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Colômbia e EUA convidarão Venezuela a se juntar à sua nova ofensiva antidrogas
A Colômbia e os Estados Unidos convidarão a Venezuela a se juntar à sua nova ofensiva para combater o tráfico de drogas, anunciou o ministro da Defesa colombiano nesta quarta-feira (4), revelando detalhes do encontro entre os presidentes Gustavo Petro e Donald Trump.
O ministro Pedro Sánchez, que participou da reunião de terça-feira na Casa Branca, afirmou que os líderes decidiram priorizar a ação militar contra três chefões do narcotráfico, em um encontro que marcou a retomada das relações bilaterais após meses de troca de farpas.
Os três homens são Iván Mordisco, o rebelde mais procurado da Colômbia; Chiquito Malo, comandante do cartel Clã do Golfo; e Pablito, um dos líderes da guerrilha ELN, que opera na fronteira com a Venezuela.
"Esses não são alvos novos para a Colômbia em si, mas são novos alvos para uma ação conjunta entre a Colômbia e os Estados Unidos", disse Sánchez à rádio Caracol.
O ministro expressou sua intenção de que a Venezuela se junte a esse plano, já que alguns chefes do crime organizado colombiano atravessam a fronteira em busca de refúgio naquele país.
Organizações denunciam que, durante o governo de Nicolás Maduro, preso em 3 de janeiro pelos Estados Unidos, grupos colombianos do tráfico de drogas atuavam na Venezuela sob a proteção de um sistema corrupto e em suposta aliança com as forças militares venezuelanas.
A Venezuela, atualmente governada de forma interina pela líder chavista Delcy Rodríguez, também será convidada "a participar desse esforço, especialmente ao longo da fronteira", acrescentou Sánchez.
Essa ofensiva "significa interagir com maiores capacidades de inteligência, mas aplicar a força em cada território de acordo com a soberania das próprias nações". A intenção "é que a Venezuela também se junte a essa abordagem", afirmou.
Sánchez especificou que, no caso da Colômbia, os Estados Unidos colaborariam com o trabalho de inteligência, mas "a aplicação da força será realizada" pelas forças de ordem colombianas.
Considerados rivais ferrenhos, Petro e Trump tiveram um encontro cordial na Casa Branca.
O presidente americano chegou a fazer uma dedicatória em um livro ao seu homólogo, a quem descreveu como uma pessoa "genial". Petro destacou sua franqueza.
D.Schneider--BTB