mediante uma farsa, enquanto se dirigia para uma reunião com Rocha Moya.
O Cartel de Sinaloa foi designado como organização terrorista pelo governo do presidente americano, Donald Trump, que instou o México a deter o tráfico de drogas para seu território, em particular o fentanil, e ameaça impor tarifas aduaneiras como punição ou usar suas tropas para perseguir narcotraficantes no país.
L.Janezki--BTB