-
Galitos, Barreirense e Basket Santo André vencem na jornada da Proliga
-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Índia busca triplicar estoques de carvão para evitar apagões no verão
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
Primeiro beijo pode remontar a 21 milhões de anos, dizem cientistas britânicos
Cientistas encontraram provas que sugerem que o beijo remonta a 21 milhões de anos e que os símios, e provavelmente os neandertais, já praticavam este contato labial, segundo uma pesquisa da Universidade de Oxford, publicada nesta quarta-feira (19).
A pesquisa, chefiada por cientistas da Universidade de Oxford, foi publicada na revista Evolution and Human Behaviour.
"Esta é a primeira vez que alguém adota uma perspectiva evolutiva ampla para examinar os beijos", disse a coautora do estudo, Matilda Brindle, bióloga evolutiva da Universidade de Oxford.
"Nossos resultados se somam a um conjunto crescente de estudos que destacam a diversidade notável de comportamentos sexuais que nossos primos primatas exibem", acrescentou Brindle.
Os beijos representaram, durante muito tempo, um enigma evolutivo para os cientistas, pois parecem envolver altos riscos, como a transmissão de doenças, sem apresentar vantagens reprodutivas ou de sobrevivência evidentes.
Os cientistas descobriram que os neandertais, que povoaram a Eurásia, coexistindo com o Homo sapiens antes de desaparecer, "provavelmente também tinham o costume de se beijar".
Para a finalidade do estudo, os pesquisadores definiram os beijos como um "contato boca a boca não agressivo que não implicava a transferência de alimentos".
A conclusão da pesquisa dos cientistas da Universidade de Oxford é que o beijo é "um traço de comportamento antigo nos grandes símios", que apareceu em seu ancestral comum entre 16,9 milhões e 21,5 milhões de anos atrás.
"Os beijos se mantiveram ao longo da evolução e seguem presentes na maioria dos grandes símios", acrescenta o texto.
"Ao integrar a biologia evolutiva com os dados sobre comportamento, estamos em condições de tirar conclusões fundamentadas sobre traços de comportamento que não se fossilizam, como o beijo", explicou Stuart West, coautor e professor de biologia evolutiva em Oxford.
Os cientistas primeiro recompilaram dados sobre os primatas modernos que foram observados se beijando, incluindo chimpanzés, bonobos e orangotangos.
Ao tratar o beijo como um "traço", os cientistas o situaram na árvore genealógica dos primatas.
"Esta descoberta, associada a estudos anteriores que mostram que os humanos e os neandertais compartilhavam micróbios bucais (através da troca de saliva) e material genético, sugere fortemente que se beijavam", destaca a universidade.
W.Lapointe--BTB