-
Socialistas, a aposta arriscada do Partido Democrata para recuperar o Congresso nos EUA
-
Promotoria argentina denuncia caos entre equipe médica que abandonou Maradona 'à própria sorte'
-
Creche e complexo médico sofrem danos após interceptação de míssil em Riade
-
Polícia britânica reconhece que buscas nas casas do ex-príncipe Andrew foram ilegais
-
Sobrevivente de execução malsucedida nos EUA consegue andar, mas está mentalmente 'confusa'
-
Custo de vida preocupa americanos antes das eleições de meio de mandato
-
Adolescente mata uma pessoa e fere outras duas em escola na Polônia
-
Alex Bodi mizează, alături de CRIF, pe investiții transparente și pe prevenirea riguroasă a spălării banilor
-
OMC eleva previsão de crescimento do comércio mundial de mercadorias
-
Racionamento de energia gera protestos na Venezuela
-
Bombardeio russo contra dois ônibus deixa ao menos 30 mortos na Ucrânia
-
Crise habitacional, um tema central nas eleições gerais antecipadas na Espanha
-
Meloni supera teste crucial na Itália ao aprovar reforma eleitoral
-
Anne Carson, a poetisa canadense que moderniza a Antiguidade
-
Embaixadora dos EUA na Grécia pediu US$ 100.000 a um doador de Trump (WSJ)
-
Nobel premia a obra 'audaciosa' da poetisa canadense Anne Carson
-
Governo francês receberá organizações estudantis em novo dia de protestos
-
Bombardeio russo contra ônibus mata pelo menos 30 pessoas no leste da Ucrânia
-
Sobrevivente de tentativa de execução nos EUA quase teve aparelhos desligados
-
EUA vai apresentar acusações de tortura contra Maduro (CNN)
-
Rebeca Andrade retorna ao Mundial de ginástica artística
-
'Bolsonaro nunca mais': milhares de pessoas vão às ruas antes do segundo turno
-
Ambientalistas dizem que plano para reativar mina no Panamá busca enganar o país
-
Cinco crianças entre as 28 vítimas fatais de ataques russos na Ucrânia
-
Sobrevivente de execução nos EUA quase teve aparelhos desligados antes de despertar
-
Premier francês nega que polícia tenha recebido ordens para confrontar estudantes
-
Rússia alerta para informações "falsas" após relatos de segundo caso de peste
-
Infantino tem, por enquanto, caminho livre para reeleição na Fifa
-
Lula, o presidente analógico, se rende ao vídeo selfie para atrair eleitores
-
Messi e o dia seguinte: 'Já sinto falta de vestir a celeste e branca'
-
Costa-riquenha Rebeca Grynspan volta a liderar disputa para chefiar a ONU
-
Kast volta atrás em reforma de segurança com pouco apoio no Chile
-
Arábia Saudita diz que ataques reivindicados por houthis contra aeroportos mataram 3 pessoas
-
Espanha se consolida no topo do ranking da Fifa; Brasil cai para 6º
-
Morre octogenária cujo despejo inspirou a mobilização pró-moradia na Espanha
-
"Bolsonaro nunca mais": milhares vão às ruas antes do segundo turno eleitoral
-
Técnico do Southampton escapa de punição maior pelo caso 'Spygate'
-
Jeremy Allen White enfrenta ambição 'assustadora' das redes sociais em 'O Outro Lado das Redes'
-
EUA, China e UE: três caminhos para regular a IA
-
Rubio pede à Europa para "despertar de sua longa letargia"
-
Piloto da F1 Valtteri Bottas percorre mais de 400 km entre Sepang e Singapura
-
Trump quer transformar um de seus complexos de golfe em residência presidencial
-
Várias crianças entre as vítimas de intensos ataques russos na Ucrânia
-
Negócio do carvão cresce na Austrália apesar de seus compromissos climáticos
-
Diretora da COP30 em Belém acusa EUA de travar políticas climáticas de outros países
-
Interpol apreende mais de 1.000 animais traficados ilegalmente na América Latina
-
Houthis reivindicam mais ataques contra o aeroporto de Riade
Acordo de compra da Activision pela Microsoft segue adiante
Uma juíza federal americana ressuscitou, nesta terça-feira (11), o acordo para a compra da gigante dos jogos eletrônicos Activision pela Microsoft por 69 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 340 bilhões de reais na cotação atual), ao negar a permissão de sua suspensão temporária.
A Comissão Federal do Comércio (FTC) dos Estados Unidos havia solicitado que o acordo fosse congelado, enquanto se aguarda uma investigação sobre temas antimonopólio.
O veredicto se refere unicamente ao procedimento de urgência e não ao fundo da questão, que será decidido mais adiante. Há uma audiência judicial prevista para o final de agosto.
A autoridade que regula a concorrência havia iniciado o processo, baseando-se em informações publicadas na imprensa "que sugeriam que (Microsoft e Activision) estavam considerando seriamente completar a aquisição" apesar da oposição de vários órgãos reguladores, segundo o documento apresentado em meados de junho.
Além da FTC, sua equivalente britânica, a CMA, vetou o acordo em nome da concorrência de mercado dos jogos na nuvem (jogados à distância, sem necessidade de download).
O presidente da Microsoft, Brad Smith, anunciou, nesta terça, que o grupo apresentaria propostas à CMA para tentar "abordar (suas) preocupações" sobre a aquisição da Activision "de uma maneira aceitável". E suspendeu o recurso interposto na Justiça britânica contra o veto inicial do órgão.
"Estamos dispostos a estudar qualquer proposta da Microsoft para restruturar a operação de forma que se resolvam os problemas", reagiu um porta-voz da CMA.
A Comissão Europeia aprovou a aquisição em maio.
Essa compra tornará a gigante da informática no terceiro maior ator do setor, em uma operação estimada em 69 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 356 bilhões na cotação da época), segundo a estimativa publicada no momento do anúncio oficial em janeiro de 2022.
Apesar de se tratar apenas de um procedimento de urgência, a decisão judicial enfraqueceu consideravelmente os fundamentos jurídicos da FTC, que, de todos os modos, poderia seguir adiante com o caso.
"A FTC não demonstrou ser capaz de provar que essa transição poderia enfraquecer a concorrência nessa indústria", escreveu a juíza federal Jaquelina Scott Corley.
"Estamos agradecidos ao tribunal de San Francisco por essa decisão rápida e exaustiva e esperamos que outras jurisdições sigam trabalhando para conseguir uma resolução rápida" do litígio em curso, afirma o presidente da Microsoft em um comunicado no qual assegura que o grupo quer "responder as preocupações dos reguladores".
A AFP contatou a FTC, mas, até agora, o organismo não respondeu.
D.Schneider--BTB