-
Acusado de estupro, filho da princesa de Noruega reconhece uma vida de excessos
-
CK Hutchison aciona arbitragem contra Panamá após anulação de sua concessão no canal
-
Milei ante o dilema de negociar com a China e agradar a Trump
-
Ciência lança luz sobre os grafites de Pompeia
-
Takaichi, a primeira-ministra japonesa que cativa a Geração Z
-
ONGs lutam para contabilizar os mortos da repressão no Irã
-
Governos latinos violam direitos humanos sob a proteção das políticas de Trump: HRW
-
Governo italiano garante que ICE não terá nenhum papel 'operacional' nos Jogos de Milão-Cortina
-
Negociadores de Ucrânia, Rússia e EUA se reúnem em Abu Dhabi para negociar a paz
-
Papa faz alerta contra 'nova corrida armamentista' com expiração de tratado nuclear EUA-Rússia
-
Diretor da HRW pede aliança de 'potências médias' diante de EUA, Rússia e China
-
Trump diz que é momento de virar a página do escândalo de Epstein
-
Nada mudou em Minneapolis desde a morte de Renee Good, lamentam seus irmãos
-
Noam Chomsky expressou solidariedade a Epstein em 2019
-
Vrabel-Maye, a dupla salvadora dos Patriots apadrinhada por Tom Brady
-
Trump e Petro concordam em virar a página e explorar 'caminhos em comum'
-
EUA derruba drone iraniano que se aproximou de seu porta-aviões
-
N'Golo Kanté deixa Arábia Saudita para jogar no Fenerbahçe
-
Leonard é selecionado para o All-Star Game; LeBron e Curry jogarão juntos
-
EUA põe fim à paralisação parcial do governo federal
-
Guardiola manifesta solidariedade às vítimas de conflitos em todo o mundo
-
Chavismo exige libertação de Maduro, um mês após sua captura pelos EUA
-
Chefe de segurança da NFL garante que não haverá agentes do ICE no Super Bowl
-
Acidente de ônibus com romeiros deixa 16 mortos em Alagoas
-
Filho do ex-ditador Muammar Kadafi é assassinado na Líbia
-
Leverkusen vence St Pauli (3-0) e avança às semifinais da Copa da Alemanha
-
Arsenal elimina Chelsea e vai à final da Copa da Liga Inglesa
-
Olympique de Marselha vence Rennes (3-0), alivia crise e vai às quartas da Copa da França
-
Milan vence Bologna (3-0) e diminui distância em relação à líder Inter na Serie A
-
Barcelona vence Albacete e avança à semifinal da Copa do Rei
-
Bill e Hillary Clinton vão depor no fim do mês sobre laços com Epstein
-
EUA diz ter derrubado drone iraniano que se aproximou de seu porta-aviões
-
Espanha quer proibir acesso de menores de 16 anos às redes sociais
-
Congresso dos EUA põe fim ao fechamento do governo
-
Do Super Bowl ao trabalho no escritório: a vida atípica dos árbitros da NFL
-
MP da França dificulta candidatura de Marine Le Pen nas eleições de 2027
-
Diretor da Williams diz que pensar em título em 2026 ou 2027 'não é realista'
-
Cuba registra recorde de temperatura mínima de 0º C
-
"Mbappé não precisa correr 11 km por jogo", diz Deschamps
-
Trump recebe Petro na Casa Branca para zerar relação EUA-Colômbia
-
Futebol nos Jogos de Los Angeles 2028 se estenderá da Califórnia a Nova York
-
Economia russa desacelerou e cresceu 1% em 2025, anuncia Putin
-
Técnico da seleção da Alemanha lamenta nova lesão de Ter Stegen
-
Alemanha tem a maior proporção de trabalhadores com mais de 55 anos da UE
-
Homenagem ou propaganda? Samba-enredo sobre Lula gera polêmica antes do Carnaval
-
Kirsty Coventry demarca caminho do COI: mais esporte, menos política
-
Trump recebe Petro na Casa Branca para sua primeira conversa presencial
-
Aclamado filme iraquiano mostra jugo de Saddam Hussein da perspectiva infantil
-
América do México anuncia oficialmente a contratação de Raphael Veiga
-
Ex-embaixador britânico Mandelson deixará Câmara dos Lordes por vínculos com Epstein
França promove militar judeu Alfred Dreyfus, alvo de polêmica há 130 anos
O Parlamento francês aprovou, nesta quinta-feira (6), a promoção "ao posto de general de brigada" para Alfred Dreyfus, uma decisão que busca completar a reabilitação deste militar judeu condenado há 130 anos por supostamente espionar para a Alemanha.
O chamado "caso Dreyfus" marcou a França, onde se tornou um símbolo da luta contra o antissemitismo. A proposta para sua completa reabilitação foi debatida em um contexto de aumento de ataques contra a comunidade judaica.
"Este gesto é simbólico, mas é mais do que um símbolo. Responde a uma injustiça de mais de um século (...) Trata-se de devolver a Dreyfus o que ele não pôde obter em vida", destacou a vice-ministra da Defesa, Alice Rufo.
Em 1894, o então capitão Dreyfus foi condenado por traição e obrigado ao exílio na Ilha do Diabo, na Guiana Francesa, com base em acusações falsas alimentadas por um antissemitismo profundamente arraigado no fim do século XIX.
Em 1906, o Tribunal de Cassação o declarou inocente, o que implicou sua reincorporação imediata ao exército. Posteriormente, uma lei o nomeou chefe de esquadrão, com efeito vigente no dia desta promulgação.
No entanto, isto equivalia a uma "injustiça" porque interrompia sua carreira em cinco anos de ascensão. Dreyfus solicitou em vão uma melhoria em sua carreira e abandonou o exército em 1907, antes de voltar a servir durante a Primeira Guerra Mundial.
Nesta quinta-feira, o Senado aprovou por unanimidade esta "reparação" após o voto unânime dos deputados em junho.
No fim do século XIX, o "caso Dreyfus" provocou uma importante crise política e dividiu a França.
Em 2006, o então presidente Jacques Chirac reconheceu que não se fez justiça "completamente" com o militar e, em meados de 2024, o atual mandatário, Emmanuel Macron, instaurou o dia 12 de julho como dia nacional da reabilitação de Dreyfus.
Sua bisneta, Anne-Cécile Lévy, considerou sua promoção "como uma homenagem necessária", mas "insuficiente", e reivindicou novamente que seus restos mortais sejam transferidos para o Panteão, onde a França homenageia homens e mulheres que marcaram sua história.
O.Lorenz--BTB