-
Como os EUA usam ameaças e dólares para expulsar migrantes para a África
-
Blazy cria coleção de conto de fadas para a alta-costura da Chanel
-
Canal da Morte: o depósito de cadáveres que reflete a violência no Equador
-
Otan anuncia contratos de armamento para apaziguar Trump durante reunião de cúpula
-
Democratas pressionam candidato ao Senado a desistir após acusação de agressão sexual
-
Cuba restabelece progressivamente energia após terceiro apagão nacional em seis meses
-
Dois atentados abalam Damasco durante visita de Macron à Síria
-
Anfitriões se despedem nas oitavas da Copa de 2026, entre os piores desempenhos da história
-
"O futebol pode ser cruel", lamenta Tyler Adams após eliminação dos EUA diante da Bélgica
-
Cuba tenta restabelecer energia apesar de embargo petroleiro dos EUA
-
Infantino condena declarações racistas contra Kylian Mbappé
-
Bélgica goleia EUA (4-1) e vai enfrentar Espanha nas quartas de final da Copa
-
A hora de Luis Suárez no comando de uma seleção da Colômbia que sonha alto na Copa do Mundo
-
Argentina busca se livrar da 'Messidependência' contra o Egito de Salah
-
CR7 vai avaliar com calma seu futuro após ser eliminado de sua última Copa do Mundo
-
Roberto Martínez se despede de Portugal: 'Demos a alma, a vida e o coração'
-
Jogo de Zverev pelas oitavas de Wimbledon é interrompido por toque de recolher; reinício será na 3ªfeira
-
Bombardeios russos matam ao menos 28 pessoas na Ucrânia antes da reunião da Otan
-
Brasil expõe seus problemas de identidade e qualidade na Copa do Mundo
-
Espanha vence Portugal nos acréscimos (1-0) e vai às quartas da Copa do Mundo
-
'Mikel Merino nunca falha', elogia De la Fuente
-
'O importante é a imagem da equipe', diz Rodri após classificação da Espanha para quartas da Copa
-
Parlamento de Israel avança em projeto para investigar falhas do 7 de Outubro
-
Miami Heat oficializa contratação de Giannis Antetokounmpo
-
Inglaterra ganha embalo na Copa após batalha no Estádio Azteca
-
Trump mostra mais uma vez que os Estados Unidos vêm em 1º lugar, até mesmo no futebol
-
Espanha vence Portugal (1-0) e vai às quartas da Copa do Mundo
-
Príncipe Harry visita o Reino Unido em meio a tensão com família real
-
Trump revela novo projeto de renovação para a Casa Branca: um heliporto
-
Kylian Mbappé, a transformação do capitão
-
'Desprezível', responde Mbappé após ser alvo de ataques racistas de senadora paraguaia
-
Bombardeios russos contra Kiev matam 24 pessoas antes da reunião da Otan
-
Presidente da Colômbia insiste em negar 'legitimidade' de sucessor da extrema direita
-
Microsoft corta 4.800 postos de trabalho em meio à reestruturação do Xbox
-
Tottenham contrata Sandro Tonali, meio-campista italiano do Newcastle
-
'Não surpreende', diz argentino Paredes após eliminação do Brasil
-
Atriz criada por IA que irritou Hollywood será protagonista de longa-metragem
-
Novo apagão generalizado atinge Cuba em meio a bloqueio petrolífero dos EUA
-
UE pede que França altere projeto que proíbe redes sociais para menores
-
CBF defende Raphael Claus após Trump chamar árbitro brasileiro de 'suspeito'
-
General afastado por ordem de Petro será ministro da Defesa da Colômbia
-
Revogação da suspensão de Balogun gera indignação e preocupação na Europa
-
Infantino afirma ter dito a Trump que órgãos da Fifa são 'independentes'
-
Anderson brinca com plissados na alta-costura para a Dior
-
Netanyahu insta EUA a não vender aviões de combate F-35 à Turquia
-
Trump confirma que pediu à Fifa para revisar cartão vermelho de Balogun
-
Bombardeios russos contra Kiev matam 22 pessoas antes da reunião de cúpula da Otan
-
Haaland comanda remada viking da Noruega com atuação 'surreal' contra o Brasil
-
Microsoft elimina 4.800 empregos em meio à reestruturação da Xbox
-
George Clooney receberá Leão de Ouro honorário no Festival de Cinema de Veneza
Candidatura de Le Pen à presidência da França fica em risco após condenação
A condenação de Marine Le Pen por desvio de fundos nesta terça-feira (7) permite que a líder da extrema direita francesa concorra à eleição presidencial de 2027, mas a impediria, inicialmente, de fazer campanha "livremente", deixando a confirmação de sua candidatura no ar.
Le Pen estava impedida de se apresentar após uma condenação, em março de 2025, a dois anos de prisão em regime fechado, 100 mil euros (587 mil reais) de multa e cinco anos de inelegibilidade imediata por desvio de fundos públicos europeus quando era eurodeputada.
Mas ela recorreu, e a decisão do Tribunal de Apelação de Paris era considerada crucial a dez meses da votação, quando a extrema direita lidera as pesquisas, mas ainda precisa confirmar quem será sua cabeça de chapa: Le Pen ou seu herdeiro político, Jordan Bardella, de 30 anos.
A política de 57 anos, vestida com um blazer rosa-claro, blusa branca e calça preta, murmurou "tudo bem, tudo bem" ao entrar na sala de audiências com uma mão no bolso, constataram jornalistas da AFP.
O tribunal voltou a considerá-la culpada de desvio de fundos públicos europeus, mas, em nome da "livre escolha dos eleitores", "condição da expressão democrática", impôs-lhe uma pena de inelegibilidade que lhe permite concorrer à eleição presidencial.
Concretamente, impôs-lhe 15 meses de inelegibilidade, que consideram os meses que ela já cumpriu desde março de 2025. Mas a pena de um ano de prisão, que pode cumprir em casa com tornozeleira eletrônica, poderia obrigá-la a pôr fim à sua candidatura.
Marine Le Pen já advertiu na semana passada que só se candidataria se pudesse fazer campanha "livremente", sem ter de pedir autorização judicial para se deslocar, o que o fato de ser condenada a usar tornozeleira eletrônica durante um ano a impediria.
A finalista das presidenciais de 2017 e 2022, derrotada pelo centrista de direita Emmanuel Macron, deixou o Palácio de Justiça de Paris sem fazer declarações à imprensa, após se reunir com seus advogados, constatou a AFP.
Sua decisão sobre se concorrerá finalmente à eleição presidencial de 18 de abril e 2 de maio de 2027 será revelada durante uma entrevista ao canal privado TF1, às 18h00 GMT (15 horas no horário de Brasília).
"Não tenho medo (...) Aconteça o que acontecer, não estarei morta. Aconteça o que acontecer, continuarei travando a batalha pelas minhas ideias", disse na quarta-feira ao canal LCI.
- Suspense -
Macron não pode se candidatar à reeleição, e as pesquisas apontam Le Pen e Bardella como os nomes com mais chances de sucedê‑lo, à frente de seus ex-primeiros-ministros de centro-direita Édouard Philippe e Gabriel Attal, e do esquerdista Jean-Luc Mélenchon. A classe política prende a respiração.
O deputado conservador Laurent Wauquiez considerou que, se a Justiça a impedisse de concorrer, seria "o sinal de uma crise da democracia". Outros líderes avaliaram que os políticos "não estão acima da lei".
"Antecipamos todos os cenários", assegurou Bardella na segunda-feira, declarando-se "tranquilo e disposto a assumir as consequências" da decisão judicial, que pode transformá-lo em candidato de extrema direita à presidência da França, apesar de não ser um Le Pen.
A sentença também será acompanhada fora da França. Após a primeira condenação, ela recebeu o apoio de seus aliados internacionais, como o presidente americano Donald Trump e o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, que denunciou uma perseguição.
A filha do histórico líder da Frente Nacional (FN), Jean-Marie Le Pen, criticou então uma "decisão política" para impedir sua candidatura.
Durante o julgamento em apelação, Le Pen negou ter cometido intencionalmente um crime, uma mudança de estratégia em relação ao tenso processo de 2025, que foi interpretada como uma forma de obter uma pena menor.
burs-tjc/an/jc/lm
C.Kovalenko--BTB