-
Hervé Renard diz que está 'livre para escolher' próximo projeto após fracasso da Tunísia na Copa
-
Técnico da Jordânia diz que não teme Argentina de Messi: 'Estamos muito motivados'
-
Gonçalo Ramos, da seleção portuguesa, deve deixar PSG para jogar no Milan
-
Messi começará no banco contra a Jordânia, confirma Scaloni
-
Técnico da Áustria descarta conspiração antes da partida contra a Argélia
-
Crimeia declara 'emergência' em meio a ataques da Ucrânia
-
Técnico de Gana critica VAR por pênalti não marcado contra Inglaterra
-
Técnico da Colômbia quer que sua equipe mantenha essência contra um Portugal 'muito forte'
-
Guy Stéphan dedica vitória da França a Deschamps: 'Estamos ansiosos para vê-lo'
-
Vini Jr. vive 'fase incrível', diz Rayan antes de jogo contra o Japão
-
OpenAI lança modelo de IA apenas nos EUA, a pedido de Trump
-
Senegal de Mané entra na lista de espera para os 16-avos da Copa
-
França goleia Noruega (4-1) e avança como líder do Grupo I da Copa
-
Para economista-chefe do FMI, globalização não acabou, apenas se 'transformou'
-
Peru vai anunciar resultado do segundo turno em 3 de julho
-
Técnico de Portugal elogia Colômbia, que jogará 'em casa' em Miami
-
Antonelli e Mercedes dominam treinos livres do GP da Áustria de F1
-
Jogos da Copa têm minuto de silêncio em homenagem às vítimas dos terremotos na Venezuela
-
Croácia precisa da vitória contra Gana; Inglaterra busca certezas
-
Quase mil mortos e mais de 50 mil desaparecidos após terremoto duplo na Venezuela
-
Com ou sem Messi? A incógnita argentina na última partida contra a Jordânia
-
Avião de pequeno porte parece ter se chocado contra arranha-céu em Pequim
-
Mais de 50 mil desaparecidos sob os escombros do terremoto duplo na Venezuela
-
Ronaldo vs James: os velhos amigos em Madri que se enfrentam na Copa do Mundo
-
EUA chega aos 250 anos como um país mais próspero e diverso, porém mais dividido
-
Ao menos 17 países enviam equipes de resgate à Venezuela após terremotos
-
Como os smartphones de alguns venezuelanos alertaram sobre o terremoto
-
Wawrinka anuncia despedida em dezembro com Federer, Murray e Monfils
-
Parcerias em evolução, o motor que impulsiona o Brasil na Copa do Mundo
-
Dupla batalha dos militares LGBTQIA+ na Ucrânia: contra a Rússia e pela igualdade
-
Onda de calor se estende para o leste da Europa e lota hospitais
-
República Democrática do Congo, um gigante da mineração estratégico para a indústria mundial
-
Rei Charles III não residirá no Palácio de Buckingham, apesar de reforma
-
Equipe russa de ginástica rítmica desiste de competição na Romênia
-
Como a família real britânica é financiada e em quê investe seus recursos
-
Mãe escava escombros em busca do filho após terremotos na Venezuela
-
Número de mortos nos terremotos na Venezuela sobe para 589; país acelera busca por sobreviventes
-
Como sobreviver aos desfiles de moda de Paris em plena onda de calor
-
Participar de atos religiosos aumenta vínculo social e limiar da dor
-
Bélgica cancela reencenação da batalha de Waterloo devido à onda de calor
-
Espanha-Uruguai e França-Noruega, os duelos mais aguardados da sexta-feira na Copa
-
Autor de ataque contra mercado de Natal na Alemanha é condenado à prisão perpétua
-
Presidente do Equador decreta feriado após vitória sobre a Alemanha na Copa do Mundo
-
Equipes internacionais chegam à Venezuela para ajudar na busca por sobreviventes
-
ONU emite alerta sobre 'aumento sem precedentes' de novas drogas sintéticas no mundo
-
Papa inicia consistório com mensagem contra a guerra
-
O que se sabe sobre as vítimas estrangeiras dos terremotos na Venezuela
-
努莎·奧貝爾與迪特馬爾·沃伊德克 波茨坦如何辜負一名重度殘障幼兒
-
Нуша Аубель и Дитмар Войдке: как Потсдам бросает на произвол судьбы малыша с тяжелой формой инвалидности
-
Noosha Aubel e Dietmar Woidke: Como Potsdam abandona uma criança pequena com deficiência grave
Juros altos se mantém, mas sem aumentos à vista: Fed provoca alegria em Wall Street
O Federal Reserve (Fed, banco central) americano manteve, nesta quarta-feira (1º), os juros de referência na faixa entre 5,25% e 5,50%, o nível mais alto em mais de duas décadas, mas seu presidente, Jerome Powell, descartou a possibilidade de um próximo aumento, provocando alegria em Wall Street.
Depois de dois dias de reunião de seu Comitê de Política Monetária (FOMC), o Fed destacou a "ausência de novos avanços" para sua meta de inflação de 2% anual, em um contexto de recuperação dos preços ao consumidor.
E embora Powell tenha afirmado que será preciso "mais tempo do que o esperado" para acreditar em uma queda da inflação nos Estados Unidos, garantiu ainda que é "improvável" que haja um novo aumento dos juros.
Na coletiva de imprensa ao término da reunião, o presidente do Fed considerou "pouco provável que o próximo movimento das taxas seja de alta", já que a política monetária é "suficientemente restritiva" no longo prazo.
E Wall Street, que se manteve hesitante durante todo o dia, disparou na última hora do pregão com o Dow Jones subindo 1,38% e o tecnológico Nasdaq, 1,65%, às 16h03 em Brasília.
Além disso, o FOMC assinalou que, a partir de junho, começará a reduzir mais lentamente seu volume de ativos em carteira, um movimento que anuncia um começo de flexibilização da política monetária.
A Fed havia aumentado sua participação durante a pandemia para inundar o mercado de liquidez e sustentar a economia. Depois, na medida em que elevava suas taxas de juros, começou a se desfazer de títulos do Tesouro, retirando, assim, dinheiro do mercado.
Manter os juros altos supõe desincentivar o crédito que alimenta o consumo e os investimentos, e com isso reduzir as pressões sobre os preços para conter a inflação. Em geral, qualquer movimento que reduza a liquidez na economia tende a frear o aumento dos preços.
- Expectativa e realidade -
Até há pouco tempo, os mercados tinham a expectativa de ver uma redução das taxas de juros a partir de junho. Agora, a expectativa é para setembro, ou até mesmo novembro, segundo a informação compilada pelo CME Group.
"O Fed vai precisar de vários meses de boas notícias em matéria de crescimento de salários e inflação" para fazer um corte, opinou Nancy Vanden Houten, economista da Oxford Economics, antes do final da reunião do Fed.
O primeiro trimestre de 2024 mostrou o que o Fed esperava desde o momento em que começou a elevar os juros há dois anos: uma moderação do crescimento do PIB americano, depois de um 2023 com expansão superior à prevista.
O crescimento da economia americana foi mais fraco que o previsto no primeiro trimestre, de 1,6% contra 3,4% do quarto trimestre de 2023, segundo a primeira estimativa do Departamento de Comércio difundida na quinta-feira passada.
Os analistas esperavam um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% entre janeiro e março, segundo o consenso do Market Watch. Os Estados Unidos publicam seu crescimento com uma taxa anualizada, que compara o PIB com o do trimestre anterior e, em seguida, projeta a variação para todo o ano ao ritmo desses três meses.
Na comparação com o último trimestre de 2023, a economia cresceu apenas 0,4% no primeiro trimestre do ano.
Mas a inflação se recuperou nos últimos meses. Retomou sua tendência de alta em março e chegou a 2,7% em estimativa anual contra 2,5% em fevereiro, segundo o índice PCE, o preferido do Fed.
Os analistas esperavam em aumento dos preços a 12 meses de 2,6%, segundo o consenso recolhido pela firma MarketWatch.
Na medição mês a mês, em troca, a inflação se manteve com uma variação de 0,3%, em linha com o esperado pelos analistas, o que tranquilizou o mercado.
A inflação subjacente, que exclui os preços mais voláteis de alimentação e energia, também se manteve em 0,3% na comparação mês a mês e em 2,8% nos 12 meses, um dado que também é positivo para os mercados.
Outro índice de inflação, o CPI, de preços ao consumidor, também se recuperou no mês passado, para 3,5% em 12 meses.
O mercado de trabalho segue forte. Os dados oficiais de abril serão divulgados na sexta-feira, mas, de antemão, noticiou-se hoje que o setor privado gerou menos vagas em abril do que em março, embora mais do que o previsto: 192.000.
F.Pavlenko--BTB