-
Técnico de Gana critica VAR por pênalti não marcado contra Inglaterra
-
Técnico da Colômbia quer que sua equipe mantenha essência contra um Portugal 'muito forte'
-
Guy Stéphan dedica vitória da França a Deschamps: 'Estamos ansiosos para vê-lo'
-
Vini Jr. vive 'fase incrível', diz Rayan antes de jogo contra o Japão
-
OpenAI lança modelo de IA apenas nos EUA, a pedido de Trump
-
Senegal de Mané entra na lista de espera para os 16-avos da Copa
-
França goleia Noruega (4-1) e avança como líder do Grupo I da Copa
-
Para economista-chefe do FMI, globalização não acabou, apenas se 'transformou'
-
Peru vai anunciar resultado do segundo turno em 3 de julho
-
Técnico de Portugal elogia Colômbia, que jogará 'em casa' em Miami
-
Antonelli e Mercedes dominam treinos livres do GP da Áustria de F1
-
Jogos da Copa têm minuto de silêncio em homenagem às vítimas dos terremotos na Venezuela
-
Croácia precisa da vitória contra Gana; Inglaterra busca certezas
-
Quase mil mortos e mais de 50 mil desaparecidos após terremoto duplo na Venezuela
-
Com ou sem Messi? A incógnita argentina na última partida contra a Jordânia
-
Avião de pequeno porte parece ter se chocado contra arranha-céu em Pequim
-
Mais de 50 mil desaparecidos sob os escombros do terremoto duplo na Venezuela
-
Ronaldo vs James: os velhos amigos em Madri que se enfrentam na Copa do Mundo
-
EUA chega aos 250 anos como um país mais próspero e diverso, porém mais dividido
-
Ao menos 17 países enviam equipes de resgate à Venezuela após terremotos
-
Como os smartphones de alguns venezuelanos alertaram sobre o terremoto
-
Wawrinka anuncia despedida em dezembro com Federer, Murray e Monfils
-
Parcerias em evolução, o motor que impulsiona o Brasil na Copa do Mundo
-
Dupla batalha dos militares LGBTQIA+ na Ucrânia: contra a Rússia e pela igualdade
-
Onda de calor se estende para o leste da Europa e lota hospitais
-
República Democrática do Congo, um gigante da mineração estratégico para a indústria mundial
-
Rei Charles III não residirá no Palácio de Buckingham, apesar de reforma
-
Equipe russa de ginástica rítmica desiste de competição na Romênia
-
Como a família real britânica é financiada e em quê investe seus recursos
-
Mãe escava escombros em busca do filho após terremotos na Venezuela
-
Número de mortos nos terremotos na Venezuela sobe para 589; país acelera busca por sobreviventes
-
Como sobreviver aos desfiles de moda de Paris em plena onda de calor
-
Participar de atos religiosos aumenta vínculo social e limiar da dor
-
Bélgica cancela reencenação da batalha de Waterloo devido à onda de calor
-
Espanha-Uruguai e França-Noruega, os duelos mais aguardados da sexta-feira na Copa
-
Autor de ataque contra mercado de Natal na Alemanha é condenado à prisão perpétua
-
Presidente do Equador decreta feriado após vitória sobre a Alemanha na Copa do Mundo
-
Equipes internacionais chegam à Venezuela para ajudar na busca por sobreviventes
-
ONU emite alerta sobre 'aumento sem precedentes' de novas drogas sintéticas no mundo
-
Papa inicia consistório com mensagem contra a guerra
-
O que se sabe sobre as vítimas estrangeiras dos terremotos na Venezuela
-
努莎·奧貝爾與迪特馬爾·沃伊德克 波茨坦如何辜負一名重度殘障幼兒
-
Нуша Аубель и Дитмар Войдке: как Потсдам бросает на произвол судьбы малыша с тяжелой формой инвалидности
-
Noosha Aubel e Dietmar Woidke: Como Potsdam abandona uma criança pequena com deficiência grave
-
Já classificado para os 16-avos da Copa, EUA perde para Turquia (3-2) no último minuto
-
Austrália vai aos 16-avos após empatar (0-0) com Paraguai, que terá de esperar outros resultados
-
Hervé Renard deixa futuro em aberto na Tunísia: 'Missão muito curta'
-
Pressionada, Bélgica tem missão de evitar eliminação na Copa contra Nova Zelândia
-
Países Baixos vencem Tunísia (3-1) e vão enfrentar Marrocos nos 16-avos da Copa
-
Japão empata com Suécia (1-1) e será adversário do Brasil nos 16-avos da Copa
China afirma que defenderá 'justiça' em negociação comercial com Estados Unidos
A China prometeu nesta quarta-feira (7) que defenderá a "justiça" em suas negociações comerciais com os Estados Unidos, as primeiras desde que o presidente Donald Trump desestabilizou os mercados globais ao impor tarifas a todos os países.
Desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca em janeiro, o governo dos Estados Unidos impôs novas tarifas de até 145% para as importações de vários produtos chineses, com taxas adicionais para alguns setores específicos.
Pequim respondeu com tarifas de 125% aos produtos americanos, mas não fechou a porta para negociações se Washington se pronunciasse primeiro.
As negociações do próximo fim de semana na Suíça acontecerão a pedido dos Estados Unidos, afirmou a China nesta quarta-feira.
"Qualquer diálogo deve ser baseado na equidade, respeito e benefício mútuo. Qualquer pressão ou coerção não funcionará com a China", declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Pequim, Lin Jian.
O secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o representante comercial dos Estados Unidos (USTR), Jamieson Greer, participarão das negociações na Suíça.
"Espero ter conversas produtivas enquanto trabalhamos para reequilibrar o sistema econômico internacional e servir melhor aos interesses dos Estados Unidos", declarou Bessent em um comunicado.
Ele explicou em uma entrevista ao canal Fox News que as partes se reunirão no sábado e domingo na Suíça para preparar o cenário para as próximas negociações.
"Vamos estabelecer sobre o que vamos conversar. Minha sensação é que será sobre uma desescalada, não sobre um grande acordo comercial", disse. "Vamos desescalar antes de seguir em frente", acrescentou.
- Impacto -
Bessent também reconheceu que a situação "não é sustentável (...), especialmente no lado chinês". "145%, 125% é o equivalente a um embargo. Não queremos nos desconectar. O que queremos é um comércio justo", afirmou.
O Ministério das Relações Exteriores da China informou que sua delegação será liderada pelo vice-primeiro-ministro He Lifeng.
Por sua vez, o Ministério do Comércio chinês ressaltou o compromisso de "defender a justiça" e apoiar seus representantes nas negociações.
Para resolver o problema, os Estados Unidos "devem reconhecer o grave impacto negativo das medidas tarifárias unilaterais sobre si e o mundo", afirmou um porta-voz do ministério chinês.
"Se os Estados Unidos dizem uma coisa, mas fazem outra, ou se tentarem continuar com a coerção e chantagem contra a China sob a aparência de conversas, a China nunca aceitará", acrescentou.
De modo paralelo, o Banco Central de Pequim anunciou uma série de medidas de alívio monetário para apoiar uma economia afetada pelo baixo consumo interno e pelos efeitos da guerra comercial com Washington.
O Banco Central anunciou uma redução de 0,5% na taxa de reserva obrigatória dos bancos para facilitar o crédito e o corte de um décimo percentual na taxa de recompra reversa de sete dias para aumentar a liquidez.
L.Janezki--BTB