-
Primeiros pagamentos a seguranças devem reduzir caos em aeroportos dos EUA
-
Alemanha pressiona por retorno de refugiados sírios durante visita de Al-Sharaa
-
Trump ameaça destruir principal terminal petrolífero do Irã apesar da alta dos preços
-
Piquerez sofre lesão ligamentar no tornozelo e passará por cirurgia
-
Criador do OpenClaw afirma que 2026 será o ano dos agentes de IA
-
Ancelotti diz que já definiu escalação do Brasil para estreia na Copa do Mundo
-
Cinco curiosidades que marcam o 50º aniversário da Apple
-
Presidente sírio defende trabalhar com Alemanha em temas migratórios e de reconstrução
-
Justiça rejeita indenização ao Cardiff por morte do jogador Emiliano Sala
-
Ataque a tiros em escola da Argentina deixa um morto e oito feridos
-
Trump ameaça destruir principal terminal petrolífero do Irã se não houver acordo 'em breve'
-
Embaixada dos EUA na Venezuela retoma operações após sete anos
-
STF exige que Bolsonaro esclareça se violou condições de prisão domiciliar
-
Aos 50 anos, Apple precisa enfrentar novo desafio: a IA
-
Torcedores da Premier League aprovam extinção do VAR, segundo pesquisa
-
Kast freia regularização em massa de migrantes no Chile
-
Kremlin comemora chegada de petroleiro russo a Cuba
-
Loja maçônica na França no centro de julgamento por assassinato
-
Irã e Israel prosseguem com ataques; EUA cogitam operação terrestre
-
Israel ataca Teerã; Trump diz que acordo com o Irã está próximo
-
Sinner vence Lehecka na final em Miami e completa 'Sunshine Double'
-
Israel garante acesso do patriarca latino ao Santo Sepulcro após bloqueá-lo no domingo
-
Chuva interrompe final do Masters 1000 de Miami, com Sinner vencendo por 1 set a 0
-
França vence Colômbia (3-1) e confirma sua força a menos de 3 meses da Copa
-
Estádio Azteca revela seu novo visual para receber abertura da Copa do Mundo de 2026
-
Primeiro acidente da F1 no ano gera debate sobre motores híbridos
-
Petroleiro russo se aproxima de Cuba apesar de bloqueio dos EUA
-
Último dia de conferência da OMC em Camarões é prorrogado por ressalvas do Brasil
-
Presidente da CAF promete "respeitar" decisão sobre título da Copa Africana
-
Polícia israelense impede entrada do Patriarca Latino de Jerusalém na Igreja do Santo Sepulcro
-
Desanimado, Verstappen dá a entender que poderá deixar a Fórmula 1
-
Equador perde Piero Hincapié e Denil Castillo para amistoso contra Países Baixos
-
Ter Stegen tem chances "muito remotas" de ir à Copa do Mundo, diz Nagelsmann
-
Com lesão no joelho, Martín Zubimendi é cortado da seleção espanhola
-
Tottenham anuncia saída do técnico Igor Tudor
-
Polícia de Israel impede Patriarca Latino de Jerusalém de celebrar missa no Domingo de Ramos
-
Ataque com drones reivindicado pela Ucrânia provoca incêndio em porto russo
-
Papa faz alerta no Domingo de Ramos contra a guerra
-
Irã acusa governo americano de planejar ofensiva terrestre
-
Líder norte-coreano supervisiona teste de motor de foguete de combustível sólido
-
Irã acusa EUA de planejar ofensiva terrestre
-
Gilberto Gil encerra 'última turnê' com show em São Paulo
-
Maduro diz que está 'bem' em primeira mensagem publicada da prisão
-
Estádio Azteca é reinaugurado com empate entre México e Portugal (0-0) e morte de torcedor
-
Kimi Antonelli (Mercedes) vence GP do Japão de F1; Bortoleto é 13º
-
Flávio Bolsonaro elogia 2º mandato de Trump e se vê como presidente do Brasil
-
Rebeldes huthis do Iêmen voltam a atacar Israel e entram na guerra no Oriente Médio
-
Bélgica atropela EUA (5-2) em amistoso a dois meses e meio da Copa
-
Sabalenka vence Gauff e é bicampeã do WTA 1000 de Miami
-
Israel ataca centro de armamento naval iraniano, e fortes explosões são ouvidas em Teerã
Julgamento de impeachment do secretário de Segurança Interna dos EUA começa no Senado
O julgamento no Senado contra o secretário de Segurança Interna dos EUA, Alejandro Mayorkas, pela crise migratória na fronteira com o México começará nesta quarta-feira (17) a pedido dos republicanos, mas se espera que a Casa, controlada pelos democratas, o rejeite.
Em pleno ano eleitoral, a migração se tornou um dos principais temas da campanha que opõe o presidente democrata Joe Biden a seu antecessor, o republicano Donald Trump (2017-2021).
Os republicanos acusam Mayorkas, 64 anos, de causar uma crise migratória na fronteira entre os EUA e o México e iniciaram um processo de impeachment contra ele.
Em meados de fevereiro, ele foi destituído na Câmara de Representantes (baixa), onde os conservadores têm a maioria.
Foi a primeira vez em 150 anos que um julgamento de impeachment de um funcionário sênior do gabinete foi aberto. Isso só aconteceu em 1876 com o Secretário de Guerra William Belknap, que foi acusado de corrupção, mas renunciou antes da conclusão do processo de impeachment.
Na terça-feira, o impeachment de Mayorkas foi oficialmente enviado ao Senado, que deve, conforme determinado pela Constituição, julgar o ministro.
Os procedimentos estão programados para começar às 13h locais (14h em Brasília), mas os democratas acreditam que os republicanos estão usando o ministro como bode expiatório e vão rejeitá-lo.
O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, prometeu fazer tudo o que puder para acelerar o julgamento e arquivá-lo, talvez já nesta quarta-feira.
A Constituição estabelece que o Congresso pode acusar o presidente, um ministro ou juízes federais em casos de traição, corrupção ou outros crimes graves e contravenções.
- Perda de tempo -
Alexander Mayorkas rejeitou repetidamente as acusações dos republicanos e os acusou de "desperdiçar um tempo precioso e o dinheiro dos contribuintes".
A situação continua sendo uma dor de cabeça para Joe Biden, a menos de sete meses da eleição presidencial.
Os republicanos, muitos dos quais são próximos ao ex-presidente Trump e cuja retórica é fortemente anti-imigração, acusam o líder democrata de ter permitido uma "invasão". Eles citam como exemplo o recorde registrado em dezembro, quando a Patrulha de Fronteira dos EUA fez 302.000 interceptações de migrantes ou solicitantes de asilo que cruzaram a fronteira sem vistos ou permissões.
Donald Trump acusa os imigrantes que entraram ilegalmente no país de cometerem crimes hediondos e contravenções.
O magnata republicano ameaça expulsar os migrantes em massa se vencer a eleição de novembro. Eles "envenenam" o sangue do país e "estão matando" os Estados Unidos, repete em seus discursos.
Mas nem as estatísticas policiais disponíveis das principais cidades dos EUA, nem os estudos de especialistas mostram que isso seja verdade.
Enquanto isso, a Casa Branca acusa os conservadores de sabotar uma tentativa bipartidária de encontrar uma solução para a crise migratória.
A Câmara dos Representantes se recusa até mesmo a votar um texto sobre a questão, que inclui restrições que eles mesmos solicitaram, porque o consideram muito brando.
O.Krause--BTB