-
Juventus vence Atalanta e se aproxima dos líderes no Italiano
-
Espanhol "La Bola Negra" ganha prêmio principal do Festival de Toronto
-
Avanços da extrema direita e da extrema esquerda em eleições regionais abalam governo Merz
-
City vence Sunderland em jogo eletrizante e se isola na liderança do Inglês
-
Presidente nega ter "política de vingança" contra tribunal de paz da Colômbia
-
França, Canadá, EUA e China devem "unir forças" por uma IA "segura", diz premiê canadense
-
Ataque maciço ucraniano atinge Moscou no encerramento das legislativas
-
Lille perde para Nice e liderança do Francês fica com o Monaco
-
Avanços da extrema direita e da extrema esquerda nas eleições regionais abalam o governo Merz
-
Real Madrid perde para Atlético e deixa Barcelona escapar na liderança do Espanhol
-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
Grupo de homens protesta no Afeganistão contra restrições às mulheres
Homens afegãos se manifestaram nesta terça-feira (9) em Herat, no oeste do Afeganistão, contra as novas restrições impostas às mulheres, em um protesto dispersado pela polícia, que negou à AFP ter utilizado armas com munições reais.
Dezenas de homens se reuniram três dias após a polícia da moralidade do governo talibã deter mulheres que não usavam o xador ou a burca que cobre todo o corpo.
No Afeganistão, as mulheres devem se cobrir da cabeça aos pés quando saem de casa. Muitas vestem uma túnica ou uma abaya larga, um hijab e um véu facial.
Um manifestante de 33 anos afirmou, sob condição de anonimato, que as forças de segurança "usaram cassetetes, chicotes e armas de fogo para dispersar a multidão. Chegaram até a atirar para o alto".
Em declarações à AFP, a polícia local negou que armas tenham sido usadas e acusou os manifestantes de tentar "perturbar a ordem pública".
Os protestos são incomuns no Afeganistão, onde os talibãs governam desde agosto de 2021 aplicando uma interpretação estrita da lei islâmica.
O manifestante disse ter visto pessoas feridas. A AFP não conseguiu verificar esta informação. "As pessoas estão muito assustadas", acrescentou.
Um fotógrafo presente no ato relatou ter visto as forças de segurança "espancando os manifestantes e disparando armas contra a multidão". Também afirmou ter presenciado "um número considerável de pessoas feridas".
No X, Richard Bennett, relator especial da ONU para os direitos humanos no Afeganistão, disse estar "alarmado com o uso excessivo da força contra os aparentemente pacíficos manifestantes em Herat".
Uma terceira testemunha afirmou ter visto dezenas de pessoas protestando em apoio às mulheres.
Os homens se reuniram no local após um anúncio nas redes sociais que pedia aos moradores que "defendessem os direitos" das mulheres.
Sayed Masoud Hussaini, porta-voz da polícia de Herat, os acusou de "tentar se reunir e criar tensões sob o pretexto de protestar por questões relacionadas ao cumprimento do código de vestimenta do hijab", ou véu islâmico que cobre o cabelo.
T.Bondarenko--BTB