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Trump lamenta morte de ativista em Minneapolis, mas descarta demissões
O presidente americano Donald Trump qualificou, nesta terça-feira (27), como "muito triste" a morte a tiros de um ativista que protestava contra a polícia migratória em Minneapolis, mas descartou a demissão de sua secretária de Segurança Interna, criticada pela oposição.
A titular da pasta, Kristi Noem, "está fazendo um trabalho muito bom" e não será substituída, disse Trump a jornalistas.
Noem chamou de "terrorista" o enfermeiro Alex Pretti, morto a tiros por agentes da Patrulha Fronteiriça durante uma detenção caótica no sábado passado.
A secretária usou o mesmo adjetivo para se referir a outra ativista, Renée Good, uma mãe de 37 anos, morta a tiros em 7 de janeiro dentro de seu carro.
Trump tenta desescalar a crise, que deu força à oposição democrata, com mudanças de pessoal em Minneapolis, para onde o presidente enviou seu czar em temas migratórios, Tom Homan, que substituirá o comandante da Patrulha Fronteiriça, Greg Bovino.
O lugar onde Pretti morreu virou um memorial improvisado, onde ativistas vão para rezar, apesar das temperaturas congelantes em Minneapolis.
"Obrigado por sua compaixão e amor por todos de quem você cuidou", dizia um cartaz deixado no local do incidente.
"Somos uma comunidade muito unida, diria que comparável à de qualquer outro estado, por isso é realmente lindo ver todos se reunirem assim e lutar contra estas injustiças", disse à AFP a manifestante Jasmine Nelson, de 21 anos.
Pretti levava consigo uma arma oculta e tinha licença para portá-la.
"Não se pode ter armas" em uma manifestação, disse Trump. "É um incidente infeliz", acrescentou.
O ex-presidente Joe Biden (2021-2025) criticou, em um comunicado, uma violência que "trai nossos valores mais fundamentais como americanos".
- Imagens de câmeras corporais -
A emissora Fox citou um porta-voz do Departamento de Segurança Interna, que afirmou existirem imagens de câmeras corporais dos agentes envolvidos na tentativa de detenção de Pretti.
O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, afirmou na rede social X que "alguns agentes federais" deixarão a cidade, sem informar quantos.
"Continuarei pressionando para que o restante dos envolvidos nessa operação vá embora", disse o prefeito, que acrescentou ter falado com Trump na segunda-feira. "O presidente concordou que a situação atual não pode continuar", afirmou.
Minneapolis é uma cidade-santuário, ou seja, não coopera com as autoridades federais na repressão à imigração irregular.
Trump exige a cooperação das autoridades locais para evitar novas tragédias em uma das principais políticas de seu governo: o combate à imigração ilegal.
A oposição democrata, por sua vez, exige o fim da mobilização de agentes do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE, na sigla em inglês) e da Patrulha de Fronteira, e ameaça inclusive bloquear no Senado votações orçamentárias iminentes.
Isso poderia levar, ao final da semana, a um novo fechamento parcial do governo, como já ocorreu no fim de 2025.
Na segunda-feira, Chris Madel, um dos advogados que assessoraram o agente do ICE envolvido na morte de Good, anunciou que desistiu de disputar as prévias do partido para o cargo de governador de Minnesota.
"Não posso apoiar as represálias lançadas por republicanos em nível nacional contra os cidadãos do nosso estado, nem me considerar membro de um partido que faria isso", afirmou o jurista, conhecido por defender as forças de segurança.
Um tribunal de apelações recusou na segunda-feira voltar a bloquear as operações anti-migratórias federais, como pedia uma medida de urgência apresentada por ativistas.
"Tivemos acesso e vimos os mesmos vídeos que o tribunal distrital", explicaram os três juízes do 8º distrito federal.
"O que [as imagens] mostram são observadores e manifestantes em uma ampla gama de condutas, algumas pacíficas, mas muitas não. Também mostram agentes federais reagindo de diversas formas", acrescentaram.
Uma ação paralela, apresentada pelo procurador-geral de Minnesota, foi aceita por outra juíza federal.
R.Adler--BTB