-
Dois homens detidos em Londres por ataque contra ambulâncias da comunidade judaica
-
Matt Brittin, ex-executivo do Google, é nomeado diretor-geral da BBC
-
Os astronautas que sobrevoarão a Lua na missão Artemis II
-
Missão Artemis II, o retorno à Lua após mais de 50 anos
-
Dinamarca busca formar governo em cenário político fragmentado após eleições
-
Papa viaja a Mônaco para breve visita repleta de contrastes
-
Mamíferos não podem ser clonados indefinidamente, revela estudo
-
Maybach entre o brilho e a viragem
-
Bloco da primeira-ministra vence eleições legislativas na Dinamarca mas sem maioria
-
Guerra no Oriente Médio não dá sinais de trégua apesar do anúncio de Trump de negociações com o Irã
-
Show de retorno do BTS teve audiência de 18,4 milhões na Netflix
-
Gauff vence Bencic e vai enfrentar Muchova nas semifinais do WTA 1000 de Miami
-
OpenAI encerra plataforma de vídeos Sora e se concentra em ferramentas profissionais
-
Petróleo cai quase 6% após EUA apresentar plano de paz ao Irã
-
Reino Unido pesquisa arquivos sobre ex-príncipe Andrew
-
Sinner vence Michelsen e avança às quartas do Masters 1000 de Miami
-
Milhares de argentinos marcham contra o esquecimento, 50 anos após o golpe
-
Toronto apresenta estádio reformado para Copa do Mundo em meio a críticas por arquibancadas temporárias
-
Chile retira apoio à candidatura de Michelle Bachelet para Secretaria-Geral da ONU
-
Sobe para 69 o número de mortos em acidente de avião militar na Colômbia
-
Bloco da primeira-ministra lidera eleições na Dinamarca
-
Muchova vence Mboko e é primeira a avançar às semifinais do WTA 1000 de Miami
-
Israel assumirá controle de área extensa no sul do Líbano
-
O chavismo está 'ferido' e sendo desmantelado por ordem de Trump, diz María Corina Machado
-
Nasa suspende seu projeto de estação orbital e vai criar base na Lua
-
Seis países apostam tudo em minitorneio de repescagem no México para Copa do Mundo de 2026
-
Mohamed Salah deixará o Liverpool ao final da temporada
-
Irã e Israel mantêm ataques mútuos, apesar dos esforços para encerrar a guerra
-
Moraes autoriza prisão domiciliar temporária para Jair Bolsonaro
-
Cada vez mais apagada no cenário mundial, Itália busca soluções para seu futebol
-
Algoz de Alcaraz, Sebastian Korda cai nas oitavas do Masters 1000 de Miami
-
Ucrânia é alvo de um dos maiores ataques da Rússia em plena luz do dia
-
Americano libertado no Afeganistão após mais de um ano de detenção chega aos Emirados
-
Lukaku está fora dos amistosos da Bélgica contra Estados Unidos e o México
-
Ministro da Defesa diz que combate a gangues na Guatemala ocorre sem 'abusos'
-
Giay, do Palmeiras, é convocado para substituir Montiel nos amistosos da Argentina
-
Governo Kast retira apoio à candidatura de Michelle Bachelet à Secretaria-Geral da ONU
-
Irã e Israel continuam se atacando apesar das declarações de Trump sobre negociações
-
Vítimas de pedofilia se deparam com muro de silêncio e impunidade na Áustria
-
Griezmann assina com Orlando City e jogará na MLS a partir de julho
-
Mercedes VLE elétrico: Preço e desempenho?
-
Israel assumirá controle de vasta área no sul do Líbano
-
Flotilha de ajuda humanitária chega a Cuba, mergulhada em crise
-
Lucas Pinheiro Braathen conquista o Globo de Cristal do slalom gigante
-
Muito velho? Juiz que preside julgamento contra Nicolás Maduro tem 92 anos
-
Maduro volta a tribunal de Nova York na quinta-feira
-
Ásia recorre ao carvão diante do impacto energético da guerra no Oriente Médio
-
Bertha Navarro, a produtora que revelou Guillermo del Toro
-
Ataques russos matam cinco pessoas na Ucrânia
-
Austrália e UE fecham grande acordo comercial
Costa leste dos EUA sofre primeira onda de calor 'extremamente perigosa' do ano
Uma onda de calor "extremamente perigosa" atinge, nesta segunda-feira (23), a costa leste dos Estados Unidos, com temperaturas próximas a 40 graus Celsius na região metropolitana de Nova York, o que levou as autoridades a instalarem "centros de refrigeração".
A primeira grande onda de calor deste ano nos Estados Unidos começou no fim de semana e atingiu seu ápice na segunda-feira nas principais regiões metropolitanas do leste do país, como Washington, Baltimore, Filadélfia e Nova York.
"Este calor extremo não será apenas desconfortável e opressivo para os nova-iorquinos. Será brutal e perigoso se as medidas necessárias não forem tomadas", alertou o prefeito de Nova York, Eric Adams, lembrando que todos os anos 500 pessoas morrem por causa do calor na cidade de oito milhões de habitantes.
As autoridades locais pediram aos idosos e moradores em situação de risco, seja por patologias respiratórias ou pela falta de acesso a ar-condicionado, que se mantenham hidratados ou procurem "centros de refrigeração", como as bibliotecas.
A intensidade e a duração desta onda de calor a tornam "extremamente perigosa para qualquer pessoa que não tenha acesso a refrigeração ou hidratação", insistiu o Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (NWS), alertando que o calor extremo é a principal causa de mortes relacionadas ao clima.
- Sem alívio à noite -
Há uma frente alongada de alta pressão "estacionada sobre a metade oriental do país" que "continuará gerando uma onda de calor extremamente perigosa esta semana. O risco de calor extremo se estenderá hoje do Meio-Oeste até o Atlântico médio", adverte o NWS. "Sabe-se que este nível de risco de calor é pouco frequente (...) com pouco ou nenhum alívio durante a noite", acrescenta.
A onda de calor será a protagonista das primárias do Partido Democrata, na segunda e na terça-feira, que escolherá o candidato a prefeito de Nova York. As pesquisas apontam dois candidatos como favoritos: o centrista Andrew Cuomo e a estrela emergente da esquerda Zohran Mamdami.
"Votem no dia das eleições, mesmo que faça 100 graus (Fahrenheit, 37 graus Celsius)", declarou no fim de semana Cuomo, ex-governador do estado de Nova York.
A Prefeitura de Washington lembrou aos cidadãos que na cidade há muitos espaços públicos com ar condicionado para se refrescar.
Segundo os cientistas, ondas de calor mais frequentes são um claro sinal de aquecimento global, e as previsões são de que elas aumentem em frequência, duração e intensidade.
O ano de 2024 foi o mais quente já registrado no planeta e também foi o primeiro ano a superar o limite de aquecimento de 1,5 °C, estabelecido pelo acordo climático de Paris, segundo a Organização Meteorológica Mundial, uma agência da ONU.
L.Janezki--BTB