-
Como os smartphones de alguns venezuelanos alertaram sobre o terremoto
-
Wawrinka anuncia despedida em dezembro com Federer, Murray e Monfils
-
Parcerias em evolução, o motor que impulsiona o Brasil na Copa do Mundo
-
Dupla batalha dos militares LGBTQIA+ na Ucrânia: contra a Rússia e pela igualdade
-
Onda de calor se estende para o leste da Europa e lota hospitais
-
República Democrática do Congo, um gigante da mineração estratégico para a indústria mundial
-
Rei Charles III não residirá no Palácio de Buckingham, apesar de reforma
-
Equipe russa de ginástica rítmica desiste de competição na Romênia
-
Como a família real britânica é financiada e em quê investe seus recursos
-
Mãe escava escombros em busca do filho após terremotos na Venezuela
-
Número de mortos nos terremotos na Venezuela sobe para 589; país acelera busca por sobreviventes
-
Como sobreviver aos desfiles de moda de Paris em plena onda de calor
-
Participar de atos religiosos aumenta vínculo social e limiar da dor
-
Bélgica cancela reencenação da batalha de Waterloo devido à onda de calor
-
Espanha-Uruguai e França-Noruega, os duelos mais aguardados da sexta-feira na Copa
-
Autor de ataque contra mercado de Natal na Alemanha é condenado à prisão perpétua
-
Presidente do Equador decreta feriado após vitória sobre a Alemanha na Copa do Mundo
-
Equipes internacionais chegam à Venezuela para ajudar na busca por sobreviventes
-
ONU emite alerta sobre 'aumento sem precedentes' de novas drogas sintéticas no mundo
-
Papa inicia consistório com mensagem contra a guerra
-
O que se sabe sobre as vítimas estrangeiras dos terremotos na Venezuela
-
努莎·奧貝爾與迪特馬爾·沃伊德克 波茨坦如何辜負一名重度殘障幼兒
-
Нуша Аубель и Дитмар Войдке: как Потсдам бросает на произвол судьбы малыша с тяжелой формой инвалидности
-
Noosha Aubel e Dietmar Woidke: Como Potsdam abandona uma criança pequena com deficiência grave
-
Já classificado para os 16-avos da Copa, EUA perde para Turquia (3-2) no último minuto
-
Austrália vai aos 16-avos após empatar (0-0) com Paraguai, que terá de esperar outros resultados
-
Hervé Renard deixa futuro em aberto na Tunísia: 'Missão muito curta'
-
Pressionada, Bélgica tem missão de evitar eliminação na Copa contra Nova Zelândia
-
Países Baixos vencem Tunísia (3-1) e vão enfrentar Marrocos nos 16-avos da Copa
-
Japão empata com Suécia (1-1) e será adversário do Brasil nos 16-avos da Copa
-
Países Baixos vencem Tunísia (3-1) e avançam aos 16-avos da Copa em 1º lugar do Grupo F
-
Hamilton quer seguir à caça de Antonelli na Áustria
-
Técnico da Espanha destaca 'qualidade tremenda' da Copa do Mundo de 2026
-
EUA diz querer acordo com Irã, mas não "a qualquer preço"
-
Equador queria vaga no mata-mata antes, mas 'é melhor assim', diz Plata
-
Resgatadas sem os pais, crianças são atendidas em Caracas após terremotos
-
França quer deixar Deschamps 'orgulhoso' em jogo contra Noruega, diz Tchouaméni
-
Borja Iglesias, o atacante espanhol que 'não tem papas na língua'
-
Costa do Marfim vence Curaçao (2-0) e avança em 2º aos 16-avos da Copa
-
Equador vence Alemanha (2-1) e vai aos 16-avos da Copa do Mundo
-
Luka Doncic inicia em Roma carreira como proprietário de clube de basquete
-
Clube histórico da Alemanha, 1860 Munique está à beira da falência
-
Charles III pagou quase US$ 40 milhões em impostos desde que subiu ao trono
-
Patrik Schick se aposenta da seleção tcheca após fiasco na Copa do Mundo
-
Alonso não confirma se continuará na F1 em 2027: 'Tenho muitas opções'
-
Juan Manuel Cerúndolo é eliminado nas quartas de final em Eastbourne
-
Governo Milei sofre revés judicial por cortes de fundos para universidades
-
Ganha força boato sobre casamento de Taylor Swift na próxima semana em NY
-
'Alcatraz dos Jacarés' fecha as portas nos EUA
-
Osaka supera Alexandrova nas quartas de final de Bad Homburg
Reunião financeira do G7 termina com demonstração de unidade, apesar das tarifas de Trump
O encontro de autoridades financeiras do G7 chegou ao fim nesta quinta-feira (22) com uma demonstração de unidade, apesar das turbulências geradas pela guerra comercial iniciada por um de seus membros, os Estados Unidos, desde o retorno ao poder de Donald Trump.
Em um contexto tenso, os ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais das sete economias mais avançadas — Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido — celebraram por terem alcançado um acordo sobre uma declaração final.
No entanto, após três dias de reuniões em Banff, nas Montanhas Rochosas do oeste do Canadá, não houve avanços com relação às tarifas alfandegárias, o tema central de todas as reuniões bilaterais.
Trump ameaçou desacelerar o crescimento econômico global ao impor tarifas de pelo menos 10% à maioria dos produtos que entram nos Estados Unidos.
Na declaração final, os participantes do G7 Finanças reconheceram que "a incerteza sobre a política econômica diminuiu desde seu ponto mais alto", no início de abril, com o impacto do anúncio das tarifas.
"Trabalharemos juntos para alcançar mais avanços", acrescentaram no documento.
"Estamos mais unidos que nunca" no G7, garantiu o ministro de Finanças canadense, François-Philippe Champagne, que presidiu a reunião.
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, que enfrentou críticas constantes devido às tarifas de Trump, destacou o "ótimo ambiente de trabalho coletivo".
"Não acho que tenha havido grandes desacordos; acredito que a reunião foi excelente", declarou ele à AFP.
- 'Base sólida' -
Segundo o anfitrião canadense, o encontro em Banff constitui uma "base sólida" para a cúpula que reunirá os líderes dos países do G7, também nas Montanhas Rochosas, de 15 a 17 de junho.
Nesta ocasião, pela primeira vez desde o seu retorno à Casa Branca em janeiro, o Canadá receberá Trump, que reiterou seu desejo de anexar seu vizinho do norte. O presidente americano confirmou nesta quinta-feira que estará presente.
O ministro das Finanças alemão, Lars Klingbeil, insistiu em que é crucial "resolver as atuais disputas comerciais o mais rápido possível", já que as tarifas têm representado "um pesado fardo para a economia mundial".
"Falamos entre amigos e aliados", afirmou à AFP, por sua vez, o ministro das Finanças da França, Eric Lombard.
Para o comissário europeu de Assuntos Econômicos, Valdis Dombrovskis, "o ambiente foi positivo e construtivo", destacou ele à AFP.
- 'Maximizar a pressão' sobre Moscou -
Além disso, afirmaram que qualquer país ou entidade que tenha financiado ou abastecido "a máquina de guerra russa" durante o conflito será excluído dos contratos de reconstrução da Ucrânia.
A Presidência canadense convidou para esta reunião o ministro ucraniano das Finanças, Serhiy Marchenko, que pediu o endurecimento das sanções contra a Rússia.
Muitos participantes aplaudiram a mensagem de apoio à Ucrânia, o que demonstra que o G7 pode falar com uma só voz sobre esta questão apesar da aproximação do governo americano de Moscou, em detrimento de Kiev.
No entanto, o alemão Klingbeil detectou "sinais contraditórios" por parte dos americanos.
"Não acredite cegamente" porque "sempre há declarações dos Estados Unidos que colocam em dúvida o alcance do apoio à Ucrânia", disse ele em uma entrevista à televisão alemã.
F.Pavlenko--BTB