-
Quarenta anos depois da 'Mão de Deus' de Maradona, chega a vez de Messi
-
Ex-campeã de Wimbledon, Marketa Vondrousova é suspensa por 4 anos por recusar teste antidoping
-
Starmer renuncia e abre caminho para ala de esquerda do Partido Trabalhista
-
Claudia Sheinbaum recebe pato Merlín, mascote do México na Copa do Mundo
-
Giovanni Malagò é eleito novo presidente da Federação Italiana de Futebol
-
Cristiano Ronaldo é um problema para Portugal na Copa do Mundo?
-
Trabalhadores humanitários são detidos no Afeganistão por usar barba muito curta
-
EUA suspende sanções ao petróleo iraniano
-
Reuniões na Suíça lançaram 'bases muito boas' para acordo com Irã, diz Vance
-
Zagueiro alemão Schlotterbeck está fora da Copa devido a lesão no tornozelo
-
Bases militares dos EUA, megapresídios, dolarização: as propostas do presidente eleito da Colômbia
-
Lado direito, o pesadelo de Ancelotti na Copa do Mundo
-
Ex-presidente do Fed Alan Greenspan morre aos 100 anos
-
Natto, a soja fermentada japonesa que desperta curiosidade e repulsa
-
Messi pode se tornar o maior artilheiro das Copas nesta segunda-feira
-
Hospitais africanos podem ficar sem anestesia para crianças em 2027
-
Starmer renuncia e abre caminho para ala esquerdista do Partido Trabalhista
-
Starmer, o político que quis transformar o Reino Unido e perdeu o apoio do partido
-
Ex-ministro espanhol próximo de Pedro Sánchez é condenado a 24 anos de prisão
-
Papa Leão XIV denuncia obstáculos burocráticos à ajuda humanitária
-
Primeiro-ministro britânico Keir Starmer renuncia
-
Irã e EUA relatam 'avanços' nas negociações para acabar com o conflito
-
Direita latino-americana celebra a vitória de Abelardo de la Espriella na Colômbia
-
Policiais e manifestantes entram em confronto na Bolívia
-
Presidente eleito de extrema direita celebra início de 'nova era' na Colômbia
-
Egito vence Nova Zelândia (3-1) com brilho de Salah e fica perto dos 16-avos da Copa
-
Torcedores franceses e iraquianos se reúnem ao redor da estátua de Rocky, na Filadélfia
-
Pausas para hidratação favorecem os mais fracos, mas times fortes também tiram proveito, diz Scaloni
-
Messi volta a se refugiar com a seleção argentina durante 'dias difíceis'
-
Egito vence Nova Zelândia (3-1) e fica perto dos 16-avos de final da Copa do Mundo
-
Uma nação dividida assiste com desconfiança ao empate do Irã
-
Cabo Verde arranca empate (2-2) contra Uruguai, que se complica na Copa
-
EUA afirma que negociações com Irã vão continuar
-
Colômbia faz guinada à direita e elege milionário pró-Trump presidente
-
'Showman' milionário e pró-Trump vai governar a Colômbia
-
Deschamps garante que Dembélé vai evoluir ao longo da Copa
-
Candidato da extrema direita é eleito presidente na Colômbia
-
Candidato da extrema direita lidera segundo turno na Colômbia
-
Técnico da Áustria diz que Argentina não tem pontos fracos
-
Bélgica fica no 0 a 0 com Irã e segue sem vencer na Copa do Mundo
-
Técnico do Iraque brinca sobre jogar 'com três goleiros' contra a França
-
Francisco Conceição elogia CR7, mas o considera 'mais um na equipe' de Portugal
-
Serena Williams disputará Wimbledon em simples, aos 44 anos
-
Turistas de hotel incendiado na República Dominicana retornam para seus países
-
Delegação do Irã deixa local de negociações após ameaça de Trump
-
Brasil precisa se reestruturar rápido após lesão de Raphinha, diz Paquetá
-
Morreu Ramiro Valdés, um dos líderes da Revolução Cubana
-
Irã pede que EUA 'meça palavras', no começo de negociações
-
Noskova surpreende Pegula e é campeã do WTA 500 de Berlim
-
Espanha goleia Arábia Saudita (4-0) com primeiro gol de Yamal em Copas e brilho de Oyarzabal
BCB se prepara para continuar baixa da Selic
O Banco Central do Brasil (BCB) inicia, nesta terça-feira (31), uma nova reunião em que decidirá se reduz novamente a taxa da Selic em 0,5 ponto percentual, a 12,25%, conforme acredita o mercado.
O Comitê de Política Monetária (Copom) da instituição publicará sua decisão no final da sua penúltima reunião do ano, na quarta-feira (1º).
Uma nova queda da Selic seria a terceira consecutiva no atual ciclo de baixas.
Em agosto, quando a taxa estava em 13,75%, o BCB fez um corte de 0,5 ponto percentual, o que marcou a primeira queda em três anos e o início de um "ciclo gradual de flexibilização monetária".
A queda seguinte, em setembro, foi na mesma proporção.
O consenso do mercado indica que o Copom manterá o mesmo ritmo de redução, 0,5 p.p., segundo pesquisa do jornal Valor Econômico com 140 consultorias e instituições financeiras.
O Comitê havia antecipado no relatório da última reunião que, caso se confirmassem suas expectativas sobre a economia, continuaria com uma redução semelhante da taxa, considerando-a "apropriada para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário".
Até o final deste ano, a expectativa do mercado é que a Selic continue sua trajetória de queda para 11,75%, o que implica outro corte de 0,5 p.p. em dezembro, segundo o boletim Focus da instituição divulgado na segunda-feira.
A intenção das autoridades do BCB é alinhar a inflação aos seus objetivos. Nos últimos meses, os aumentos de preços no Brasil seguiram uma dinâmica "mais benigna", avaliou o Copom em setembro.
A inflação registra moderação, especialmente em comparação com um período de índice galopante entre 2021 e 2022.
No entanto, o índice continua acima da meta da inflação máxima de 4,75% para o ano, estabelecida pelo BCB: em setembro, o aumento de preços acumulado em 12 meses atingiu 5,19%, segundo dados oficiais.
A expectativa das consultorias e entidades financeiras para o final do ano é de uma inflação de 4,63%, segundo previsões do boletim Focus.
- Incerteza fiscal -
Desde que assumiu o seu terceiro mandato, em janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defende uma redução nas taxas para estimular a economia, incentivando o consumo e o investimento com créditos mais baratos.
O PIB do país deve fechar 2023 com alta de 2,89%, segundo o mercado, que ajustou para cima suas projeções, com base em um crescimento resiliente.
Mas na sexta-feira, às vésperas da reunião do Copom, Lula disse que o Brasil "dificilmente" atingirá o déficit fiscal zero em 2024, como previsto no orçamento enviado ao Congresso, dando um sinal importante sobre uma das principais preocupações econômicas.
A incerteza sobre a questão fiscal provocou reação negativa dos investidores na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que fechou em queda na segunda-feira, e mais uma vez semeou dúvidas sobre a estabilidade da economia brasileira.
No mês passado, o Copom destacou a importância de perseguir com firmeza os objetivos fiscais para ancorar as expectativas da inflação e, consequentemente, para a "condução da política monetária”.
Abandonar o objetivo fiscal significa, segundo os analistas, maiores gastos públicos e, portanto, um maior risco inflacionário.
O risco não alterou a projeção do mercado para este ano, que, no entanto, prevê cortes menores na Selic para 2024 (9,25%) e 2025 (8,75%), segundo o boletim Focus.
O Copom também vai considerar o turbulento contexto internacional.
De um lado, o aumento das taxas de juros de longo prazo nos Estados Unidos, que reduz a atratividade de países emergentes como o Brasil e fortalece o dólar. O Federal Reserve (Banco Central americano) avaliará o nível das taxas simultaneamente ao Copom. Do outro, a guerra no Oriente Médio entre Israel e o movimento islamita palestino Hamas.
Os efeitos poderão tornar o Comitê "mais conservador" em relação aos cortes futuros, afirma um relatório do banco C6.
K.Brown--BTB