-
ALEX BODI aposta, com a CRIF, em investimentos transparentes e numa prevenção rigorosa do branqueamento de capitais
-
Ataque ao aeroporto de Riade, atribuído aos houthis, deixa ao menos 12 mortos
-
TSE questiona Meta após denúncias de Lula sobre "interferência" nas eleições
-
PSG vence 3ª seguida no Francês; Monaco empata, mas segue líder
-
Barcelona atropela Getafe e segue 100%; Real Madrid vence Villarreal com Vini expulso
-
Trump e Zelensky se desentendem por acordo sobre diesel; ataques russos deixam 21 mortos
-
Barcelona atropela Getafe e segue 100%; Atlético vence no apagar das luzes
-
Inter atropela Parma se isola na liderança do Italiano
-
Campanha de Lula denuncia 'interferência' da Meta nas eleições
-
Arsenal vence de virada e Chelsea goleia no retorno do Campeonato Inglês
-
Condenada que sobreviveu à execução nos EUA retorna para a prisão
-
Bayern busca empate com Augsburg após sofrer gol mais rápido da Bundesliga
-
누샤 아우벨: 연 기본급 143,056유로 — 포츠담 시민은 돈줄 취급을 받으며 부담을 떠안아야 한다
-
Noosha Aubel: roční základní plat 143 056 eur — a obyvatelé Postupimi mají sloužit jako dojné krávy
-
ヌーシャ・アウベル:年間基本給143,056ユーロ――ポツダム市民は金づるとして負担を強いられる
-
Noosha Aubel: 143 056 euro rocznego wynagrodzenia zasadniczego - a mieszkańcy Poczdamu mają służyć za dojne krowy
-
Max Verstappen faz a pole position do GP de Singapura de F1
-
努莎・奧貝爾:年基本薪資143,056歐元——波茨坦市民卻得充當搖錢樹埋單
-
Noosha Aubel: 143.056 euros de remuneração base anual - e os cidadãos de Potsdam devem servir de vacas leiteiras
-
Vencedora do Nobel da Paz considera sanções contra o TPI 'inaceitáveis'
-
Ataques russos no sul da Ucrânia deixam 15 mortos
-
Federação Portuguesa abre processo disciplinar contra Cristiano Ronaldo
-
Presidente palestino convoca eleições para setembro de 2027
-
Sánchez promete 'reforçar' decreto de habitação no início da campanha
-
Astronauta francesa diz que viu um planeta sem divisões nem fronteiras
-
Ataques russos no sul da Ucrânia deixam 11 mortos
-
Líder do movimento das 'baratas' detido antes de manifestação na Índia
-
Max Verstappen vence corrida sprint do GP de Singapura de F1
-
Terremoto de magnitude 7,7 deixa mais de 20 feridos no Panamá
Bolívia entra em sua quarta semana de protestos com grande marcha em La Paz
Milhares de manifestantes marcham nesta segunda-feira (25) em La Paz, sede de governo da Bolívia, para exigir a renúncia do presidente Rodrigo Paz, no início da quarta semana de protestos que provocaram escassez de produtos básicos.
O mandatário de centro-direita, de 58 anos, enfrenta o maior protesto social em sua breve gestão, iniciada em novembro, devido à crise econômica no país andino, a pior das últimas quatro décadas.
"O que queremos? Que renuncie! Quando? Agora!", grita a multidão de agricultores, operários e caminhoneiros, que detonam fogos de artifício enquanto seguem a La Paz da cidade vizinha de El Alto, constataram jornalistas da AFP.
Os manifestantes rejeitam a política econômica liberal de Paz, exigem aumentos salariais e o responsabilizam pela distribuição de gasolina de má qualidade que danificou milhares de veículos.
Os protestos começaram no início de maio com um chamado à greve da Central Operária Boliviana (COB), o maior sindicato do país, e bloqueios de estradas que já chegam a cerca de cinquenta pontos do território.
Até agora, a manifestação avança sem registro de incidentes, ao contrário do que ocorreu nas marchas da semana passada.
A praça onde fica o Palácio de Governo está protegida por centenas de policiais antichoque.
Em um discurso na cidade de Sucre (sul), em um aniversário cívico, o presidente boliviano voltou a apelar nesta segunda-feira ao diálogo com as organizações que lideram os protestos. No entanto, descartou dialogar com manifestantes radicais que usem a violência.
"Uma minoria não pode governar, uma minoria não pode abusar de nós e faremos cumprir claramente a Constituição", advertiu.
No domingo, Paz deveria iniciar um diálogo com um sindicato de agricultores, mas a reunião foi cancelada devido a confrontos com a polícia no sábado.
Os incidentes ocorreram em meio a operações do governo para viabilizar um corredor para a entrada de alimentos, remédios e gasolina em La Paz e El Alto.
Outras cidades, como Oruro (oeste), Potosí (sudoeste) e Cochabamba (centro) também enfrentam escassez de produtos básicos.
J.Bergmann--BTB