-
México envia ajuda humanitária para Cuba enquanto Chile e Rússia prometem assistência
-
Bloqueio energético dos EUA asfixia turismo em Cuba
-
Arsenal empata com Brentford e vantagem na liderança cai para 4 pontos
-
Atlético de Madrid goleia Barcelona (4-0) e fica perto da final da Copa do Rei
-
Juiz ordena que governo autorize retorno para os EUA de venezuelanos deportados para El Salvador
-
Venezuela adia aprovação de histórica lei de anistia
-
Ucrânia acusa Rússia de campanha de desinformação sobre seus atletas
-
Atlético-MG anuncia demissão de Jorge Sampaoli
-
Imagens de iranianas sem véu exibidas pela TV estatal incomodam críticos
-
Thomas Partey, ex-Arsenal, recebe nova acusação de estupro
-
Governo Trump encerra operação contra imigrantes em Minnesota
-
'Fórmula E com esteroides', diz Verstappen sobre novos carros da F1
-
Ucraniano do skeleton recorre contra desclassificação olímpica no TAS
-
Polícia prende nove suspeitos de fraude milionária em ingressos do Louvre
-
Alpine seguirá na F1, mas deixará Mundial de Endurance no final do ano
-
México envia ajuda humanitária a Cuba enquanto Chile e Rússia prometem assistência
-
Governo Trump encerra operação especial contra imigrantes em Minnesota
-
Iga Swiatek cai nas quartas de final do WTA 1000 de Doha
-
Desmatamento na Amazônia Legal segue em declínio
-
Mbappé não treina e é dúvida no Real Madrid contra Real Sociedad
-
Cresce conflito por portos do Canal do Panamá, Hutchison ameaça Maersk
-
Índia aprova compra de caças Rafale franceses
-
Enviado especial de Trump a Minneapolis anuncia fim de operação especial contra imigrantes irregulares
-
Lucas Pinheiro Braathen quer deixar sua marca dentro e fora das pistas de esqui
-
Muitos familiares de jihadistas desapareceram do campo sírio de Al-Hol
-
Operação policial busca desmantelar rede de fraude em ingressos do Louvre
-
Uefa se distancia da Fifa e não cogita readmissão da Rússia
-
Dono do Manchester United lamenta 'escolha de palavras' em declaração contra imigração
-
WhatsApp e Telegram enfrentam bloqueios e restrições na Rússia
-
Processo de Trump contra BBC por US$ 10 bilhões será julgado em fevereiro de 2027
-
Emissões chinesas de CO2 ficaram estáveis ou em leve queda em 2025, aponta análise
-
Preço dos ingressos para Copa do Mundo 2026 dispara no site de revenda da Fifa
-
Pedidos de casamento cinematográficos conquistam a cidade do amor
-
Thomas Tuchel renova contrato com seleção inglesa até Eurocopa 2028
-
Festival de Berlim inicia edição que busca defender a 'liberdade artística'
-
'Escolas deveriam ser seguras': canadenses lamentam vítimas de ataque a tiros
-
Bangladesh comparece às urnas um ano após revolta popular
-
Governo Trump se prepara para revogar texto-base das normas climáticas dos EUA
-
Venezuela antecipa aprovação de histórica lei de anistia
-
Atleta ucraniano é desclassificado dos Jogos Olímpicos por capacete com homenagem a mortos na guerra
-
Presidente israelense diz que antissemitismo na Austrália é 'assustador'
-
Líder norte-coreano consolida a filha como possível herdeira, afirma Seul
-
Reforma trabalhista de Milei avança no Senado em meio a protestos
-
Trump ordena que Pentágono compre eletricidade de centrais de carvão
-
Presidente de Taiwan adverte que ambições da China 'não vão parar' em caso de anexação da ilha
-
Diretor do Instagram rejeita noção de 'dependência clínica' das redes sociais
-
De Maduro a presos políticos: procurador aposta em 'pacificação real' da Venezuela com anistia
-
Nottingham Forest demite técnico Sean Dyche
-
Visita de secretário de Trump à Venezuela antecipa fim de embargo petrolífero
-
EUA começará 'em algumas semanas' a pagar os bilhões que deve à ONU
Ucrânia acusa Rússia de campanha de desinformação sobre seus atletas
A Ucrânia denunciou nesta quinta-feira (12) uma campanha de desinformação da Rússia depois da difusão na internet de notícias falsas sobre sua equipe olímpica nos Jogos de Inverno e, especialmente, sobre o piloto de skeleton Vladyslav Heraskevych, desqualificado hoje.
Diversas informações falsas publicadas on-line em diferentes plataformas, e que tiveram mais de um milhão de visualizações, incluíam acusações a partir de artigos manipulados digitalmente sobre o piloto de skeleton, que não abriu mão de utilizar um capacete com imagens serigrafadas de atletas ucranianos mortos no conflito com a Rússia.
"Os russos lançaram uma campanha de desinformação para desacreditar a Ucrânia", declarou nesta quinta o Centro Ucraniano de Luta contra a Desinformação.
"Com essas informações falsas, a Rússia tenta desacreditar os ucranianos e minar o apoio internacional à Ucrânia", declarou à AFP o ministro dos Esportes ucraniano, Matvii Bidnyi.
Um artigo da agência Reuters foi manipulado digitalmente, com o acréscimo de informações falsas que afirmam que o irmão de Vladyslav Heraskevych recrutava soldados para a guerra e que um atleta húngaro exibiu um adesivo no qual estava escrito "Todos estamos fartos da Ucrânia".
A AFP constatou que perfis em língua russa na rede social X difundiam mensagens similares.
- Como em Paris 2024 -
Entre outras informações falsas que circulam on-line há afirmações de que a equipe ucraniana estaria alojada em um local diferente do restante dos atletas por seu comportamento "tóxico" e que seus controles de dopagem foram antecipados para permitir o consumo de "substâncias psicoativas".
Um vídeo falso, com um logotipo que se parece ao do noticiário americano E! News -- dedicado a informações sobre o mundo do entretenimento -- afirma que o rapper Snoop Dogg, que participa da cobertura dos Jogos para outra emissora americana, a NBC, não quis tirar uma foto com a equipe ucraniana pelo "nazismo" presente no exército desse país.
Todas essas mensagens se inserem no contexto de uma campanha inspirada pela Rússia e batizada como "Operação Overload", que foi utilizada durante os Jogos Olímpicos de Verão de Paris 2024, declarou Pablo Maristany de las Casas, analista do Instituto para o Diálogo Estratégico.
Algumas mensagens usurpam a identidade de meios de comunicação conhecidos, como Euronews, e outras imitam o Mossad (a agência de inteligência de Israel) ou o Ministério da Saúde Italiano, destaca.
Também foram detectadas informações falsas de que o grupo feminista Femen vandalizou o Coliseu e que Kiev confiscou os passaportes das famílias dos atletas para impedi-los de desertar.
- 'Campanha coordenada' -
O Centro Ucraniano de Luta contra a Desinformação disse ter identificado uma campanha "coordenada" de conteúdos "completamente falsificados" que apareceram, pela primeira vez, nos canais em língua russa no Telegram.
Essas informações falsas "foram amplificadas por uma rede de perfis de propaganda", segundo o Centro.
A emissora canadense CBC publicou a análise de um vídeo falsificado que inclui informações falsas sobre os atletas ucranianos, explicando que a peça utiliza os 15 primeiros segundos de um vídeo autêntico difundido nas redes sociais, que mostra a correspondente Adrienne Arsenault.
Depois, "uma versão da voz de Adrienne, gerada por inteligência artificial, entra em cena", explica Avneet Dhillon, produtora de fact-checking da CBC.
A Adrienne falsa afirma que a equipe ucraniana se instalou "o mais longe possível" dos demais, pois seus atletas tiveram um comportamento "extremamente tóxico" nos Jogos Olímpicos de Paris.
No vídeo autêntico, não há menção à Ucrânia nem aos atletas ucranianos, frisou a CBC.
O serviço de imprensa do Comitê Olímpico Internacional (COI) disse à AFP que os competidores ucranianos estão instalados nos mesmos locais que as demais equipes e que o vídeo era "totalmente falso", constituindo "uma tentativa deliberada de desinformação".
O vídeo começou a circular em russo em um canal de Telegram chamado "Odessa para a Vitória" em 5 de fevereiro, segundo a Provereno Media, uma organização de verificação de informações com sede na Estônia.
As publicações, amplificadas por bots (robôs digitais), foram vistas mais de um milhão de vezes e repercutidas pela mídia pró-Kremlin.
Um verificador da AFP constatou que essa informação falsificada também circulava em perfis em idioma eslovaco no Facebook.
burs-es-am/nla/mr/dr/an/rpr/am
I.Meyer--BTB